
Notícias
Começa hoje a primeira Expo Money do ano
Tradicional evento de educação financeira e investimentos, que
percorre 11 capitais brasileiras, abre o circuito em Curitiba e
mostra que esse é o melhor momento para aprender
MasterCard apresenta seu programa de educação financeira
Programa agora dispõe de aplicativos que ajudam a controlar as
finanças pessoais e oferece informações econômicas práticas
atualizadas semanalmente
Reunião APIMEC SP com a AES Eletropaulo e AES Tietê
A APIMEC SP (Associação dos
Analistas e Profissionais de Investimento do Mercado de Capitais) tem
o prazer de convidá-lo (a) para a reunião pública com a diretoria da
AES Eletropaulo e da AES Tietê, que será realizada nesta terça-feira,
dia 31 de março, às 9h
Expo Money Curitiba reúne mais de 4 mil interessados
| Pelo quarto ano consecutivo o público curitibano demonstrou, durante a Expo Money, que está interessado no mercado financeiro e, principalmente, que busca informações aprofundadas sobre a crise internacional | |||
Saxo Bank anuncia lucros recorde em 2008
Saxo Bank, banco especializado em negociação e investimentos
on-line, anunciou hoje um aumento de 61 por cento na receita
operacional e um aumento de 23 por cento em seu lucro líquido em 2008
Le Lis Blanc encerra o ano com crescimento de 44,6%
A Le Lis Blanc Deux
Comércio e Confecção de Roupas S.A. (“Le Lis Blanc”) (LLIS3), empresa
de varejo de moda premium, anuncia seus resultados do quarto
trimestre de 2008 (4T08) e resultados consolidados do ano de 2008.
Segurança alimentar: uma prioridade absoluta para o G-20
A conclusão da Rodada Doha
será obviamente apresentada, na próxima conferência do G-20, em 2 de
abril, como a solução para repelir o protecionismo.
Reunião na APIMEC em São Paulo com a Eletrobrás
A APIMEC SP (Associação dos
Analistas e Profissionais de Investimento do Mercado de Capitais) tem
o prazer de convidá-lo (a) para a reunião pública com a diretoria da
Eletrobrás, que será realizada nesta quarta-feira, dia 01 de abril,
às 16h.
Reunião APIMEC SP com a TAM Linhas Aéreas
A APIMEC SP (Associação dos
Analistas e Profissionais de Investimento do Mercado de Capitais) tem
o prazer de convidá-lo (a) para a reunião pública com a diretoria da
TAM, que será realizada nesta quinta-feira, dia 02 de abril, às 9h.
Uma maneira de sair da crise financeira
- A Sociedade pela Mudança Global 2009 apresenta um plano de
recuperação financeira e econômica
Prêmio ABRASCA Melhor Relatório Anual abre as inscrições
Abertas as inscrições para o
"Prêmio Abrasca Melhor Relatório Anual". Um dos mais tradicionais do
mercado financeiro, o Prêmio Abrasca entra em sua 11° edição e é
destinado aos melhores relatórios anuais referentes ao ano de 2008.
Reunião APIMEC SP com a Companhia Paranaense de Energia
A APIMEC SP (Associação dos
Analistas e Profissionais de Investimento do Mercado de Capitais) tem
o prazer de convidá-lo (a) para a reunião pública com a diretoria da
Copel, que será realizada nesta sexta-feira, dia 03 de abril, às 9h.
GOL e Air France-KLM Assinam Acordo de Cooperação
A GOL Linhas Aéreas Inteligentes
S.A. (Bovespa: GOLL4 e NYSE: GOL), a companhia aérea brasileira de
baixo custo, anuncia hoje ao mercado a assinatura de um acordo
comercial com o grupo Air France-KLM.
Reunião APIMEC SP com a Coelce - COCE5
Pelo sétimo ano consecutivo, a
Coelce realizará a reunião pública APIMEC SP (Associação dos
Analistas e Profissionais de Investimento do Mercado de Capitais) com
analistas e investidores.
CGAP e WIZZIT fazem parceria em serviços bancários
Serviços irão conectar as pessoas pobres das pequenas cidades e áreas
rurais com serviços bancários pela primeira vez
Expo Money chega ao Nordeste na próxima semana
3ª edição na capital cearense traz consultores para falar sobre como
cuidar das finanças no atual cenário, e analistas técnicos como
Stormer, Didi e Wagner Caetano que abordam o investimento em ações e
opções
Reunião APIMEC São Paulo com a Profarma
Pelo quarto ano consecutivo, a
Profarma realizará a reunião pública APIMEC SP (Associação dos
Analistas e Profissionais de Investimento do Mercado de Capitais) com
analistas e investidores.
Bank of America Merrill Lynch contrata diretor de vendas
Bank of America Merrill
Lynch anunciou hoje que Bryan Weadock se juntará ao grupo Mercados
Mundiais da empresa como diretor de Vendas de Renda Fixa das Américas
em julho de 2009.
CTEEP distribui R$ 106,0 mil em dividendos, R$ 0,71 por ação
A CTEEP - Companhia de
Transmissão de Energia Elétrica Paulista anuncia que foi aprovada em
AGOE de 15/04/2009, a distribuição de R$ 105.890.687,86 referente ao
saldo remanescente do lucro apurado no exercício de 2008.
BR MALLS Divulga Prévia do Desempenho de Vendas
BR MALLS Participações S.A.
(Bovespa: BRML3), a maior empresa integrada de shopping centers do
Brasil, antecipa algumas informações sobre os resultados operacionais
de vendas dos lojistas e aluguéis relativos ao 1T09.
Reunião APIMEC São Paulo com a Mangels
Pelo sétimo ano consecutivo, a Mangels Industrial realizará a reunião pública APIMEC SP (Associação
dos Analistas e Profissionais de Investimento do Mercado de Capitais) com analistas e investidores.
Bank of America registra lucros de US$ 4,2 bi no 1º trimestre
A Bank of America Corporation reportou lucro líquido no primeiro trimestre de
2009 de US$ 4,2 bilhões.
Walter Mendes é o novo presidente da AMEC
Walter Mendes de Oliveira Filho
foi eleito, dia 23 de abril de 2009, em Assembléia Geral Ordinária e
Extraordinária, como novo presidente da AMEC (Associação de
Investidores no Mercado de Capitais), entidade que atua na defesa dos
direitos dos acionistas minoritários em companhias abertas.
Análise Gráfica e Planejamento na Expo Money
São mais de 30 palestras gratuitas com economistas, consultores,
analistas e profissionais de mercado. Entre os destaques da
programação está o consultor financeiro Gustavo Cerbasi e a
participação de grafistas renomados do país
Qualcomm e a Broadcom alcançaram um pacto de patente
- O acordo finaliza um litígio entre as duas companhias em todo o mundo -
Anderson & Schwab une-se à Behre Dolbear para consultoria
A transação cria um provedor de serviços integrado de consultoria em
administração para o setor de minerais e fornece aos clientes mais
recursos e ofertas
O Boticário: 1% da receita líquida anual para biodiversidade
O Boticário destina 1% da receita líquida anual para projetos de biodiversidade 13/07/2009 /PR Newswire do Brasil/ -- Com orçamento próximo a R$ 10 milhões por ano, a Fundação O Boticário de Proteção à Natureza amplifica os valores da companhia na cadeia sustentável.
Itaú Unibanco Holding - resultados do primeiro tri de 2009
Apresentamos os principais resultados do Itaú Unibanco Holding S.A. (Itaú Unibanco) no primeiro trimestre de 2009.
Importância e caminho para uso do novo padrão contábil
Segue a opinião sobre IFRS do Assessor Técnico da APIMEC SP (Associação dos Analistas e Profissionais de Investimento do Mercado de Capitais), Ricardo José de Almeida
Reunião APIMEC São Paulo com a TAM
A TAM realizará a reunião pública
APIMEC SP (Associação dos Analistas e Profissionais de Investimento
do Mercado de Capitais) com analistas e investidores. A diretoria
estará reunida nesta sexta-feira, dia 08 de maio de 2009, às 9 horas.
EDP Energias do Brasil registra EBITDA de R$ 340 M no 1T09
Gastos Gerenciáveis, excluindo Depreciação e Amortização, reduziram 17% em relação ao 1T08
GOL republica as suas Demonstrações Financeiras de 2008
A GOL Linhas Aéreas Inteligentes
S.A. (Bovespa: GOLL4 e NYSE: GOL), a companhia aérea brasileira de
baixo custo, republica suas demonstrações financeiras referentes aos
excercícios sociais de 2007 e 2008 em IFRS
SABESP anuncia 3ª emissão de Notas Promissórias
A Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo - Sabesp (BM&FBovespa: SBSP3; NYSE: SBS), em
atendimento às disposições da Instrução nº. 358, de 3 de janeiro de 2002, da Comissão de Valores Mobiliários (“CVM”)
Ajuizada ação contra a UBS por concentração de Ações
O Shepherd, Smith, Edwards & Kantas LLP ( www.sseklaw.com ), um escritório de advocacia especializado em processos/arbitragens envolvendo fraudes com títulos e má conduta de corretoras, apresentou um pedido de arbitragem
(processo FINRA no 09-02260) em representação de um cliente da UBS International ("UBSI"), uma divisão da UBS (NYSE: UBS).
Merrill Lynch vê aumento do otimismo de investidores
Sinais de exuberância surgem em corrida a mercados emergentes
Instrução CVM 202 é foco no 11º Encontro Nacional de RI
São Paulo, 23 de junho de 2009 - "Assuntos Emergentes – O que há
de Novo no Mercado de Capitais do Brasil e do Exterior" foi o tema do
painel sete do segundo dia do Encontro Nacional de Relações com
Investidores e Mercado de Capitais, evento realizado pelo IBRI e
ABRASCA, no Sheraton São Paulo WTC Hotel.
Palestra sobre os setores de Concessões públicas e Telecom
Nesta quinta-feira, dia 25 de junho de 2009, a APIMEC SP (Associação dos Analistas e Profissionais
de Investimento do Mercado de Capitais) e a Ernst & Young discutirão os impactos da nova lei contábil e do IFRS (International Financial Reporting Standards) nos setores de telecom e concessões públicas.
SulAmérica lança seu 1º relatório anual totalmente online
A Sul América S.A. (BM&F BOVESPA: SULA11) acaba de disponibilizar na internet seu Relatório Anual de
2008, o primeiro totalmente desenvolvido como solução online.
EDP Energias do Brasil registra EBITDA de R$ 344 M no 2T09
Gastos Gerenciáveis, excluindo Depreciação e Amortização, reduziram
12% em relação ao 2T08
Microfinança passa pelo crivo da crise econômica
Nova pesquisa identifica os maiores riscos encarados pela indústria
Coventry, em expansão, abre escritório em Hong Kong
Charles Wong foi nomeado diretor gerente do novo escritório, último
executivo sênior a entrar para a equipe Coventry
CSC fecha acordo para aquisição da BearingPoint no Brasil
A aquisição deve fortalecer as capacidades industriais verticais e
horizontais, ampliando as oportunidades em um mercado global
estratégico
Bradesco: Divulgação dos Resultados do 1º Semestre 09
Apresentamos os principais números obtidos pelo Bradesco no 1º semestre de 2009
Gafisa Anuncia os Resultados do Segundo Trimestre de 2009
A Gafisa uma das maiores incorporadoras
residenciais do Brasil, anuncia hoje seus resultados financeiros
referentes ao segundo trimestre findo em 30 de junho de 2009 (2T09).
Vendas alcançam R$835 milhões no trimestre e R$1,4 bilhão no
primeiro semestre
Expo Money tem 7ª edição com expectativa de 20 mil pessoas
O mais importante evento da América Latina de educação financeira e investimentos traz personalidade internacional e traz mais 150 palestras sobre finanças pessoais e oportunidades de investimentos disponíveis no mercado financeiro. Essa edição será o fechamento de um ciclo onde o investidor poderá fazer o seu balanço de um ano da crise econômica mundial
CADE aprova reorganização societária entre TOTVS e Datasul
TOTVS S.A., em cumprimento ao disposto na Instrução CVM 358/2002
BM&FBOVESPA realiza Congresso de Mercados Financeiro
Encontro promove debate sobre perspectivas, regulação e gestão de
risco no mercado global
Apimec SP promove curso para os exames do CNPI
A Apimec SP (Associação dos Analistas e Profissionais de Investimento do Mercado de Capitais) está com as inscrições abertas para o curso preparatório para os exames CG1 (Conteúdo Global 1) e CB (Conteúdo Brasileiro), necessários para os profissionais que pretendem obter o Certificado Nacional do Profissional de Investimento.
