Artigos

Bolsas em liquidação e as pechinchas

09/08 - 19h17


Por Marcio Relvas

 

Depois de mais essa precipitação anunciada nas bolsas, com o recrudescimento da crise mundial, o lado psicológico do investidor ficou muito abalado, e a credibilidade na recuperação da economia bastante prejudicada. Mas, contando com uma resposta breve do mercado, em que é melhor acreditar nessas horas: na análise técnica ou nos fundamentos? Então, qual será o próximo suporte, onde está o fundo?... Isso agora não é o mais importante. Penso que, para quem realizou lucro na faixa de 70k e está capitalizado para novas investidas, uma filtragem das ações que estão com preço cotado abaixo de seu valor patrimonial deve ser avaliada. E quais seriam estas? Várias... vale pesquisar os fundamentos, prospectar os maiores dividend yields. As empresas de capital aberto devem distribuir ao menos 25% de seu lucro entre seus acionistas!

Como anda o mundo das finanças

01/08 - 19h50


 As novidades do mercado não têm sido boas. Muita gente faz consulta para saber se o dolar ainda vai cair mais, ou se já estaria em um ponto de compra aceitável... como vamos saber? Parece que este patamar de 1,50 pode oferecer algum suporte na paridade com nosso valorizado real. Os congressistas chegaram a um acordo nos EUA e aprovaram uma elevação do teto da dívida. O país pode se endividar mais para evitar um calote nos seus títulos. Ou seja, o rombo vai aumentar para não arrebentar a corda! Mas o buraco é mais embaixo... e logo virá a manifestação das agências de rating (como se estas também não precisassem de uma reclassificação!). O dinheiro, há tempos, passou a ser uma coisa quase que "virtual". Porém, no mundo real, os dados sobre o crescimento da indústria americana ainda pesam mais. Tudo parecia estar sob controle... e agora, muita coisa mudou?


A dívida dos Estados Unidos

26/07 - 19h05


 

Por Cristiano M. Costa

 

O assunto da semana nos jornais e sites de economia é a crise política americana. Sim, porque a crise não é econômica e sim política. Se os EUA venderem novos títulos o mercado compra na hora, e pode se endividar ainda bastante. Acontece que a sociedade americana possui instituições que representam os seus interesses. É a boa e velha democracia. Quando não há acordo, pagam-se as conseqüências. A pergunta no momento é se haverá um acordo e se o teto nominal previsto em lei (algo tão imbecil quanto a regra do salário mínimo criada no Brasil) será elevado. Mas, pelo o que se desenha no noticiário americano, o acordo pode não sair até o dia 2 de Agosto, provável data em que os EUA não terão caixa para arcar com a rolagem da dívida (ou prover serviços/bens públicos).

A evolução da Análise Técnica

14/04 - 19h06


As análises técnicas e quantitativas, servem a finalidades semelhantes: ambas tentam prever o futuro com base em modelos do passado. Um delas é estatística, a outra é intuitiva. Considerando que a quantitativa minimiza uma soma dos quadrados dos resíduos para encontrar a melhor reta com base nos dados, a técnica estima que, olhando para os gráficos, em busca de padrões, e inferir os pensamentos e sentimentos dos outros participantes do mercado. Ambas as abordagens têm mérito. Isso não quer dizer que elas são iguais: claramente, métodos quantitativos ganharam, dominando a indústria de investimentos por causa do demonstrável valor agregado. Mas a análise técnica é surpreendentemente resiliente e persistente, e em alguns cantos do setor financeiro – como na negociação de commodities e de moedas...

A crise no Japão e a Matriz Energética

25/03 - 18h49


 

Crise nuclear do Japão irá elevar preços mundiais da energia -Mais do que suspender operações nucleares, acidente deve incentivar investimentos em energias alternativas.

 

 

A crise energética instalada no Japão - após o terremoto e o tsunami -  deve levar ao encarecimento do custo da energia em escala mundial. A alta de preços irá incentivar os investimentos em fontes alternativas, mas os economistas descartam uma substituição da matriz energética. Esse aumento de custos trará impactos econômicos globais, mas a mais afetada deve ser a Europa.

