Artigos

Buy & Hold de derivativos?

28/01 - 14h35


Por Bruno Peruchi

 

Outro dia um amigo me perguntou: “Hey, eu tenho como comprar ações e juros simultaneamente?”. Disse que sim, contanto que se definisse o percentual que se gostaria de aplicar em cada um. “Não, não é isso. O que eu quero saber é se eu tenho como comprar ambos ao mesmo tempo com o mesmo dinheiro. Comprar R$100 de ações e R$100 de juros com apenas R$100 no bolso.” Hã? Estranha a pergunta. A priori a resposta é não, ou se usa o dinheiro para comprar juros (títulos de dívida pública ou privada) ou se usa para comprar ações. É óbvio. Mas esta resposta está correta apenas se o universo considerado for o mercado a vista de ações. O que acontece quando se coloca a opção de se comprar derivativos no lugar de ações? Substituir a compra de ações ou índice pelos seus respectivos contratos de opções e futuro?

Sobre ações e segunda-feira

18/01 - 16h56


 

Por Bruno Peruchi

 

 

É claro que não, por que alguém iria gostar? O dia é quente, chove, demora mais de uma hora para chegar no trabalho, a secretária te xinga na hora que você aparece, o teu chefe nem olha mais para você e está sempre presente aquela sensação de que este é apenas o primeiro dia do resto de uma tediosa semana, ainda faltam mais quatro. Segunda é um saco. Dias que antecedem um feriado no entanto são bem legais, todo mundo tá feliz, o dia geralmente acaba mais cedo, você pega a família para fazer uma viagem,  ou então aquele churrascão na casa do Gustavo. De qualquer maneira, pré-feriado é sempre legal.

Boas Festas!

10/12 - 13h20


Em época de final de ano, onde  tudo que foi feito por nós é revisto, e traz a oportunidade de refletirmos sobre os acontecimentos – positivos e desfavoráveis, esse tema desencadeou a mensagem, com base nos depoimentos de alguns participantes do Monitor, suas experiências, resultados, lições e dúvidas, que, de uma maneira geral, acabam  influenciando diretamente em nosso comportamento, sendo determinante no processo evolutivo de todos como traders e seres humanos, e vão pautar as nossas futuras decisões de investimento nos próximos anos. A mensagem pode ser sempre a mesma... mas um ano nunca será igual ao outro! Feliz 2011.

A força dos Modelos Mentais

03/12 - 14h08


 

  Por Nelson Tanuma

 

 Embora os modelos mentais possam parecer abstratos e inconseqüentes, e, freqüentemente sejam deixados de lado como se fossem meras ilusões de ótica, truques de mágicas ou curiosidades acadêmicas; a bem da verdade, nossos modelos determinam a qualidade e o rumo de nossas vidas gerando implicações de lucros e perdas financeiras, e até mesmo de vida e morte... a expressão modelos mentais são os pressupostos usados para descrever os processos cerebrais que usamos para dar sentido ao mundo que percebemos através dos nossos cinco sentidos: visão, audição, tato, paladar e olfato. O conjunto de paradigmas associados forma os nossos Mapas ou Modelos Mentais. E importante que saibamos, porém, que o mapa não é o território.

Final de ano, tradicionalmente...

29/11 - 20h03


Por Jarbas Gambogi - KB

 

Dezembro é um bom mês, particularmente a segunda quinzena. Muita gente sabe disso, os adeptos do short se retraem e os bulls se tornam mais complacentes. Todos indicadores de sentimento que eu acompanho, e procuro me concentrar em poucos, revelam excesso de complacência para dizer o mínimo. Recentes dados da economia norte-americana alimentaram esse sentimento, particularmente jobless claims que tangenciou os 400 mil pedidos. Embora ainda muito elevado, a melhora nessa estatística, por ser muito relevante, chamou a atenção dos vigilantes e resultou no aumento da taxa de 10 anos. Esse dado causou uma razoável deterioração nos rendimentos dos fundos HY, embora possa parecer paradoxal.
Que tal se preparar para uma surpresa? Um dezembro nem tão bom assim. Afinal as surpresas movem os mercados.

BC e Crédito: Cenário Incerto

22/11 - 19h30


 

Por Cristiano M. Costa

 

A economia brasileira se encaminha para um 2011 de perspectivas positivas, porém incertas. A primeira incerteza está ligada ao fator político. A saída de Meirelles do BC e a manutenção de Guido Mantega na Fazenda são um sinal claro de que o Sistema de Metas de Inflação está em risco. Por mais que os representantes do governo eleito se esforcem para se manifestar em favor de um BC independente e da manutenção das taxas de inflação em níveis relativamente modestos (abaixo de 4,5%), as ações apontam para a direção contrária.

Ainda a questão do câmbio...

17/11 - 14h14


 

  Benedicto F. Moreira -

  O Estado de S. Paulo

 

A taxa de câmbio é a bola da vez. O curioso é que a importância do câmbio é relativa e muito diferente para os três atores presentes: China, Estados Unidos/União Europeia e Brasil. A China, que o Brasil aceita como economia de mercado, é hoje um forte capitalista de Estado. Por pressão dos Estados Unidos, até poderá conceder pequena valorização da sua moeda, mas o efeito prático disso será nulo. Os seus preços de concorrência podem ser formados com qualquer nível do câmbio, pois são compensados via financiamentos internos a juros e prazos especiais, tecnologia a fundo perdido, frete zero, subsídios diretos e vários outros expedientes possíveis em economias de Estado.

Análise Empírica – Topos Históricos

10/11 - 00h16


 

Por Bruno Peruchi

 

Uma idéia presente no mercado financeiro é a de que quando um determinado ativo rompe um máximo histórico do seu preço ele ganha um potencial de alta maior do que ele possuía até então. Será verdade? A análise é simples, calcula-se a variação de preço do ativo a qualquer momento que o preço esteja maior ou igual ao seu máximo histórico. Se o preço fechou ontem acima do topo, ficamos comprados. Se o preço bateu o topo no intraday ficamos comprados a partir do topo. No final tira-se a média geométrica de todos esses dias. Não será considerado nenhum custo transacional para essa análise.

Análise Técnica Empírica - Tendências

04/11 - 14h30


    Por Bruno Peruchi

 

Há exatamente um ano atrás eu comecei a escrever artigos sobre o mercado financeiro, eu já fazia análises desse tipo antes disso e como a maior parte do trabalho já estava feito, não me custava nada divulgar elas. Diferente de outros artigos sobre análise de empresas, análise técnica, análise econômica,... Eu queria tentar entender se certas idéias, teorias e premissas existentes no mercado financeiro faziam sentido no mundo real ou se eram fantasias infundadas. Nada mais natural, portanto, do que se fazer esses testes usando dados históricos de mercado para validar ou desmistificar tais idéias. Qualquer idéia ou estratégia proposta poderia ser testada, os resultados obtidos seriam imparciais o suficiente ao ponto de elucidar dúvidas restantes sobre qualquer assunto. Ao menos era essa a idéia.

A Guerra Cambial

27/10 - 12h16


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