Reunião Apimec de São Paulo com a Braskem
A Apimec SP (Associação de Analistas e Profissionais de Investimento do Mercado de Capitais) tem o prazer de convidá-lo(a) para a reunião pública com a diretoria da Braskem
Reunião Apimec SP com a ALL - América Latina Logística
A Apimec SP (Associação de Analistas e Profissionais de Investimento do Mercado de Capitais) tem o prazer de convidá-lo(a) para a reunião pública com a diretoria da ALL, que será realizada nesta terça-feira, dia 18 de agosto de 2009,
às 11h.
Associação: Itaú Unibanco e Porto Seguro
Itaú Unibanco Holding S.A. ("Itaú Unibanco") e Porto Seguro S.A. ("Porto Seguro") comunicam ao mercado que celebraram, em 23 de agosto de 2009
GOL Arquiva Pedido de Distribuição Pública de Ações
A GOL Linhas Aéreas Inteligentes S.A. anuncia em atendimento à Instrução CVM nº 358, de 3 de janeiro de 2002, conforme alterada, comunica aos seus acionistas e ao mercado que apresentou à Associação Nacional dos Bancos de Investimento, no exercício das prerrogativas que lhe foram conferidas pela Comissão de Valores Mobiliários ("CVM"), nos termos da Instrução CVM n.º 471, pedido de análise prévia de uma distribuição pública primária de ações ordinárias e ações preferenciais, a ser realizada pela Companhia e de uma distribuição pública secundária de ações preferenciais a ser realizada pelo Acionista Vendedor ("Oferta Brasileira").
Brasil pronto para as regras propostas nas reservas de petróleo
Ainda hoje, o governo brasileiro irá apresentar uma proposta que recomenda mudanças significativas na estrutura legal e regulamentar do país para a exploração e desenvolvimento dos recursos de hidrocarbonetos localizados na costa sudeste do Brasil.
Prêmio ABRASCA CRIAÇÃO DE VALOR define 22 destaques setoriais
Vem aí a segunda edição do Prêmio Abrasca Criação de Valor. Evento ocorrerá no dia 1 de outubro próximo, em São Paulo, premiando a companhia que tiver criado o maior valor no ano anterior
Reunião Apimec São Paulo com a Sul América
A Apimec SP (Associação de Analistas e Profissionais de Investimento do Mercado de Capitais) tem o prazer de convidá-lo(a) para a reunião pública com a diretoria da Sul América
Inscrições para o Curso de Mercado de Capitais da Apimec
Apimec SP (Associação dos Analistas e Profissionais de Investimento de São Paulo) está com inscrições abertas para o 19º Curso de Introdução ao Mercado de Capitais
Nucletron aumenta previsão para o ano completo
Apesar das desafiadoras condições econômicas globais, a Nucletron excedeu as projeções para a primeira metade do ano.
Pacote anticrise da Europa sustenta mercados globais
Um pacote emergencial de 1 trilhão de dólares para estabilizar o euro patrocinou um significativo rali das ações globais
GOL Conclui Oferta de Ações e Reforça sua Posição em R$627 M
Com balanço revitalizado, a GOL está muito bem posicionada para se beneficiar no crescimento do transporte aéreo do Brasil e América Latina
Ultrapar obtém investment grade pela Standard & Poor's
A ULTRAPAR PARTICIPAÇÕES S.A. (BM&FBOVESPA:UGPA4 / NYSE:UGP) informa ao mercado que a agência de classificação de risco Standard & Poor's Ratings Services
Analistas técnicos terão certificado especial para a categoria
A partir de agora, os analistas técnicos, também conhecidos como grafistas, precisarão de certificado especial para emitir suas recomendações e relatórios: o CNPI-T (Certificado Nacional do Profissional de Investimento – Técnico.
ABnote anuncia Resultados do 3º Trimestre de 2009
A ABnote S.A. anuncia os resultados do terceiro trimestre de 2009 (3T09)
Assembléia da FELABAN traz líderes financeiros a Miami
Pela primeira vez, os maiores bancos da China discutirão interesses e perspectivas para a América Latina
Expo Money Rio traz 50 palestras e atendimentos gratuitos
A programação do maior evento de educação financeira e investimentos conta com cinco salas de palestras gratuitas que abordam desde como planejar a aposentaria até opções mais arrojadas para ganhar dinheiro na Bolsa com o aluguel de ações
América Latina mais veloz que os EUA no pós-crise
"A América Latina foi uma das últimas regiões a ser afetada pela crise. E será uma das primeiras a sair dela". Ricardo Marino, presidente da FELABAN
FELABAN está otimista com a recuperação da América Latina
A crise internacional encontrou os sistemas financeiros da América Latina em posição sólida, líquida e solvente, o que permitirá uma recuperação mais rápida
Li3 Energy, Inc. anuncia novo nome e código de negociação
A Li3 Energy, Inc. (OTC Bulletin Board: LIEG; "Li3 Energy"), anteriormente conhecida como NanoDynamics Holdings, Inc., tem o prazer de anunciar hoje que mudou o seu nome para Li3 Energy, Inc. para apoiar o seu novo foco de negócios no setor de mineração de lítio nas Américas do Sul e do Norte.
Reunião pública com a diretoria da São Carlos na Apimec SP
A Apimec SP (Associação de Analistas e Profissionais de Investimento do Mercado de Capitais) tem o prazer de convidá-lo(a) para a reunião pública com a diretoria da São Carlos, que será realizada nesta terça-feira, dia 24 de novembro de 2009, às 9h.
Governos poderiam ajudar no acesso a serviços financeiros
Mais de 170 milhões de pessoas pobres no mundo recebem pagamentos regulares de seus governos
Moodys alerta bancos de Portugal, Espanha, Itália, e R. Unido
Moody's advertiu hoje do perigo de que o rebaixamento da classificação de risco dos bancos gregos pela fragilidade da dívida soberana daquele país contagie entidades financeiras de Portugal, Espanha, Itália, Irlanda e o Reino Unido.
Monopólio da BM&FBovespa pode ser ameaçado no futuro
Crescimento da bolsa pode atrair novos participantes nos próximos anos
Resultados de 2009 do Banco Bradesco S.A.
Apresentamos os principais números obtidos pelo Bradesco no exercício de 2009
A Bolsa de Santiago entra em sociedade com a Clarity
Bolsa de valores sul-americana líder promoverá a Clarity FSR(TM) entre suas firmas afiliadas
Braskem anuncia EBITDA de R$ 633 milhões no 4T08
A BRASKEM S.A. (BOVESPA: BRKM3,
BRKM5 e BRKM6; NYSE: BAK; LATIBEX: XBRK), líder em resinas
termoplásticas na América Latina e terceira maior produtora
petroquímica das Américas, divulga hoje o resultado do 4º trimestre
de 2008 (4T08) e ano de 2008.
Em plena crise, lançam o serviço bancário móvel para pobre
Apesar dos desafios reguladores e da crise financeira, os legisladores estão
abraçando o serviço bancário móvel como fornecimento de um meio de
acesso financeiro para o pobre que não trabalha com bancos.
Tenda Anuncia seus Resultados do 4T08 e ano de 2008
A Construtora Tenda S.A. (Bovespa:
TEND3), única companhia do setor imobiliário residencial voltada
exclusivamente para o segmento de baixa renda e com equipe própria de
vendas, anuncia hoje os seus resultados do quarto trimestre de 2008
(4T08) e ano de 2008.
Algar Telecom expande contrato com a Global Crossing
A Global Crossing (NASDAQ:
GLBC), empresa líder no fornecimento de soluções globais em IP,
anunciou que Algar Telecom expandiu o seu contrato com a provedora,
para atender ao contínuo forte crescimento de serviços IP nos
mercados corporativos e residenciais brasileiros.
Rodobens Divulga Resultados de 2008 e 4T08
A Rodobens Negócios
Imobiliários (Bovespa: RDNI3), incorporadora imobiliária residencial
com mais de 17 anos de atuação e com foco em cidades do interior
brasileiro, anuncia hoje seus resultados auditados referentes ao
exercício de 2008.
AMILPAR - Receita cresce 26,5% e LL Ajustado sobe 28,7%
A Amilpar (BOVESPA: AMIL3,
Bloomberg: AMIL3 BZ e Reuters: AMIL3.SA), a maior empresa de medicina
de grupo no Brasil, anunciou hoje os resultados de 31 de Dezembro de
2008
Thomson Reuters publica livro branco da Pharma Matters
O setor científico e de cuidados com a saúde da Thomson Reuters lançou hoje o livro
branco, "Os Cinco Mitos sobre a Concorrência dos Genéricos"
BRMALLS anuncia EBITDA de R$ 85,1 mi e crescimento de 76,6%
A BRMALLS Participações
S.A. (Bovespa: BRML3), a maior empresa integrada de shopping centers
do Brasil, anuncia hoje seus resultados referentes ao quarto trimestre
de 2008 (4T08).
Reuters divulga trabalhos 'Mais Quentes' de 2007-2008
A divisão de
Saúde e Ciências da Thomson Reuters anunciou hoje os resultados de
sua rodada anual indicando os pesquisadores e trabalhos "hottest", ou
seja, "os mais quentes".
Global Crossing conclui expansão de rede GMS no Equador
A Global Crossing
(Nasdaq: GLBC), líder global em soluções de IP, anunciou hoje que
concluiu um importante upgrade e expansão das soluções de
telecomunicações e TI da GMS, que é cliente da Global Crossing há
nove anos.
SEB divulga resultados de 2008 com forte crescimento
O SEB - Sistema Educacional
Brasileiro S.A. (Bovespa: SEBB11), anunciou ontem seus resultados
referentes ao 4T08 e ano de 2008 superando as expectativas e
divulgando um crescimento em sua Receita Líquida de 103,3% em 2008
comparado com 2007.
Pesquisa da Merrill Lynch revela crescimento do otimismo
Os investidores
estão no auge de seu otimismo em relação à economia global desde
dezembro de 2005, conforme a Pesquisa da Merrill Lynch com Gerentes
de Fundos para o mês de março
Luiz Jurandir Simões é o novo Diretor do IBCPI
A Apimec Nacional (Associação
dos Analistas e Profissionais de Investimento do Mercado de Capitais)
conta agora com mais um nome de peso do Mercado de Capitais para
compor o seu quadro diretivo.
Abertas inscrições para o Prêmio e-capitalmarket
O IBRI (Instituto Brasileiro de
Relações com Investidores) apóia o Prêmio e-capitalmarket realizado
pela revista Executivos Financeiros, que acontece no dia 14 de abril
de 2009
General Shopping Brasil - EBITDA ajustado aumenta 67,8%
A General Shopping Brasil S.A
(Bovespa: GSHP3), empresa com expressiva participação no mercado de
shoppings centers do Brasil, anuncia hoje seus resultados do quarto
trimestre de 2008 (4T08) e no ano de 2008
Obama alerta para nova crise se reforma financeira fracassar
O presidente Barack Obama defendeu nesta quinta-feira, em Nova York, uma profunda reforma financeira, destacando que os Estados Unidos podem conhecer uma nova crise se uma nova regulação não for aprovada, ao mesmo tempo em que exortou Wall Street a apoiá-la.
Execução de hidrelétrica no Pará preocupa Planalto
O resultado do leilão da hidrelétrica de Belo Monte, com deságio de 6%, e as perspectivas de mudança no consórcio Norte Energia criaram dúvidas no mercado e em parte do governo sobre a obra. Na avaliação do governo Lula, o consórcio terá um "lucro menor", mas terá de honrar os compromissos assumidos.