 

Investimento em Companhia Aberta

23/03 - 12h28


 

Tradicionalmente, o segmento de private equity brasileiro é associado a investimentos em empresas de capital fechado, em seus diversos estágios de maturação e desenvolvimento. No entanto, em consequência da crise financeira mundial, é possível verificar uma crescente tendência na alocação de recursos de private equity também na aquisição de participação em companhias abertas. São os chamados investimentos do tipo pipe (private investment in public equity, na sigla em inglês). O pipe surgiu como alternativa à necessidade de financiamento de pequenas e médias empresas, em países desenvolvidos, e que enfrentavam dificuldades de acesso à capital.

Muito além das bolsas de valores

21/03 - 15h31


Dentre os mais variados tipos de agentes do mercado, têm se destacado no Brasil os chamados fundos de private equity – instituições que reúnem recursos financeiros para investir em empresas. A conjunção de investidores capitalizados numa ponta e companhias saudáveis e promissoras na outra, tendo como base o forte crescimento da economia doméstica, tem permitido a esse segmento atravessar uma fase de forte expansão. Private Equity é o termo relacionado ao tipo de capital empregado por acordos contratuais privados - para negócios mais maduros, como consolidação e reestruturação de empresas que têm boa geração de caixa. Os típicos receptores desse investimento são companhias de médio porte que ainda possuem uma estrutura de capital fechado, não estando listadas em bolsa de valores.

Os novos desafios da Bolsa no Brasil

10/03 - 00h50


 

Os ciclos do mercado fazem com que o humor dos investidores oscile entre as boas e más noticias, gerando as tendências de alta e baixa. E o que podemos esperar das bolsas no Brasil em 2011? Sim, "as" bolsas, pois após a fusão da Bovespa com a BM&F, a bolsa eletrônica americana Bats Global Markets anunciou sua intenção de se instalar no país. Espera-se que esta concorrência seja boa para os investidores, uma vez que, com uma nova bolsa para negociação de títulos, os custos operacionais tendem a ser flexibilizados para conquistar clientes. Mas e o cenário econômico vai ajudar? Com a volta do aumento nos juros nas últimas reuniões do Copom, a saída de capital estrangeiro das ações, e os índices mundiais em um momento de indefinição, ninguém é capaz de afirmar o que vai acontecer com o mercado de capitais.

Uma Classe de Investidores Intrigante

21/02 - 15h43


Por Jarbas Gambogi - KB

 

Por apresentar uma enorme correlação positiva (cerca de +75%) com o comportamento do Ibovespa, há um bando de analistas que acompanham diariamente os passos dos investidores estrangeiros, estatística divulgada pela bolsa com 2 pregões de atraso. A partir de 13 de janeiro essa classe de investidores começou a resgatar as suas aplicações na nossa bolsa, no pregão seguinte após o EWZ ter registrado máxima intraday desde o início do bull market iniciado no final de 2008, embora o saldo no mês tenha sido ligeiramente positivo. Desde então, e até o último dado divulgado pela bolsa, ou seja, até 03/02, os estrangeiros resgataram R$ 2,53 bilhões...

Bolsa de Valores no Longo Prazo

09/02 - 12h59


Investimentos em renda variável devem ser feitos visando o longo prazo? Dizem que a especulação só traz benefícios aos corretores, entrar e sair pode sujeitar o trader a perder o timing do mercado, e que o ideal seria montar um carteira para carregá-la indefinidamente, sempre adicionando mais lotes de ações das empresas sólidas e boas pagadoras de dividendos. Mas nunca se pode desconsiderar o ciclo dos mercados. Se o investidor entrar em um período de baixa, suas chances de ser bem sucedido aumentam consideravelmente. Entretanto se a montagem de posição começar no momento em que a bolsa estiver no topo, o retorno pode demorar mais para aparecer. Para qualquer situação, o melhor referencial continua sendo a renda fixa. E como foi o comparativo entre todos os tipos de investimento nesta última década?

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