Artigos

Faz tempo que somos o país do futuro

02/01 - 14h55


Mais um ano se passou e entramos em 2014... o Brasil tem muito o que comemorar? Exceto o avanço no plano social, fomentado por programas assitencialistas/eleitoreiros, o que vemos é uma economia frágil, patinando nos seus fundamentos, onde um PIB insosso, manipulado para atingir metas - utilizando diversos recursos contábeis, expressa a baixa taxa de investimento no país, o aumento da sua relação com a dívida bruta para uma faixa acima de 65% do que crescemos, inflação elevada, e o deficit no saldo da balança comercial... compramos mais produtos acabados de fora do que vendemos matérias primas, de pouco valor agregado. 

Preços e taxas do Tesouro Direto

17/09 - 21h09


Se você quer segurança e tranqüilidade em seus investimentos, você precisa conhecer o Tesouro Direto, um programa de venda de títulos a pessoas físicas desenvolvido em parceria com a Companhia Brasileira de Liquidação e Custódia - CBLC. No Tesouro Direto, você mesmo gerencia seus investimentos, que podem ser de curto, médio ou longo prazo. É uma ótima opção para quem quer investir com baixo custo, alta rentabilidade e liquidez quase imediata. Sempre que você precisar, poderá resgatar os títulos antes do vencimento pelo seu valor de mercado, uma vez que o Tesouro Nacional garante a recompra de seu título todas as quartas-feiras. Saiba quais títulos estão sendo negociados e suas cotações...

Comprar ou vender?

02/06 - 15h32


 

 

 Por Marcio Relvas

 

 

 

A pergunta de 1 milhão de dolares! Quem tem a resposta? Ninguém... cada um que decida como fazer os próprios investimentos e cuide bem do seu dinheiro. A proposta desse portal sempre foi levar os leitores à reflexão, minha maior recomendação é que todos procurem estudar, aprender novas técnicas, filtrar notícias, analisar tudo com senso crítico, para que seja possível tomar decisões com autonomia e segurança. Quer uma dica? Leia livros... ou pesquise por material confiável na internet. Hoje, grande parte do conteúdo é gratuito, e está disponível a quem se interessar.

Brasil é o sexto mais rico do mundo

26/12 - 20h28


O Brasil passou o Reino Unido, e vai fechar 2011 como a 6ª maior economia do planeta! Essa foi a manchete nos principais jornais da Grã-Bretanha, incluindo o The Guardian e Daily Mail. Isso é muito bom... ficar atrás apenas dos EUA, China, Alemanha, Japão, França. É a primeira vez que uma nação sul-americana fica na frente de um país europeu. Enquanto o velho continente sofre com a falta de credibilidade nas instituições financeiras, despontamos como uma vasta fonte de recursos naturais aliada ao crescente mercado consumidor interno.

Acendem-se as luzes

22/12 - 21h38


 

 

Final de ano, época de festas, reflexões, agradecimentos e uma nova chance de evoluir... Que o mercado se consolide, encontrem uma solução para os problemas econômicos e o mundo volte a prosperar. E cada um de nós tenha sucesso, conquistas e muitas realizações. Boas festas!

Produto Interno Bruto

13/12 - 12h18


 

Chamam de estável um crescimento igual a ZERO... isso representa estagnação da economia... e, caso a retomada não venha nos próximos meses, o que cresce é o risco de desemprego no país. Além da queda no ritmo das indústrias, que diminuiu a importação de máquinas - fazendo a balança apresentar um saldo favorável no 3º trimestre, a redução mais sensível foi no consumo das famílias. Tudo como previsto... aos primeiros sinais da crise internacional, com o governo trabalhando firme pela sucessão presidencial, houve um incentivo ao consumo irresponsável para manter os índices de crescimento dentro das expectativas. Em um momento onde o mais sensato seria fomentar a poupança interna para períodos de dificuldade, o que se viu foi um estímulo aos gastos...

Gestão Racional do Patrimônio

05/10 - 14h58


Por Marcio Relvas

 

Nos últimos anos o que mais tem preocupado a cabeça dos investidores é a crise econômica. Dentre idas e vindas, tsunamis e "marolinhas", percebe-se que a situação é mesmo grave, e a possibilidade do mundo, iminentemente, mergulhar em um período de recessão mais profunda talvez seja o cenário mais plausível. E o que os cidadãos comuns podem fazer para buscar a melhor defesa do seu patrimônio? Uma gestão equilibrada dos recursos. Mas para isso não existe uma regra geral, cada perfil demanda uma análise diferente e individualizada, em função dos objetivos pessoais, situação financeira, e principalmente, tolerância ao risco. Já passou da hora de refletir e tomar decisões importantes para a saúde dos negócios e bem estar das famílias.

Juros, Inflação e PIB

02/09 - 14h22


 

Agosto passou. E final de mês sempre ocorre uma movimentação maior por parte dos fundos, onde os gestores buscam recuperar a rentabilidade de seus produtos para fechar balanço, e não desagradar os clientes. Mesmo assim, não conseguiram eliminar as perdas do decorrer do período. Quanto à inflação, o IGP-M que vinha em queda nos últimos 60 dias, voltou a subir , na casa de 0,44% - grande parte desta alta é atribuída aos alimentos. E os juros continuam altos (apesar do corte de meio ponto na Selic)... muito complicado praticar uma política monetária equilibrada, quando o custeio da máquina, os gastos com pessoal e a previdência aumentam paulatinamente. Em contrapartida, os investimentos permanecem minguando. Taí o resultado do PIB, de 0,8% no segundo trimestre, que reflete bem isso.

Investimentos e Emoções

22/08 - 20h13


Houve um tempo em que apenas a análise fundamental era a estratégia disponível para controlar investimentos. Algum tempo depois, quando os computadores pessoais tornaram-se acessíveis, ganhamos mais uma opção: a análise técnica. Entretanto uma lacuna parecia vazia e provocava questões que aqueles dois tipos de análise não conseguiam esclarecer. Por que algumas pessoas simplesmente não conseguem lidar com suas finanças de maneira segura, ao mesmo tempo em que outras obtêm grande sucesso? Assim, algumas pessoas descobriram ser necessário incorporar mais um tipo de análise ao processo... uma análise psicológica, que diz respeito às finanças comportamentais.

 

Além da boa governança

14/08 - 21h49


 

 

 Por Antony Mueller

 

 

A crise da dívida soberana na Europa e a contenda nos Estados Unidos sobre o teto da dívida do governo federal têm um significado que transcende a política atual.  Esses acontecimentos denotam o fim de uma era.  A crise financeira da atualidade assinala o fim da época do estado intervencionista de bem-estar social.  Segundo sua própria natureza, este sistema é insustentável porque depende de um endividamento perpétuo do setor público.  O fim do estado intervencionista de bem-estar social está marcado pela falência financeira do estado.

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