Investimento estrangeiro deve chegar a US$ 2,8 bi em abril
O investimento estrangeiro direto, que vai para o setor produtivo da economia, deve fechar este mês em US$ 2,8 bilhões, de acordo com projeção do Banco Central (BC) divulgada hoje (22). Neste mês, até hoje, esse investimento está em US$ 2,1 bilhões.
Alívio no mercado: semana nervosa termina com dia tranquilo
Após uma semana marcada por fortes quedas nas principais bolsas de valores do mundo, ontem foi o dia da virada. Ainda é cedo para dizer se o bom humor mostrado pelos investidores vai durar. Mas, de qualquer maneira, os mercados tiveram um alívio em meio ao pânico generalizado pelos efeitos da crise europeia.
EUA aprovam pacote para conter a ação dos bancos
Enfim, um freio na especulação
Alemanha, França e Reino Unido vão taxar bancos
As três maiores potências econômicas da Europa - Alemanha, França e Reino Unido - anunciaram ontem, em Berlim, que vão criar um mecanismo comum de taxação sobre o sistema financeiro. O imposto bancário será calculado a partir do balanço de cada instituição e será vinculado ao tamanho do risco assumido por sua direção.
Mercado financeiro espera aperto maior dos juros
Ante os sinais de temor do Banco Central (BC) nas últimas semanas com respeito à inflação, o mercado passou a esperar um ritmo maior de aumento da taxa básica de juros. Segundo a pesquisa semanal Focus, divulgada pela autoridade monetária ontem, os economistas consultados agora projetam a Selic a 12,13% ao ano no fim de 2010, de acordo com a mediana das estimativas. Nas duas semanas anteriores, as contas indicavam uma Selic - hoje em 10,25% ao ano - a 12% no fim do período.
Governo dá R$ 20 bilhões para realização da Copa de 2014
Presidente assina MP que vai conceder benefícios financeiros para as cidades que irão sediar jogos do Mundial no Brasil, mas não quer que a União gaste mais que o necessário
CVC dá mais um passo rumo ao IPO na BM&FBovespa
A CVC deu mais um passo rumo à abertura de capital na BM&FBovespa. De acordo com a empresa, a chegada do executivo Luiz Fenando Fogaça, que foi escolhido o novo vice-presidente de Administração e Finanças, deve acelerar o processo para o IPO (Oferta Inicial de Ações, na sigla em inglês).
Mercados Financeiros, ao alcance de todos
A Trader College, empresa líder em capacitação de operadores de mercados financeiros na América Latina, anuncia que está iniciando a partir de julho de 2010 seu novo ciclo de Conferências "Gerar Ativos - Mercados Financeiros Eletrônicos."
Três maiores bancos têm 56% dos depósitos no País
Fortalecidos pelo maciço aporte de fundos públicos e pela política de aquisição de outras instituições em dificuldades durante a crise financeira global, os grandes bancos americanos passaram a concentrar cada vez mais poder de fogo.
Mercado financeiro já trabalha com IPCA mais alto
Os efeitos da decisão do Copom, mais branda do que o esperado pelos economistas, já foram sentidos nos negócios com NTN-Bs, títulos do Tesouro Nacional atrelados ao IPCA. As taxas desses papéis dispararam, mostrando que, para investidores, a inflação corre o risco de ficar mais alta. Afinal, uma ação de política monetária menos vigorosa agora pode ter efeito sobre os preços no futuro.
ABRASCA divulgará Pesquisa sobre Tendências Macroeconômicas
A Associação Brasileira das Companhias Abertas (ABERTAS) divulgará o que pensam os empresários brasileiros sobre as tendências macroeconômicas para o segundo semestre do ano na próxima quinta-feira, dia 29
Mercado de capitais procura atrair novos negócios
A somatória das emissões realizadas no primeiro semestre deste ano comprova que o mercado de capitais brasileiro está recuperado da pior crise financeira mundial, com desempenho considerado habitual e ativo, tanto em operações de ações, quanto operações de dívidas. Os dados são da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima). No período, foram totalizadas R$ 14,4 bilhões em emissões de ações, aumento de 26,9% sobre igual período de 2009.
Investidor ignora alta da bolsa e foge das ações
Apesar da arrancada de 6,39% do Ibovespa na semana passada, os investidores não se animaram a aplicar em fundos de ações. No período, a categoria amargou saída líquida - saques menos aportes, sem contar a rentabilidade - de R$ 231,7 milhões, segundo informações da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima).
Multiplus anuncia lucro líquido de R$ 23,1 milhões
Multiplus S.A. (BM&FBovespa: MPLU3) divulga resultados do segundo trimestre de 2010
Contagem regressiva para a Expo Money Brasília
Evento que acontece daqui uma semana já contabiliza mais de 2 mil inscritos e Clínica Financeira conta 48 pacientes
Aprenda a faturar com os dividendos das ações
Bonificação sobre lucro líquido paga por empresas garante ganho real, mas o investidor deve ficar vigilante. Não é comum a distribuição ocorrer em um ano e ser suspensa nos seguintes.
Estrangeiros retiraram R$ 194 mi da Bovespa no dia 12
São Paulo - Os investidores estrangeiros retiraram R$ 194,068 milhões da Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) na última quinta-feira, dia 12. Naquele pregão, amparado por valorizações das ações da Vale e da Petrobras, o índice Bovespa (Ibovespa) fechou em leve alta de 0,27%, aos 65.966,17 pontos. O giro financeiro foi de R$ 5,093 bilhões.
Fundo Monetário anuncia linha de crédito preventivo
O Fundo Monetário Internacional (FMI) anunciou que ampliará os tipos de empréstimos que oferece atualmente para encorajar um grande número de países em desenvolvimento a obter ajuda financeira antes que eles sejam atingidos por uma crise.
Ações da Petrobras oscilam com definição de preço do barril
Após grande expectativa, a definição do que promete ser a maior oferta do mercado financeiro mundial começa a se desenhar. O valor médio do barril de petróleo da cessão onerosa da Petrobras foi definido na noite da quarta-feira (1) em U$ 8,51.
EUA querem regras para que bancos não maquiem dívidas
Para que não se repita uma crise financeira como a de 2008, a comissão de valores aprovou hoje por unanimidade regras que impedirão os bancos de "maquiarem" seus balanços retirando dívidas ao fim de cada trimestre.
Economia americana divide atenções com oferta da Petrobras
Após mais uma semana em que o otimismo inicial foi abatido por indicadores negativos das economias americanas e europeias, a cautela deve continuar a prevalecer nas bolsas mundiais, sugerem analistas.
Inflação pelo IGP-10 atinge 1,12% em setembro
A inflação medida pelo Índice Geral de Preços - 10 (IGP-10) foi de 1,12% em setembro, após ter atingido 0,46% em agosto, informou hoje a Fundação Getúlio Vargas (FGV).
Merkel anuncia cortes de 80 bi de euros na Alemanha
A chanceler alemã, Angela Merkel, anunciou hoje o mais drástico plano de cortes de gastos na história da Alemanha desde a Segunda Guerra Mundial, no valor de 80 bilhões de euros até 2014.
Suíça exige mais fundos próprios a UBS e Crédit Suisse
A Suíça anunciou nesta segunda-feira sua intenção de encurtar as rédeas dos dois grandes bancos UBS e Credit Suisse, exigindo mais fundos próprios que os estabelecidos nos acordos internacionais de Basileia III para prevenir novas crises em um setor vital para sua economia.
Estrangeiros aplicam R$ 3,136 bi na Bolsa em setembro
Os investidores estrangeiros ingressaram com R$ 3,136 bilhões na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) em setembro, informou hoje a Bolsa. As compras somaram R$ 44,928 bilhões e as vendas alcançaram R$ 41,793 bilhões.
EUA e Europa voltam a preocupar; país avalia 2o turno
Dados apontando um quadro ainda misto sobre a recuperação nos Estados Unidos e renovadas preocupações com a Europa ditaram queda nos principais mercados globais nesta segunda-feira.
Títulos da TAM perdem entusiasmo pelo acordo com LAN
Os títulos da dívida da Tam SA deixaram de acompanhar a disparada no retorno de papéis corporativos brasileiros. O desempenho mais fraco é resultado da redução nas apostas de que a chilena Lan Airlines SA vai garantir a dívida da segunda maior companhia aérea brasileira.
Ação da Petrobras é a única abaixo do Ibovespa em 12 meses
Levantamento da Economática mostra que estatal teve o pior ganho real entre 340 ações pesquisadas
Imóvel é a mais nova forma de poupança dos investidores
Estima-se que até 40% dos apartamentos de condomínios lançados em SP sejam vendidos para pessoas que querem revender ou alugar
Banco Panamericano recebe aporte de R$ 2,5 bilhões
O Banco Panamericano recebeu um aporte de R$ 2,5 bilhões do Fundo Garantidor de Crédito (FGC), com garantia de bens do grupo Silvio Santos, controlador da instituição. A informação consta de fato relevante divulgado pelo banco nesta noite de terça-feira.
Ações de consumo e crédito devem brilhar no governo Dilma
As ações de empresas que atuam em setores ligados a consumo, crédito e infraestrutura serão as estrelas da Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) no governo Dilma Rousseff. Na opinião de analistas financeiros, o Brasil caminha para uma economia cada vez mais estável e com maior distribuição de renda, o que fará brilhar papéis ligados a esse movimento.
Regulação do sistema financeiro evitaria crise, diz Stiglitz
Em novo livro “O Mundo em queda livre”, prêmio Nobel de Economia em 2001 condena medidas dos EUA e do FMI para combater crises
Lucro das empresas cresce 19% no terceiro trimestre
Receita líquida das 126 companhias que já divulgaram balanços avançou 15% em relação ao mesmo período de 2009
Inflação preocupa seguradoras em todo o mundo
Estímulo financeiro a países em crise pode elevar indenizações, o que reduz retorno de empresas; no Brasil, impacto é menor
Lula oficializa indicação de Tombini para Banco Central
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva encaminhou ao Senado a indicação do economista Alexandre Tombini, diretor de Normas e Sistema Financeiro do Banco Central (BC), para o cargo de presidente da instituição no governo de Dilma Rousseff
Merkel e Sarkozy se reunirão para estabilidade do euro
Autoridades da França e da Alemanha se encontrarão no dia 10 de dezembro, mas negam que reunião é emergencial
Nunca vamos abandonar o euro, diz presidente francês
Em sua apresentação no Fórum de Davos, o presidente da França, Nicolas Sarkozy, fez uma apaixonada defesa do euro, ameaçado pela crise nos países periféricos da Europa.
Bancos retomam crédito e fluxo beneficia o Brasil
Dois anos depois da crise que secou o sistema financeiro, os bancos voltam a emprestar. Dados divulgados ontem pelo Banco de Compensações Internacionais (BIS) indicam que o fluxo de linhas de crédito e de empréstimos volta a crescer, ainda que as quedas de 2008 e 2009 estejam longe de serem compensadas. O Brasil foi o segundo país emergente que mais se beneficiou dos créditos externos em 2010, superado apenas pela China.
Compras coletivas: consumo por impulso ativa revenda de cupons
A febre dos sites de compra coletiva, nos quais internautas obtêm descontos de serviços por meio da compra de cupons promocionais, está alimentando o surgimento de uma "indústria do impulso".
Goldman Sachs recomprará US$ 5 bil em ações de Warren Buffett
O Goldman Sachs anunciou nesta sexta-feira que recomprará os US$ 5 bilhões em ações preferenciais do grupo Berkshire Hathaway, de Warren Buffett, para saldar o empréstimo feito pelo milionário investidor quando a crise financeira explodiu em 2008.
BC dos EUA conclui nova rodada de testes nos bancos
O Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano) anunciou a conclusão de uma nova rodada de testes de estresse nos 19 maiores bancos dos EUA.
Para o BC, pode haver alguma piora marginal da inflação
A inflação foi o tema principal da palestra do presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, em evento realizado na cidade de São Paulo, em que o Banco Itaú Unibanco recebeu o prêmio Qualidade em Bancos 2010, da revista Banco Hoje. Ele afirmou que as medidas tomadas pelo BC já estão fazendo efeito, embora possa haver uma "piora marginal".
