Artigos

O próximo passo do FED

09/03 - 11h17


 

Por John Tong

 

Por mais de um ano os bancos centrais do mundo mantêm a economia mundial respirando, injetando quantidade massiva de liquidez no sistema financeiro mundial. A dívida pública americana subiu para 7,7 trilhões, de 6,4 tri um ano atrás, e de 5 tri em 2007. O juro continua baixo. O contrato futuro de dezembro de 2010 (que é um guia da expectativa sobre o custo do dinheiro de três meses no fim do ano) indica a taxa de 1.4%, 1% mais baixa do que em agosto de 2009. O contrato de euro para dezembro de 2010 reduziu de 2.6% em setembro de 2009 para 1.7% em janeiro de 2010. A versão em libra caiu de 2.4%, há dois meses, para 1.9%.

O Fim do Euro?

08/03 - 15h31


 

Cristiano M. Costa

 

Ricardo Amorim (aquele do Manhattan Connection) fez uma previsão sombria a repsito da comunidade europeia na sua coluna da Isto É: ele está apostando no fim da Zona do Euro. Segundo Amorin, o descasamento entre a soberania fiscal/política e a ausência de controle monetário e cambial seria a razão para o trágico fim da Zona do Euro. Eu discordo do Amorin, creio que ele esqueceu quais foram os motivos que levaram à adoção do Euro. Com certeza, a Grécia ganhou mais entrando na Zona do Euro do que caso estivesse de fora. Mas a Alemanha também ganhou muito. Não é a toa que os alemães acabarão custeando boa parte da farra fiscal grega.

Risco X Lucro

05/03 - 17h42


 

Por Christian Cayre

 

Cada oportunidade de ganho no mercado exige também tomar determinado risco. Grandes ganhos estão associados a grandes riscos. A afirmação acima parece muito obvia, mas muitos traders (até experientes) se iludem com a expectativa de descobrirem um trade system infalível e livre das perdas. Um trade system (TS) pode ser classificado dentro de três modelos básicos: trend following, contra-tendência e arbitragem.

A Eterna Falácia do Mercado

02/03 - 00h39


Por Lucas

 

Como lidar com o excesso de informações distorcidas encontrada nesse mercado de ações? Alguns investidores, principalmente que utilizam a análise técnica, desconsideram totalmente as notícias veiculadas nos jornais, sites e revistas especializadas. Esse é o melhor exercício que um investidor pode adotar para tomadas de decisões no mercado de ações. Não pela parte de análise técnica, que não quero entrar nessa discussão, mas pela necessidade de ignorar o excesso de informações ou falácias que encontramos no mercado.

Estratégia com Ações - Trend Following

28/02 - 17h53


Por Daniel Vieira Costa 

 

Muitos iniciantes não sabem quando comprar ou vender e, por isso, estou descrevendo alguns tipos de estratégias que servirão de auxílio. Todas as categorias de classificação das estratégias de negociação são totalmente arbitrárias. A classificação abaixo é para enfatizar as diferenças básicas entre as abordagens possíveis à negociação. A estratégia de "Seguir a Tendência" reside na espera de um movimento de preço determinado seguido pela abertura de posição no mesmo sentido.

As Marcas e suas Curiosidades

25/02 - 15h36


Sabemos que existem algumas maneiras de fazer um negócio crescer. Duas delas se destacam na forma de capitalizar as empresas e dar maior visibilidade aos seus produtos: aumentando as vendas e valorizando a marca. Uma elevada geração de receitas não significa que o negócio seja lucrativo. Para isso é necessário que haja uma administração eficiente, onde os custos representem a menor parcela possível do faturamento. Por outro lado, decisões ousadas, criativas, que impactam na imagem, quebram paradigmas, sem afetar a reputação de uma empresa tradicional, costumam proporcionar destaque. Inovar com tradição... uma ideia que parece análoga, mas se mostra, na verdade, complementar. A seguir são relacionados 52 fatos interessantes sobre grandes marcas.

RV: na Teoria, e a Prática

23/02 - 20h48


Por Lafayette

 

Volta das aulas, CBN ligada, Mauro Halfeld comenta um estudo interessante. De acordo com ele, em 101 anos, as ações deram um rendimento médio de 4,5% a.a. acima da inflação e a renda fixa, 1% a.a. acima da inflação. Qualquer estudo destes tem que ser visto com muita cautela, por uma série de motivos. Pegar todas as ações realmente é algo parecido com comprar a economia inteira do país, que não pode crescer a taxas muito maiores que isso para sempre. Além disso, o método de cálculo não representa a ação do investidor instruído, e passa por momentos críticos, como crashes. Os resultados também podem variar muito por erros de cálculo grosseiros, survival bias, selection bias, mil etc.

Mania das Tulipas da Holanda

22/02 - 11h39


Porque você precisa conhecê-la

 Por João Guilherme Brotto

 

Aprender com os erros do passado é uma constante na vida de qualquer ser humano. Deveria ser também, uma constante dos mercados e dos investidores. Mas não é bem assim. Nos últimos 42 anos, o Brasil enfrentou nada menos do que 13 severas crises financeiras – algumas, inclusive, deixaram o país praticamente falido e  sem condições de crescer durante décadas. Mas isso não é só um “privilégio” nosso. Em geral, as crises financeiras costumam afetar o mundo todo, principalmente com a economia globalizada que passamos a ter com o avanço da tecnologia.

A visão de longo prazo

18/02 - 12h52


Por Christian Cayre

 

Antes de mais nada, me permitam fazer um alerta… Este artigo é voltado para o investidor de longo prazo, que não pensa em se desfazer da carteira nos próximos cinco anos. É muito interessante observar o comportamento antagônico de muitos investidores durante o ápice da crise do subprime no final de 2008 e agora, apenas  1 ano  e alguns meses depois. No final de 2008 e início de 2009, tive a oportunidade de conversar com investidores que estavam totalmente desiludidos com a bolsa de valores e entregaram para os céus suas carteiras de ações devido à desvalorização. Comentei na época, que fazer isso tem um custo de oportunidade e que ele precisava manter um distanciamento emocional deste contexto e mudar o foco para o lado racional da situação, isto é, para as oportunidades.

Sistemas Fora de Controle

15/02 - 20h33


  

O respiro de Fibonacci

   virou arritmia!

 

Os sistemas que constituem as realidades daqui são construídas por fluxos bipolares de energias: o respiro, uma onda de ida e uma onda de volta, simultâneas. A razão aúrea de que nos utilizamos para a análise do fenômeno gráfico dos ciclos do ativo, quando obtemos a leitura de simetria dos fluxos ciclicos – o respiro – do fenômeno, é uma técnica de consciência-revelada implementada como ferramenta de análise gráfica que levou o nome do seu “observador” temporal: Fibonacci; filho de Bonacci, este seu pai (de nome de Fibonacci é Leonardo de Pisa). A razão de ouro, ou também, divina proporção, apresenta a matemática estrutural dos sistemas de energias dos mundos daqui: que é o vórtice ciclônico.

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