Itaú Unibanco compra 49% do Banco Carrefour por R$ 725 M
O Itaú Unibanco comunicou há pouco ao mercado que firmou hoje com o Carrefour Brasil contrato de compra e venda de ações para aquisição de 49% do Banco CSF S.A. (Banco Carrefour), pelo valor de R$ 725 milhões. O montante corresponde a um múltiplo P/L (Preço/Lucro) 2010 de 11,6 vezes.
Nossa Caixa lança linha de crédito para franquias em SP
A Agência de Fomento Paulista/Nossa Caixa Desenvolvimento acaba de lançar uma linha de crédito destinada a financiar projetos no setor de franquias. Com taxa de juros de 8% ao ano, além do IPC-Fipe, a linha é válida para todo o estado de São Paulo.
Mercado volta a elevar previsão de inflação em 2011
O mercado financeiro voltou a elevar a projeção para a inflação em 2011, segundo o boletim Focus, divulgado pelo Banco Central (BC).
Agência S&P rebaixa perspectiva da dívida dos EUA
A agência de classificação de risco Standard & Poor’s (S&P’s) rebaixou sua perspectiva da dívida dos Estados Unidos de "estável" para "negativa", lançando assim um alerta de que poderá mudar a classificação de crédito do país nos próximos dois anos.
Mercado corta estimativa de inflação, Selic e PIB em 2012
O mercado financeiro voltou a reduzir as previsões para a inflação oficial e a Selic em 2012, ao mesmo tempo em que diminuiu as estimativas para o crescimento da economia neste ano e no próximo, mostrou o relatório Focus do Banco Central (BC)
Artigos
Os erros mais comuns dos investidores
O portal AE Investimentos consultou vários analistas de mercado para descobrir quais são os erros mais comuns dos investidores na hora de aplicar. Conheça cada um deles e previna-se!
Autora: Nathália Ferreira
Psicologia pode ajudar as finanças
Quem cuida das próprias finanças deve estar começando a se familiarizar com dados da psicologia econômica, finanças comportamentais e até da neuroeconomia. Todas essas disciplinas pesquisam a influência de fatores psicológicos na forma como tomamos decisões. Quando se trata de ganhar – ou, o que é mais doloroso, perder – dinheiro, interessa conhecer o máximo possível a respeito de como funcionamos diante dessas perspectivas.
E o suporte aos investidores no mercado de ações
Com o desenvolvimento da Internet e o seu alcance sem fronteiras, comunidades virtuais dos mais variados tipos e finalidades começaram a surgir e vêm crescendo a cada dia com um aumento progressivo no seu número de membros cadastrados e participantes efetivos, além de receberem inúmeras visitas de pessoas interessadas em compartilhar a informação. Com isso, uma verdadeira explosão digital tem provocado grandes alterações em toda a sociedade, a começar pela economia.
Fibonacci e a Bolsa de Valores
A Bolsa de Valores tem movimentos imponderáveis, baseados em circunstâncias totalmente imprevisíveis. No entanto, alguns analistas garantem que podemos, dentro de certos limites, diminuir os riscos nos investimentos e identificar momentos potenciais de lucro ou prejuízo, ao longo do tempo, através de uma análise gráfica das flutuações de períodos anteriores. Neste artigo apresentaremos uma dessas abordagens gráficas: os números de Fibonacci.
O que é Rating ou Nota de Risco
O "rating" é uma opinião sobre a capacidade de um país ou uma empresa saldar seus compromissos financeiros. A avaliação é feita por empresas especializadas, as agências de classificação de risco, que emitem notas, expressas na forma de letras e sinais aritméticos, que apontam para o maior ou menor risco de ocorrência de um "default", isto é, de suspensão de pagamentos.
A Educação Financeira é um hábito, e como tal, ela deve ser construída no dia-a-dia, em cada detalhe, em todos os ganhos e fundamentalmente em todos os gastos. Principalmente nos que chamamos de "pequenos gastos", pois quem é aquele que não sabe que deve pesquisar a compra de uma TV nova? Porém as coisas de "menor valor" geralmente compramos sem pesquisar, e é justamente onde acontece o verdadeiro descontrole financeiro.
Análises, Leituras, Torcidas e Profecias

Entendo que a grande maioria que acessa sites e blogs financeiros venha ávida por "dicas": comprem a ação ABCD4 que ela vai "bombar"!!! É um mantra. Pouco importa se são baseadas em fatos, fundamentadas em números ou, até mesmo, vislumbradas pelo que "dizem" os gráficos. O que vale é dar esperanças aos que não conseguem perceber o mercado e definir uma estratégia própria.
Estratégias e a teoria dos jogos

Em 1989, Charles Ellis na publicação "Investment Policy" defendeu que, ao observarmos o universo do mercado financeiro sob a ótica da teoria dos jogos, podemos chegar à conclusão de que trata-se de um jogo de perdedores. Por definição, em um jogo de vencedores, ganha o participante que vence mais vezes. Em contrapartida, em um jogo de perdedores, o resultado final é determinado pela ação dos que efetivamente perdem a disputa.
Novo contexto – Novas atitudes
Por Alvaro Modernell
Um dos conceitos básicos de educação financeira, pela ótica dos investimentos, é respeitar a estratégia definida e não se deixar influenciar por notícias do momento e com o “estouro da manada”. A regra continua valendo. O ditado também. Toda regra tem exceção. Este é um momento oportuno para rever as estratégias de investimentos.
Ordens de Stop garantem proteção?
Muitas vezes nos questionamos sobre a eficácia de utilizarmos ou não o recurso do stoploss como limitador de prejuízos na bolsa de valores, do tipo "seguro contra perdas". Então surge a duvida se é mais conveniente inserir ordens automáticas de STOP nos próprios Home Brokers, ou seria mais efetivo manter um rígido acompanhamento do mercado - que nos permita ter o controle manual sobre o disparo e execução das ordens.
“Todos têm aquilo que querem do mercado” - Ed Seykota
Não existem dúvidas quanto o crescimento do mercado de renda variável na última década. A frase de Ed Seykota, gestor americano que enfatiza o comportamento pessoal como reflexo dos resultados em bolsa, parece bastante apropriada para grande parte dos novos investidores. O número de participantes, o volume financeiro e a quantidade de novas empresas ofertando suas ações no mercado refletem o aquecimento da economia brasileira e mundial. No entanto, qual a postura adotada por boa parte destes “novos investidores” que chegam ao mercado financeiro diariamente?
Turtle Soup - Estratégias de Wall Street
Por CHRistian
Essa é uma estratégia técnica de curto prazo, criada por Laurence Connors e Linda Bradford, e publicada no livro Street Smarts, que procura identificar um ponto de reversão nos gráficos. Antes de mostrar a técnica, acho conveniente falar um pouco sobre a história que originou esse "pattern". Nos anos 80, um grupo de traders - conhecido como os Turtles (os tartarugas) - utilizava um sistema que se baseava no breakout de preço dos últimos 20 dias. Ou seja, assim que os preços formassem uma nova máxima nos últimos 20 dias, eles compravam. Da mesma forma, uma nova mínima dentro deste período disparava a venda.
Hoje vamos falar um pouco sobre como operar com ativos que possuem características cíclicas. Este é, sem dúvida, um método bem diferenciado, que requer especial atenção do investidor.
Mas o que vem a ser ativos cíclicos?
Resumidamente, ativos cíclicos são aqueles que pertencem a um mercado amadurecido, com volatilidade forte e regular no aspecto de oferta e procura, totalmente dependente da performance do setor que atua, e não necessariamente atrelado ao desempenho do Ibovespa. Estes ativos passam a atuar com características próprias e, na maioria das vezes, estão diretamente correlacionados com as demais empresas que compõem o setor.
Expectativa Matemática Positiva
Expectativa matemática é a quantidade média de ganhos ou perdas. É um importante conceito, pois mostra como avaliar as maiores probabilidades de êxito nos investimentos de risco.
Na Bolsa de Valores desenvolver um Trading System robusto e ganhador, é essencial para termos sucesso no longo prazo. Existem muitos modelos diferentes, mas os sistemas ganhadores têm algo em comum: Eles exibem "expectativa positiva".
É fácil encontrar investidores que buscam um trading system para obter um grande percentual de operações vencedoras. Mas se esquecem que mensurar o tamanho dos ganhos/perdas é tão importante quanto conseguir um número maior de trades vencedores.
O ponto fraco dos Investidores
É bastante comum, muitos investidores quando adentram aleatoriamente ao mercado de Renda Variável não terem a básica noção de que estão incorrendo no risco de virem a ser condenados ao fracasso. Muitos iniciam o seu percurso nos mercados financeiros transportando sonhos de sucesso, ignorando que possuem fraquezas que fazem deles, pessoas, cujo potencial de insucesso em Bolsa é altamente provável.
Há fraquezas humanas que são comuns a muitos investidores. Apesar de serem pessoas normais para os mais comuns dos mortais, para quem investe em Renda Variável, elas costumam colocar o investidor numa situação frágil e abrem caminho para uma série de erros que vão conduzi-lo a perder dinheiro.
Pairs Trading - Operando Pares
Uma arbitragem no mercado de renda variável pode ser feita de diversas maneiras. Em síntese, seria uma estratégia na qual identificamos dois ativos com fluxo de caixa idênticos, porém com preços que, por alguma razão, não refletem a similaridade de seus fundamentos. O investidor, então, compra um ativo e vende o outro, acreditando que os preços irão convergir.
As “operações de pares” na Bovespa podem ser feitas com ações de uma mesma empresa (ON x PN), holding x controlada, ativos de um mesmo setor e até mesmo travando o PIBB com mini-contratos de índice futuro na BM&F . Podem ser montadas pela quantidade de lotes ou valor financeiro. Mas quanto mais desatrelados forem os “pares”, maior será o risco da operação, podendo até se transformar em uma especulação dupla.
Análise Técnica: Linhas Inclinadas
Por Eduardo Sanches (Longwave)
O Objetivo desse artigo é discutir uma metodologia simples e funcional, para se operar tanto na compra, quanto na ponta de venda.
Nessa 1ª parte, abordaremos o conceito da LRI (Linha de Resistência Inclinada) e na 2ª parte, falaremos sobre a LSI (Linha de Suporte Inclinada).
A Análise Técnica nos fornece uma expectativa matemática positiva, pois através da observação, do teste e verificação, vem mostrando ao longo do tempo, ser para quem a utiliza de forma correta, uma excelente ferramenta para abordar o Mercado.
Editado de artigo escrito por Stephen Kanitz
Jornais e jornalistas americanos discutem há mais de vinte anos por que o jornalismo econômico está lentamente perdendo espaço. Mais intrigante ainda é analisar por que o leitor médio não está disposto a pagar o preço justo da informação, justamente na era da informação. A imprensa precisa subsidiar o custo do jornalismo em geral com a verba dos anunciantes.
Professores de jornalismo deveriam ensinar a seus alunos que juro real é pleonasmo, é uma redundância lingüística. Nenhum jornalista econômico escreve dinheiro real, dólar real, câmbio real, importações reais. Juro (real) é simplesmente juro, como o dinheiro, o dólar e o câmbio. O juro nominal é propaganda enganosa.
Agregadores de Conteúdo do Mercado
Vivemos em um mundo dominado pela informação. Quem a detém consegue tirar proveito em tomadas de decisão mais fundamentadas. Mas não só de notícias vive o grupo de investidores que busca uma melhor rentabilidade e proteção para seu patrimônio. Assim, muitos desenvolveram formas próprias de aplicar a análise técnica em suas estratégias na bolsa de valores. Outros definem a composição da carteira de ações com base nos números das empresas. Há quem se utilize apenas da matemática, análise quantitativa, sistemas automatizados que tanto simplificam a vida do gestor na administração dos fundos de investimento. Tudo só pode ser difundido com esta velocidade graças aos avanços da internet. E como pesquisar tantas fontes, distintos enfoques, mantendo-se ligado ao mercado e de olho no painel de cotações? Assim surgiram agregadores de conteúdo, para concentrar leituras e análises dos mais diversos autores em um mesmo lugar.
Hipoteca e Financiamento Imobiliário
Depois que os EUA mergulharam em uma profunda crise financeira, cuja origem se deu com a chamada bolha imobiliária, inflada pelos empréstimos de alto risco - subprimes - que levaram grande parte da população a endividar-se além de suas possibilidades, gerando uma inadimplência tamanha a ponto de muitos se verem obrigados a devolver suas casas, alguém sabe qual seria a motivação por trás do uso de hipotecas em países mais desenvolvidos e sua ausência no mercado imobiliário brasileiro, onde predominam os financiamentos? Na Europa, assim como nos EUA, o uso da hipoteca é grande. A hipoteca é um instrumento em que, uma vez de propriedade do bem, o proprietário toma empréstimos usando o bem como colateral. Ou seja, caso o empréstimo não seja honrado no prazo determinado, o bem passa para o emprestador (em geral um banco).
Construindo uma estratégia vencedora
Uma estratégia de especulação nunca pode ser baseada em emoções humanas. O ser humano não consegue ganhar no mercado financeiro e se limita exclusivamente a sorte. É como o jogador que vai esporadicamente a um cassino. Ele pode ganhar uma aposta, mas se continuar, o cassino sempre tem esperança matemática positiva, e vai ficar com tudo no longo prazo. Apenas 2% de quem se propõe a especular, consegue auferir lucros consistentes no longo prazo, e mesmo assim precisa trabalhar muito duro para se manter lucrando no futuro. O especulador posicionado enxerga o mundo baseado em suas posições, e não há como fugir disto. Só há uma forma de bater o mercado especulando consistentemente no longo prazo, e é se utilizando de probabilidades, estatistica e lógica, na tomada de decisões, e money management, para controlar risco.
A busca da liberdade financeira
A procura da liberdade financeira é o motivo que leva muitos a querer investir em ações. No mundo da Bolsa não existem patrões nem empregados. Não há horários inoportunos, salas barulhentas ou dinheiro parado. É uma oportunidade para começar a desenvolver mais controlo sobre a sua vida financeira. Com esforço e dedicação, a liberdade financeira é um sonho possível de realizar.
Mas o conhecimento sobre o funcionamento da Bolsa não traz benefícios apenas na lógica do investimento. Também aprendemos sobre nós próprios, as nossas qualidades e defeitos, e sobre a forma como funcionam as outras pessoas quando são confrontadas com variadas situações. A nossa capacidade de análise dos fenómenos psicológicos, sociais e financeiros é reforçada e pode ser aplicada a outros quadrantes da vida.
Dando seguimento ao artigo anterior, onde falamos sobre a LRI (Linha de Resistência Inclinada), que tem por finalidade nos fornecer um possível gatilho de entrada na ponta compradora, vamos abordar agora a LSI (Linha de Suporte Inclinada). O Objetivo desse artigo é discutir uma metodologia simples e funcional, para se operar na ponta vendida (Short Term). Um dos critérios para a identificação de uma tendência, é observar o chamado “ zig-zag “ dos preços. Se esse zig-zag é para cima, temos uma tendência de alta e se é para baixo, uma tendência de baixa, para o lado, uma tendência lateral. Um indicador que pode ser utilizado para orientar de forma prática a direção da tendência, é a média móvel que aponta no sentido da tendência atual dos preços. Através da observação visual, podemos rapidamente identificar a direção de um índice ou ativo, independente de seu período gráfico.
Ao longo do século passado, duas correntes têm duelado pela preferência dos investidores: a que investe em ações de crescimento, que busca empresas cujos lucros vêm aumentando, e com a expectativa de que continuem crescendo nos próximos anos; e a que investe em ações de valor, que são empresas com crescimento dos lucros menores, porém mais estáveis, e que são consideradas baratas em relação ao mercado. Alguns expoentes da cultura de “value investing” David Dodd, Benjamin Graham, Philip Fisher, Warren Buffet e mais recentemente Joel Greenblat e Bruce Greenwald discutiram profundamente este assunto. Existem muitos argumentos que são usados na defesa das duas filosofias, mas é importante notar que em ambas o valor das empresas é função do fluxo de caixa futuro que o acionista recebe.
No final de 2007, Jeffrey Sachs, o renomado professor de comércio internacional da Universidade Harvard e um dos economistas mais influentes do mundo, disse que havia uma chance bastante razoável de que a economia norte-americana estivesse vivendo uma bolha especulativa do mesmo tipo das que estouraram em tantas outras economias nos últimos dez anos. Todas essas bolhas financeiras foram movidas pela existência de um mito subjacente de invencibilidade econômica. Esses exageros, somados ao longo período de alta no mercado acionário norte-americano baseado nessas perspectivas superotimistas, deveriam nos fazer parar imediatamente para pensar duas vezes. Se a fartura nos EUA realmente terminar, quais seriam as consequências no resto do mundo? E como evitar o estouro da próxima bolha?
Operando minicontratos de Ibovespa
Como sabemos, os derivativos foram criados com a finalidade básica de proporcionar proteção à carteira como um todo ou para compensar eventuais desvalorizações de ativos específicos (hedge). As opções atendem neste segundo caso, tendo novas séries mensalmente autorizadas para negociação na Bovespa, embora a maior liquidez esteja apenas nas opções de VALE5 e PETR4, e restrita aos CALLS (opções de compra). Na BM&F são negociados, entre outros produtos financeiros, os contratos futuros de Ibovespa e mais recentemente foi lançado o WTR (mini-índice). Além do aspecto de defesa do patrimônio estes mercados são muito utilizados para especulação e alavancagem de capital, mas tudo depende do perfil do operador, se busca mais uma ferramenta para fazer arbitragens, ou objetiva ganhos rápidos no giro especulativo. Neste artigo vamos nos ater às particularidades dos minicontratos futuros do índice bovespa.
Ed Seykota - O Mago do Mercado
Um dos pioneiros na utilização de trading systems foi Ed Seykota, do MIT, que na década de 1970 desenvolveu um sistema que possibilitou ganhos em torno de 4% ao mês ao longo de 17 anos - o que, representa cerca de 300.000% no período. A base de seu sistema era relativamente simples: resumia-se a sinais de compra e de venda gerados pelo cruzamento de duas médias móveis. Apesar de acreditar em sistemas automáticos, Seykota considera que o trader tem sempre o poder discricionário, mesmo quando opta por utilizar um trading system. Isto porque ele pode tomar uma série de decisões - quanto arriscar, que risco aceitar, em que mercado negociar e como deve ser o aumento ou diminuição das posições - que são, muitas vezes, tão ou mais importantes que o timing da entrada ou saída.
Por Carla Weiland
Quando o assunto é educação financeira, o Brasil ainda precisa avançar, e muito, pois não temos este tipo de educação estimulada nas escolas regulares e universidades. Meu marido é americano, e desde pequeno, o presente que ele recebia do avô era uma quantia em dinheiro já aplicada em ações. Ele começou a investir em ações na adolescência. Por isso a importância, mesmo que “tardia” como é o meu caso, de estudar e aprender como investir em ações. O motivo principal pelo qual é atraente o investimento em ações é devido à possibilidade de obter maior retorno em menor tempo, quando comparado a outros investimentos.
Nesta fase onde as quedas vêm predominando na Bovespa muita gente pergunta quais seriam as vantagens de operar os contratos futuros na BM&F em relação às ações e opções. As ações têm como maior finalidade ser uma forma de diversificação do patrimônio, contituindo-se um investimento preferencialmente de longo prazo. Em um mercado bull as opções continuam tendo um poder de alavancagem melhor, seja pelo potencial de valorização exponencial das OTMs, ou mesmo em estratégias com delta positivo, através de combinações entre elas. Para especular no curto prazo, o índice futuro apresenta, então, inúmeras vantagens tanto em estratégias de compra como na venda, principalmente. E alguns destes motivos não podemos desprezar - muito menos deixar de observar. Segue...
Bolsa de Valores = Renda Variável
A essência da bolsa é mesmo o retorno em longo prazo. Mas não chegaremos lá se não passarmos pelo amanhã. O objetivo é rentabilizar o capital acima da Renda Fixa e proteger o patrimônio. O buy and hold ainda é a melhor maneira de ganhar ao longo do tempo. Porém exige paciência e não ficar se importando com oscilações pontuais. Para obter resultados mais imediatos é preciso disponibilidade para operar a tendência no dia-a-dia, buscando aproveitar as melhores oportunidades que o mercado oferece... isto permite potencializar os ganhos através de estratégias especulativas que contemplem comprar e vender. Depois, reinvestir o lucro em empresas sólidas. Este ainda é o caminho mais recomendado para constituir fortunas! Mas a bolsa de valores é renda variável, e não dá garantias de retorno. Para reduzir os riscos, é necessário um bom preparo antes de investir.
Por Master Chief
Em 1952, Harry Markowitz formulou a moderna teoria do portfólio, cujo funcionamento consiste no uso da estatística para compor portfólios que apresentem o mínimo de risco possível, estabelecendo os fundamentos do método estatístico que propicia a redução da incerteza. Seus esforços lhe renderam o prêmio Nobel de ciência econômica em 1990. Graças a Markowitz, a própria noção de risco passou a ser vista de modo diferente. Ao modificar drasticamente a teoria do risco dos mercados financeiros, Markowitz raciocinou em termos de uma carteira. Uma carteira é todo um conjunto de ativos financeiros. Sua lucratividade total é formada pela soma dos retornos de cada ativo ponderada pela participação de seu valor em relação ao total do portfólio.
Existe no mercado uma outra alternativa para os investidores que estão sempre em busca de uma melhor rentabilidade para suas aplicações. Trata-se de estratégias Long Short que, como uma diversificação dos produtos multimercados, tomam por base operações combinadas entre posições compradas e vendidas, objetivando uma performance superior aos ganhos de aplicações como o CDI. Para quem não conhece o seu funcionamento, a estratégia é feita com operações casadas de compra de ações específicas e venda de outros papéis (mediante empréstimo/aluguel), ou utilizando derivativos, na busca por auferir ganhos superiores à renda fixa. A performance do produto independe do humor do mercado, já que as operações normalmente ficam sem exposição direcional, ou seja, o volume de compra é equivalente ao de venda.
Quando nunca se operou nos mercados financeiros é normal ter uma idéia distorcida do que é ser daytrader. A mídia precisa de histórias que vendam. Os amantes das teorias da conspiração poderão até afirmar que interessa ao poder instalado (e que controla a mídia) manter o "status quo": deixe os investimentos na mão dos profissionais.
A verdade é que, por diversos fatores, na maior parte dos casos existe uma idéia errada sobre o que é ser trader e fazer daytrading.
Na minha experiência, daytrading tem tanto de xadrês como de videogame. Tem tanto de análise como de reflexo. Tem tanto de espera como de ação. Por gangsTA, de Lisboa.
Confesso que já acreditava nisso tudo há algum tempo atrás. Como relato no texto, eu já prenunciava um cenário parecido com este que estamos vivendo. Olhem agora um gráfico atualizado do Ibovespa no longo prazo. Humildemente, digo que sempre é mais uma oportunidade de aprendizado... poderíamos ter saído de forma melhor, mas não devemos agora nos arrepender, se mais esta lição estiver sendo bem assimilada! Ficar olhando para trás, só traz experiência, o que vai ajudar daqui para frente é como vamos nos comportar diante do novo panorama do mercado - que nem é tão novo. Nada de pânico, assim como euforia demais atrapalha! A hora é de desenvolvermos a técnica e utilizarmos todas as ferramentas disponíveis. Cautela para entrar (na compra ou na venda) e agilidade para sair!
O Perde-Ganha no Mercado de Ações
"A luta é diária e as chances de vencer as batalhas aumentam quando todas as forças se unem!"
Esta frase foi lançada no MF.net, quando resolvemos compilar as melhores postagens dos principais sites de mercado em um só lugar. A inspiração veio da foto de Doug Perrine (premiado como Wildlife Photographer of the Year em 2006). Existe o simbolismo de que os grandes players são tubarões, e os pequenos investidores são as "sardinhas". A foto mostra como elas se unem para buscar a sobrevivência do cardume ante o ataque dos predadores, e a frase, mais do que apenas uma idéia, vai de encontro à uma filosofia operacional, onde a briga não é de um contra os outros, mas sim de TODOS contra o mercado, e, mais ainda, de nós mesmos contra nossos próprios defeitos.
Um termômetro: Mercado a Termo
Assim como um aumento nas ações alugadas (empréstimo de títulos) é um indicativo de iminente enfraquecimento da tendência - pelo fato dos investidores tomarem os papéis com a finalidade de vendê-los, analogamente, uma alta no volume de operações a termo pode indicar que o mercado está prestes a ir para cima! Uma das coisas que também contribuiu para esta queda na bolsa foi a necessidade dos investidores que compraram a termo verem-se obrigados a desfazer posições no mercado à vista para cobrir as margens exigidas pela forte alavancagem que ficaram expostos. Não bastasse a aversão ao risco e saída de capital estrangeiro da Bovespa criou-se mais um motivo para pressionar as cotações dos principais ativos com maciças ofertas de venda.
Por Álvaro Modernell
Efeito manada é um jargão do meio financeiro, baseado no comportamento de animais como os búfalos, que vivem em bandos – manadas, e quando um, dois, três ou mais começam a correr por qualquer motivo, outros, e até a manada inteira, correm também, na mesma direção, a maioria sem nem saber porque. O pensamento geral é, se eles estão fugindo, deve haver algum perigo. Apesar de não saber direito o que é, vou fugir também... Esse é um comportamento típico também de investidores. Afeta fortemente os amadores, mas também atinge muitos profissionais. Ninguém quer ser o pato do mercado. Apesar de que, muitas vezes ficar parado é a melhor solução. Principalmente para quem não sabe para onde ir.
O Pré-Sal é nosso ou da Petrobras?
Além da polêmica sobre quem deve explorar as grandes reservas de óleo no pré-sal questiona-se agora quais estados fariam jus aos royalties destes campos. Surgem oportunamente estudos para modificar as linhas demarcatórias que dividem as áreas entre o Rio de Janeiro e São Paulo. Disputas regionais tendem a acirrar ainda mais a discussão sobre uma questão que já vem se mostrando bastante controversa. Mais uma vez a revista britânica The Economist publicou uma reportagem sobre o tema intitulada A funny kind of reward, onde critica a vontade do governo de criar uma nova estatal para cuidar exclusivamente destas reservas, ressaltando os aspectos políticos que influenciariam uma decisão neste sentido, e a falta de coerência em desprezar o knowhow adquirido pela Petrobras na exploração de óleo em águas profundas.
Por Carlos von Sohsten
Das diversas fases e turmas que tive na vida, as pessoas que conheci com melhor condição financeira eram aquelas cujos pais ou avós, ao longo da vida, haviam adotado a atitude disciplinada e paciente de juntar dinheiro. Antigamente, um jeito seguro para se guardar dinheiro era comprando imóveis. Hoje em dia o mercado imobiliário está sofisticado; cheio de produtos inovadores; e, como qualquer outro mercado, abarrotado de especuladores. A concorrência é absurda. Por isso recomendo: se você não consegue comprar os fabulosos lançamentos imobiliários que semanalmente enchem nossos olhos no jornal e na TV, compre um “imóvel” por mês na forma de fração de um patrimônio sólido e promissor: invista em ações. Regularmente e sempre.
Por Carlos von Sohsten
Decidir falar sobre dinheiro para crianças e adolescentes em sala de aula não é uma das decisões mais fáceis para uma escola tomar. A influência do meio familiar, as experiências de vida, a classe social, a religião, entre outros fatores, são determinantes no processo de formação desses indivíduos. Bem como, na constituição de seus conceitos, ou preconceitos, valores, idéias, crenças e atitudes. E, tudo isso junto pode se transformar em um caldo bastante indigesto para um professor ou para uma estrutura pedagógica despreparados. Todavia, omitir-se diante da necessidade de transmitir um ensinamento tão importante é prestar um desserviço para o educando, para a família e para toda a sociedade.
A Teoria dos Ciclos de Kondratieff
Entre os vários precursores dos estudos sobre os Longos Ciclos, merece ser destacado o economista marxista russo Nicolai Kondratieff, fundador da Teoria do Investimento de Capital. Nestes ciclos a fase de expansão é caracterizada por superinvestimentos em bens de capital e, na fase de depressão, por um processo de depreciação. Para ele, as modificações técnicas representam o mecanismo desencadeador do desenvolvimento tecnológico capaz de criar novas oportunidades econômicas e deste modo, gerar a expansão econômica dos setores produtivos com mercados saturados ou em recessão. De igual modo, as guerras e as revoluções são conseqüências dos longos ciclos e resultam da luta por mercado e matéria prima, da distribuição dos frutos do crescimento e da expansão econômica.
EUA - A Marcha para a Insensatez
Infelizmente a política dos EUA, sob muitos aspectos, se enquadra bem dentro do título acima. Este é um país que tem muitas instituições consolidadas, fortíssimas, que têm servido de âncora nos momentos, ou períodos, de grave crise... A mesma economia que cria emprego para parcela significativa da população, que lhes dá remuneração para que tenham níveis de renda e padrão de vida que atenda significativamente às suas expectativas, que propicie a muitos meios efetivos de busca de ascenção econômica e social, que recompensa a busca perene de inovação, o esforço de elevação dos níveis de produtividade e atiça e esporeia continuamente as qualidades de 'entrepreneurship" em todos os níveis da economia, essa mesma economia, como "work in progress" também viabiliza muitas disfunções comportamentais e institucionais.
Hoje, as manias de gurus surgem e se difundem com mais rapidez do que no passado, graças aos atuais recursos de telecomunicações. Até mesmo investidores inteligentes e bem educados seguem os gurus do mercados, como os devotos de falsos messias na Idade Média. Três são os tipos de gurus no mercados financeiros: gurus dos ciclos de mercado, gurus dos métodos mágicos e gurus mortos. Alguns gurus prenunciam importantes reversões do mercado. Outros promovem "métodos inéditos" - vias expressas para a riqueza. E ainda outros evitam as críticas e transformam-se em objetos de culto por meio do mecanismo simples de ir embora deste mundo. Como investidor inteligente, você precisa entender que, a longo prazo, nenhum guru vai torná-lo rico. Você tem que trabalhar por conta própria, ler muitos livros, simular e desenvolver estratégias. Ser paciente com o lucro e impaciente com a perda.
No mercado financeiro a arte de apreçar um ativo é conhecida como valuation. Esse processo sofreu algumas evoluções. Faremos então um comparativo breve entre os antigos e novos métodos utilizados pelo mercado.
Analisando somente o Balanço Patrimonial de uma empresa, não temos idéia de qual o futuro terá essa empresa e se, daqui a 2 ou 3 anos, o preço que pagarmos hoje, utilizando a análise tradicional, será um valor muitas vezes abaixo dos valores futuros. Quando fazemos uma análise de contas a pagar ou a receber, sempre trazemos o valor do futuro para o presente. Deveríamos, sempre quando decidirmos fazer uma compra de ações para o futuro, trazer esse dinheiro pago no presente em valor futuro.
Os Desafios da Economia Brasileira
Por Leandro Martins
O Brasil foi o país que mais cresceu entre 1950 e 1980, mas em compensação após 1980 amargamos um dos crescimentos mais pifeis em relação ao resto do mundo. A estabilidade dos preços (controle da inflação), taxa de juros real de um dígito (abaixo de 10% a.a.), o aumento das reservas internacionais, o superávit comercial e o superávit primário dos últimos anos foram os avanços econômicos conquistados recentemente e que são bem vistos por todo o mercado. Porém, estão longe de serem suficientes para a retomada do crescimento sustentável. A reforma fiscal, um maior investimento em infra-estrutura (energia, transportes, saneamento e redes de comunicação) e em educação, e a criação de um ambiente favorável aos investimentos privados serão fundamentais para conseguirmos crescer e justificar a permanência do Brasil no BRIC.
Investimentos nos Novos Tempos
O mercado passa por um momento de ajustes. E ele nada mais é do que um reflexo da atividade econômica. Podemos usar para nossas avaliações o estudo de seus fundamentos - assim como das empresas que tem capital aberto, acompanhar as notícias que influem no cenário macro, e também balizarmos as estratégias em cima da análise técnica. Estas fontes de pesquisa podem ser complementares ou antagônicas em determinadas situações. Mas a essência do capitalismo está no lucro das empresas. Sendo privadas ou estatais, o que importa é o quanto elas poderão gerar em receitas futuras, para delas tirarem o lucro, e deste o percentual a ser distribuído entre seus acionistas.
Mercado ainda é bull, ou já está bear?
Ou é bear e o repique dos bulls está chegando?
Por incrível que pareça há quem diga que o mercado ainda é bull, pois a LTA de MMLPM (muito muito longo prazo mesmo) ainda não foi perdida. Outros dirão que o mercado está bear seguindo uma nova LTB de MMLCP (meio médio ligeiro curto prazo). O fato é que uma bolsa de valores funciona como centro de liquidez para transacionar ativos em que as contrapartes se encontram em pontas opostas (redundância proposital). Não fosse assim não sairiam negócios, o volume seria nulo, e a bolsa teria que fechar. E nós traders ou investidores, ursos ou touros, somos obrigados a escolher rótulos? Ou apenas seguir a maré...
Dinâmica e Flutuação Econômica
Em nossos dias, fora a oscilação diária das bolsas de valores e da taxa de câmbio nos diversos mercados mundiais, dois temas são especialmente recorrentes: o avanço tecnológico e o aprofundamento da globalização. Por mais sofisticados que sejam os novos modelos econométricos, por mais que as novas tecnologias nos permitam hoje, processar e tratar informações, estes dois fenômenos que se reforçam mutuamente acabam por intensificar a concorrência capitalista e produzem como subprodutos o aumento da produtividade e a ampliação da divisão do trabalho além das fronteiras nacionais. O aprofundamento da globalização e o avanço tecnológico trazem no âmago conflitos que refutam as bases da teoria econômica ortodoxa, como modelos de crescimento, equilíbrio, racionalidade dos agentes e economia monetária não financeira.
Valorização falseada, falsa economia...
... e um prejuízo infernal
Nossa infeliz economia, baseada em valorizações falseadas, não pode continuar por muito tempo. Ela é o equivalente doméstico da amizade que o presidente Bush tinha por Vladimir Putin. É o mundo da fantasia, do eterno mercado em alta e dos pacotes governamentais “bem sucedidos”. As lideranças políticas nos Estados Unidos demonstraram que não entendem de economia. Elas não podem resolver a crise atual a não ser que voltem para a escola e consultem a sabedoria que por tanto tempo negligenciaram. Elas construíram seu mundo do pós-Guerra Fria sobre uma falsa expansão da economia, sobre falsas “parcerias” com inimigos. Elas permitiram uma política de expansão ilimitada de crédito.
New crash, new hopes, new order
É desnecessário ficar se repetindo... mas uma melhora eventual do cenário não é para empolgar ninguém. A crise não tem prazo (assim como as aplicações de quem investe) para terminar. O que expira são opções, contratos futuros vencem e a paciência dos que ficaram comprados também pode acabar. É preciso cautela... hoje recupera, amanhã pode cair de novo. Esta é a única certeza em dias de incerteza. A nosso favor temos que estar cientes que nada dura para sempre. O período de alta volatilidade ainda vai prevalecer. O mercado antecipa tudo, as medidas estão sendo tomadas, os dirigentes e bancos centrais tem recursos e experiência em lidar com adversidades.
Estratégia e Disciplina nas Aplicações
Independente do seu estilo: Investidor ou Trader, a grande verdade é que é indispensável ter uma metodologia consistente de ganho. As dimensões especulativas no mercado global (alavancagens), especialmente para a volatilidade dos preços do Petróleo, Ouro, e demais commodities, tem sido objeto de grande flutuação ao longo das últimas semanas. Pudemos acompanhar o “desmanche” de grandes posições em Futuros do Petróleo, Moedas, inclusive, no nosso Índice Futuro: típico de fuga do “smart money”. Nosso maior desafio financeiro será minimizar os estragos desse Tsunami; como gerirmos as nossas finanças pessoais, em função de todas estas turbulências, afinal todos sabem a diferença de valor e preço.
Mr. Market: Lições para Investidores
Do livro "Os Ensaios de Warren Buffett: Lições para Investidores e Administradores" este texto foi extraído com abordagens sobre o mercado sempre soberano diante dos diversos acontecimentos econômicos e financeiros. Ben Grahan disse que devemos imaginar as cotações como vindas de um sujeito excepcionalmente complacente chamado Sr. Mercado, que é seu sócio em uma empresa de capital fechado. O Sr. Mercado aparece sem falta, diariamente, e escolhe um preço pelo qual ele irá comprar a sua participação ou lhe vender a dele. A parábola pode parecer obsoleta no mundo dos investimentos de hoje, no qual a maior parte dos profissionais e acadêmicos fala de mercados eficientes, hedge dinâmicos e betas. O interesse em tais assuntos é compreensível, já que técnicas cobertas por mistério logicamente têm valor para o fornecedor do conselho de investimento.
Hedge Funds - Apertem os cintos
Por Fernando Blanco
Primeiro, o que são Hedge Funds: são fundos muito agressivos, que tomam empréstimos para comprar mais ativos do que podem, assim como faziam short-selling para poder vender mais ativos do que tinham em mãos. E qual o problema? Como vivíamos num mundo sem risco (percepção é tudo…), fundos agigantaram-se a ponto de virarem risco para todo o sistema financeiro mundial. Talvez o governo Americano tenha que gerenciar um novo resgate de instituições (os Hedge Funds), mas desta vez sem dinheiro público. As próprias instituições contrapartes terão que renegociar suas posições com os fundos.
Economias em Rápido Desenvolvimento
Reservas colossais, empresas desafiadoras de mercados emergentes e outras forças estão mudando as finanças globais
As economias em rápido desenvolvimento (ERDs) tornaram-se propulsoras de mudanças — e, por vezes, de rupturas — nos mercados financeiros globais. Isto tem implicações importantes para empresas americanas e européias, na medida em que entram em cena novos personagens como os fundos soberanos, organizações estatais e empresas especializadas em aquisições, entre outras. Como esses grupos vêm reforçando suas reservas em moeda estrangeira, procurarão cada vez mais adquirir ativos no exterior, além do controle acionário de empresas estrangeiras, conforme explicam especialistas da Wharton e do The Boston Consulting Group (BCG).
Investimento estrangeiro: cuidado!
Em época de reajuste no câmbio, após longo período de real apreciado, moedas como o dolar e o euro voltaram a ter valores significativos nas transações comerciais. Muita gente sonha com sócios ou financiadores estrangeiros que se interessem por investir em empreendimentos privados. O próprio governo está facilitando a entrada (e saída) de divisas com isenção de impostos para atrair um maior fluxo de capital externo que venha a diminuir a pressão sobre o câmbio. Contudo, algumas precauções devem ser tomadas. É isto que nosso colaborador Carlos Von Sohsten descreve neste artigo, pautado na experiência de quem presenciou uma "invasão" estrangeira em sua terra "Natal", a capital do RN, assim como vem acontecendo em todo o território nordestino, um oásis para o turismo e lucrativos investimentos internacionais.
A aversão ao risco vem pressionando a cotação da moeda norte-americana aqui no Brasil. Nosso Real passou um bom tempo bastante apreciado na faixa de 1,60. Agora, o governo - que afirmava uma imunidade do país diante da crise - está percebendo que U$200 BI não são lá grandes coisas. Se compararmos com a quantidade de dinheiro injetado pelos bancos centrais para conter a sangria no sistema financeiro, este montante parece "trocado". Ainda temos a figura do Henrique Meirelles que transmite confiança em momentos com estes, por sua notória capacidade e reputação adquirida internacionalmente. As medidas possíveis estão sendo tomadas. Resta torcer para que elas sejam eficazes, saber quais serão os desdobramentos da crise no âmbito mundial, e por quanto tempo ela ainda vai durar!
Imposto de Renda no Mercado de Ações
Uma das maiores dúvidas dos investidores é sobre como fazer o lançamento dos ganhos auferidos na bolsa de valores em sua declaração do imposto de renda. Realmente este procedimento poderia ser bem mais simples, de forma a incentivar todos a cumprirem suas responsabilidades com a Receita Federal. Muita gente ignora esta obrigação, sujeitando-se a ser “pescado” pela malha fina, por desconhecer os tributos. Ora, se apenas quem ganha deve pagar imposto, repassar 15% do lucro, ou 20% em caso de operações intradiárias (day trades = compra e venda no mesmo dia), é um bom sinal de que as estratégias estão funcionando e que o investidor está sendo bem sucedido em seus negócios com renda variável. Na briga entre touros e ursos, vale estar sempre de bem com o leão.
A Crise e a Nova Ordem Financeira
Dando continuidade aos artigos que vêm sendo publicados sobre os efeitos desta enorme crise e suas consequências no mundo das finanças e economia de um modo geral, trazemos agora um texto elaborado por professores da The Wharton School, da University of Pennsylvania, que versa justamente sobre o assunto. De que modo a crise de crédito pode dar origem a uma nova ordem financeira? No meio da batalha, é difícil saber que contornos terá o cenário depois que a poeira abaixar. Indivíduos e empresas terão mais dificuldade em conseguir empréstimos nos próximos anos, mas também é possível que estejam menos dispostos a contrair dívidas. Haverá um volume “maior” de regulamentação financeira. Certo é que o mundo dos negócios, e os mercados financeiros, deverão se tornar bem mais conservadores e cautelosos daqui para frente.
FGC - Fundo Garantidor de Créditos
Em época de incerteza e baixa credibilidade no sistema financeiro é natural que o investidor mais capitalizado comece a se preocupar com a segurança de suas aplicações. Há algumas semanas atrás levantamos esta questão no Fórum Monitor Financeiro, com base na experiência de um de nossos correspondentes nos EUA. Para quem nunca ouviu falar no FGC - Fundo Garantidor de Créditos, vale a pena se informar sobre como ele funciona e de que forma os depósitos nas instituições financeiras podem estar mais seguros e bem protegidos. Esta artigo visa esclarecer alguns detalhes importantes para quem preza pela saúde (e longevidade) de seus investimentos. Será que a esta altura dos acontecimentos ainda é preciso guardar o dinheiro debaixo do colchão?
Preços e taxas do Tesouro Direto
Se você quer segurança e tranqüilidade em seus investimentos, você precisa conhecer o Tesouro Direto, um programa de venda de títulos a pessoas físicas desenvolvido em parceria com a Companhia Brasileira de Liquidação e Custódia - CBLC. No Tesouro Direto, você mesmo gerencia seus investimentos, que podem ser de curto, médio ou longo prazo. É uma ótima opção para quem quer investir com baixo custo, alta rentabilidade e liquidez quase imediata. Sempre que você precisar, poderá resgatar os títulos antes do vencimento pelo seu valor de mercado, uma vez que o Tesouro Nacional garante a recompra de seu título todas as quartas-feiras. Saiba quais títulos estão sendo negociados e suas cotações...
O presente e o futuro da economia
Conforme parceria entre o Monitor Investimentos e o conceituado Portal HSM para mútua disponibilização de conteúdo, publicamos um artigo de Nagendra Jayanty e Spencer Reich, sobre o atual momento da economia mundial e suas perspectivas futuras, onde um dos inúmeros entrevistados, Alan Greenspan, diz que a crise é muito complexa para se saber quanto tempo durará, e Carly Fiorina, ex-presidente da Hewlett Packard, salienta que o mundo precisa de líderes que criem um novo jogo. Ambos realizaram palestras no World Finance and Economy Summit, em Nova York organizado pela HSM Global. O evento foi uma fantástica experiência de aprendizado e uma oportunidade de encontrar algumas das mentes mais brilhantes da comunidade empresarial e econômica.
Economia e Finanças no Mundo Atual
Há bem pouco tempo atrás acreditava-se que a crise estava restrita ao âmbito financeiro. Com a falta de crédito e o empoçamento da liquidez, os problemas ganharam uma dimensão sistêmica que, apesar das intervenções por parte dos bancos centrais, os esforços não foram suficientes para "blindar" a economia globalizada. Em um mundo onde a informação é transmitida em segundos, e as transações comerciais podem ser efetuadas através de um "clique", o contágio tomou proporções inimagináveis devido à velocidade com que outras empresas - e países - eram afetados. Chegamos ao fim da linha? Será o fundo do poço? Enquanto os mercados financeiros tentam se recuperar, o crescimento da economia padece, primeiro com a evidência de uma desaceleração, depois pela iminência da recessão e, pasmem, o medo da depressão.
O Papel da Mulher nos Investimentos
Ultimamente, com a crise que assolou os mercados, muitas empresas redirecionaram (chegando até a cortar) parte de seus investimentos futuros. Tanto no que diz respeito ao mundo corporativo como às finanças pessoais, as adversidades podem ser vistas como oportunidades de evoluirmos e nos fortalecermos diante os novos cenários. E cada vez mais torna-se relevante o papel da mulher no mundo atual, como mãe, chefe de família, e profissional competente. Também em relação aos investimentos elas vêm assumindo uma posição cada vez mais participativa e influente nas decisões que envolvem a utilização do dinheiro. A educação financeira é para todos. Batom e cifrões combinam sim! E os artigos de Álvaro Modernell e Marisa Gabbardo - da Equipe Mais Ativo$ - republicados aqui no Monitor Investimentos, reforçam esta tese!
A Reunião do G-20 e suas Perspectivas
O fato é que o mercado continua em uma maré ruim, que é reflexo do que passa a economia mundial. Uma crise que começou no âmbito financeiro mas envolve fatores conjunturais e estruturais bem mais delicados. Empresas transnacionais registram amargas perdas que resultam em cortes nos postos de trabalho. Algumas ainda mostraram lucros recordes, mas frutos de exercícios passados. O problema é daqui para a frente. Dolar pressionado, preço do óleo despencando pela redução do consumo, e as grandes economias cambaleantes. O encontro do G-20 não serviu de muita coisa em época de transição no maior dentre todos os países. O Bush nunca se pareceu tanto com a rainha da Inglaterra. E a história vai julgá-lo. Mas as páginas deste livro estão sendo viradas... e fica a expectativa pelas reuniões na OMC.
Inovação e Mudança contra a Crise
Por Ricardo Neves
Os mercados financeiros seguem apresentando alta volatilidade, oscilando de forma violenta dia após dia. Muita gente se pergunta quando isso vai passar e quando vamos voltar à normalidade. Parece que o senso comum não percebe que essa é uma perspectiva equivocada. A crise atual não é apenas financeira nem tampouco passageira. Isso ocorre, por um lado, talvez pela forma com que a maioria dos economistas tem se conduzido neste debate... todos convergem para um consenso de que é tempo de uma intervenção dos governos, tanto para irrigar a economia com dinheiro do contribuinte quanto para agir no sentido de criar a estruturação de um novo marco de regulamentação para os mercados financeiros. Parece sensato, não?
Exercício de Educação Financeira
A matemática é uma ciência exata, mas a vida é um mistério permanente. Ao utilizarmos uma HP12C podemos, de posse de alguns números, taxa de juros e período, trazer o valor futuro para o presente, mas ainda não decobrimos uma forma de antecipar o que está por vir. Muito menos uma maneira de retornarmos ao passado para modificar os acontecimentos. Admiro muito os que dizem não se arrepender de nada que outrora tenham feito. Não me incluo nestes casos. E duvido até que estes falem a verdade. Não há nada que a experiência vivenciada não pudesse servir para melhorar nossas decisões quanto a determinados eventos que influenciam no momento atual. O tempo não pára! Mas, com isso, nós evoluímos..
O mercado financeiro e a economia real
O mercado costuma se recuperar antes da economia. Isto porque, da mesma forma que potencializa o caos, ele antecipa as melhoras. E desconta tudo! Sobe no boato - de escada - e cai no fato - desce de elevador (quando não pula pela janela, como foi nesta queda). São mais frases de efeito que o povo adora. Mas a oportunidade de estudar foi uma dádiva. Quando falei em "comprar" ações, o que torna o ganho fácil nos bull markets, hoje, esta decisão tem que ser mais bem fundamentada. Não com base apenas em números, ou simplesmente pela leitura dos gráficos, o cenário ainda está em mudança... é preciso antever como esta nova ordem mundial será formada. Quais países e empresas terão espaço para crescer, quando as transações comerciais tornarem-se mais seletivas. Que setores, e ativos, serão os mais promissores?
A Longevidade na Bolsa de Valores
O portal Monitor Investimentos conta com um fórum exclusivo para compilar as melhores postagens dos principais blogs do mercado financeiro. E atento a isso, estamos sempre destacando como artigo de capa alguns trabalhos dos autores nossos parceiros. Considerando o momento delicado que passam as bolsas de valores do mundo inteiro, incluindo a BM&F-Bovespa, o Fernando Botti, do site Investimetria, fez uma listagem de algumas regras básicas para evitar que os traders sejam expulsos do mercado. De forma simbólica, utilizando-se de metáforas para fazer analogias à situação que vivemos, ele aborda o assunto com extrema felicidade, em um texto prático e de fácil entendimento para todos os niveis e perfis de investidores. Venham compartilhar esta interessante leitura.
Análises: do Retrovisor ao Binóculo
Estamos sempre procurando entender o passado para nos situarmos no momento que vivemos. Mas o que vai definir o nosso sucesso pessoal e os resultados positivos (ou não) no que diz respeito aos investimentos? Se o fundo já chegou, e o pior já passou, é difícil afirmar. A situação da economia continua bastante comprometida e os reflexos na vida dos cidadãos ainda serão percebidos. Muitos postos de emprego irão desaparecer, negócios baseados em culturas ultrapassadas e processos obsoletos vão deixar de existir, para uma inevitável reengenharia na distribuição de forças do planeta ser desenhada, e, a partir dela, novos paradigmas serem criados. Quais países, setores e empresas terão destaque neste novo cenário?
Os Blogs não são mais os mesmos...
Há algum tempo as pessoas descobriram o poder dos blogs como mais um canal para interatividade. Tanto os autores como seus visitantes mais assíduos sabem da capacidade de divulgação de idéias e o caráter informativo que alimenta a rede mundial de computadores. Os temas abordados são livres e diversificados, e também no mercado financeiro surgiram muitos novos articulistas de qualidade que podem expressar seus estudos e análises com independência. O Monitor dos Blogs agrega boa parte deste conteúdo. O ato de publicar posts já é um hábito comum. Existem milhões de blogs espalhados pelo mundo, ou melhor, pela blogosfera. Leia matéria publicada no The Economist, que aborda questões interessantes sobre o presente e o futuro desse canal de comunicação popular no ambiente digital.
SPU: Síndrome do Pensamento Único
Por Fernando Blanco
Você já ouviu falar em Síndrome do Pensamento Único (”SPU”, para facilitar)?
Definitivamente a SPU vem norteando os nossos comportamentos, culminando na maioria dos desastres econômicos, ambientais e sociais que infestam a sociedade moderna. No mundo dos negócios e na prática de governos e mercados, usamos expressões como Efeito Manada e Efeito Cardume. Elas mostram que após um comando central todos se deslocam na mesma direção. É um pensamento único. No entanto, por que será que seres (medianamente) racionais, como o Homo Sapiens, também se comportam como manadas e cardumes, ou seja, adquirem facilmente a Síndrome do Pensamento Único?
Fundos Hedge e a Regulamentação
Os gestores de fundos de hedge têm sob seu controle US$ 1,9 trilhão em ativos, mas ninguém sabe no que investem e nem mesmo se esses ativos valem de fato a pena. Isto porque os fundos de hedge não são regulados e, conseqüentemente, não se exige deles que apresentem as mesmas demonstrações financeiras detalhadas que são exigidas das empresas de capital aberto. Esse produto cercado de mistério é tão caro quanto um Rolex. Os gestores desses fundos geralmente ficam com 2% dos ativos investidos e 20% dos lucros. É a famosa regra do “dois e vinte”. A combinação de possíveis recompensas financeiras elevadas e falta de transparência pode engendrar lapsos éticos... as vendas dos fundos de hedge contribuíram enormemente para aprofundar a crise do mercado acionário.
Existem vários tipos de estratégias, dependendo do timeframe. Ou visamos a especulação de CP, ou um investimento de médio / longo prazo. Para toda e cada situação deve haver um plano previamente definido antes de abrir qualquer operação (seja na compra ou venda). Nele discriminamos o fato motivador, o capital a ser aplicado, um ponto de entrada, os objetivos de rentabilidade, prazo de retorno e o limitador de risco (stops) - quando houver. Respeitando estes aspectos, e mantendo a disciplina, qualquer um tem grandes chances de se tornar consistentemente um ganhador no mercado. Isso parece tão fácil, mas infelizmente não é para todos!
A cada dia a informação está mais acessível aos investidores. Contudo, a qualidade não pode ser penalizada. E mais ainda, pelo longo período de bonança que passamos, qualquer um que tenha entrado na bolsa durante esta fase, com a dimensão dos ganhos auferidos, deve ter se achado o rei do mercado. E muitos já foram tratados como "experts", apesar de apresentarem um histórico com menos de 2 anos na lida do mercado. O hedge funciona como um instrumento de defesa. Um recurso para proteção do patrimônio que já existe há muito tempo. Tanto tempo que não pode ser taxado de modismo. Mas cabe uma correta utilização. Como? Cada um tem o seu método e experiências, mas a técnica está disponível para todos.
O Paradoxo dos Juros: Brasil e EUA
Por Fernando Blanco
Analisar a evolução das decisões dos bancos centrais brasileiro e americano é uma graça (ou será desgraça?)! Os dois podem ser acusados de tudo, menos de serem inconsistentes em relação às suas visões e interpretações sobre a situação econômica e os ‘remédios’ a serem aplicados. Tanto o Brasil como os EUA sofrem do mesmo mal: falta crédito e falta confiança nos agentes econômicos. Naturalmente, as causas da doença são diferentes. Nos EUA, eles criaram o vírus em laboratório e depois, por uma falha de ‘vedação’, o vírus se espalhou causando uma contaminação em massa. Lá, o estado do paciente é gravissímo, pois a doença o destrói por dentro há mais de um ano.
Investir em ações para longo prazo
"Ao longo do tempo, o mercado em média tem oferecido retornos de XX% ao ano."
Quantas vezes você ouviu frases como esta para justificar o investimento no mercado de ações? A frase às vezes é usada para sugerir que investir no mercado de ações vai te possibilitar ganhar um retorno de XX% ao ano se você deixar seu dinheiro por um tempo bem longo. O problema com esta afirmação é que ela é uma meia-verdade, frequentemente usada fora de contexto para investidores iniciantes que não compreendem completamente a verdade.
Estou publicando aqui um artigo onde encontro uma grande convergência entre o que é descrito e a forma como percebo o mercado. Não por acaso, nesta briga entre Touros e Ursos, Tubarões e Sardinhas, etc, eu adotei o nick Seagull, que nada mais é do que um personagem inventado por mim. Ele (o apelido) representa o vôo das gaivotas, que, geralmente, moram nas encostas à beira-mar, e mergulham apenas para buscar o alimento necessário para sua sobrevivência. Obviamente, quando os cardumes são fartos, elas podem até criar alguma reserva para si, como também para seus dependentes. Mas assim como as aves, que mesmo vivendo em bandos, fazem de sua caça um ato solitário, na disputa entre comprados e vendidos, eu não escolho times. Quero estar sempre do lado de quem estiver ganhando! ^v^
Nosso Dever de Aprender a Investir
Possuir o mínimo de orientação financeira é um dever de todos, para assim valorizar seu patrimônio conquistado com muito sacrifício e trabalho. É preciso investir, com inteligência, seus rendimentos, alcançados a partir de um controle eficaz de seu orçamento financeiro. Pequenas atitudes fazem muita diferença. Apenas a obtenção de maior conhecimento o auxiliará no processo de desenvolvimento de suas habilidades financeiras, capacitando-o corretamente em suas escolhas e nas definições de metas e objetivos. Devemos equilibrar nossos gastos para existir investimentos periódicos, para alcançarmos no futuro próximo nossa liberdade financeira, onde o dinheiro poderá trabalhar por você. Por Leandro Martins
Por Small caps
Um dos momentos mais esperados para o investidor com foco na análise fundamentalista ocorre quando inicia a temporada de balanços financeiros. Estes, quando anuais, devem ser divulgados até o final de março do ano seguinte. Algumas empresas começam a divulgar agora em fevereiro e a maioria concentra-se em meados de março. Os balanços trimestrais, por sua vez, devem ser divulgados em até 45 dias após o encerramento do trimestre. O balanço é indiscutivelmente uma excelente foto do momento que passa a empresa e uma das mais democráticas formas de acesso à informação a todos os acionistas. Questões importantíssimas vêm à tona e vários aspectos que interferem no desempenho empresarial podem ser constatados.
Apresentação, Informação e Percepção
Quando, em meio à maior crise financeira das últimas décadas, você escuta o ministro da Fazenda dizer que os bancos brasileiros não vão quebrar, o que vem à cabeça? Para muitos, soa como alarme: "Se se está falando nisso, é porque tem perigo! Onde há fumaça, há fogo." Por via das dúvidas, grandes bancos anteciparam a exposição dos balanços tranqüilizando clientes e mercado sobre sua saúde financeira. A maneira de apresentar informações pode fazer diferença sobre como elas serão captadas. Os psicólogos econômicos Kahneman e Tversky chamaram isso de "framing effects" - como no enquadramento de uma foto, privilegiar uma porção da cena, deixando-se de lado o restante.
A Governança Corporativa e o Homem
Por Sueli Berselli (HSM)
Especialistas em análise de mercado e riscos examinaram o momento atual e ainda não chegaram à grande conclusão de que está faltando um vetor de peso, essencial para compor seus cálculos: o ser humano. O ser humano e sua relação com o dinheiro. É o ser humano quem decide se vai ou não cumprir as regras; é dele que saem deliberações sobre qual estratégia será adotada, qual será o número a ser digitado para compor os resultados, qual relatório será utilizado e sobre se os riscos devem ou não ser publicados. Cabe ao homem, o centro do universo, a decisão de ser ético ou não. É nele que se encontra o presente e o futuro da humanidade.
Investimento em Ações - Evite Erros
Como Evitar os Principais Erros
Por Leandro Martins
Muitos acreditam que para poder aplicar na bolsa é preciso possuir grandes volumes financeiros e ainda ter acesso a complexos relatórios fundamentalistas, ou possuir muito tempo para acompanhar o mercado. Completo engano de iniciante, pois a possibilidade de altos retornos fornecida pelo investimento em ações é destinada a qualquer valor financeiro, de aplicações de milhões a apenas 200 reais, e com o conhecimento da análise gráfica (também conhecida como análise técnica) o investidor consegue identificar pontos de compra e venda sem ter que acompanhar o mercado e sem a necessidade de receber relatórios interpretativos, e em alguns casos suspeitos.
Alguns Padrões e Formações Gráficas
Dentro da nossa linha de buscarmos trazer para o conhecimento dos mais novos e iniciantes no mercado algumas noções básicas de Análise Técnica, vamos abordar um assunto que tem sido bastante comentado ultimamente no fórum e requer mesmo um bom esclarecimento para facilitar a compreensão dos participantes e membros da comunidade do Monitor. Vamos falar sobre algumas Figuras e Formações Gráficas que têm sido observadas com muita freqüência neste momento atual. Além disso, vamos tentar apresentar alguns padrões de comportamento do mercado que podem indicar uma continuação ou até mesmo a reversão da tendência predominante.
Pacote de Obama: o mundo está salvo?
Depois do primeiro plano de socorro - com bilhões de dolares dos contribuintes sendo utilizados para salvar o sistema financeiro (ou os donos dos bancos?) - o mandato de Bush terminou melancolicamente e não obteve sucesso para restaurar a ordem no caos que eles mesmos promoveram. A eleição e posse de Barack Obama trouxe grandes esperanças de que uma solução pudesse ser viabilizada através dos esforços entre os democratas e republicanos que dividem o congresso americano. Yes, We Can! Nomeou uma equipe de peso (alguns nomes já ficaram pelo caminho) com o objetivo de elaborar um "pacote" que recolocasse os EUA nos trilhos do crescimento. Ou, pelo menos, pudesse conter as piores perspectivas de recessão. Ontem o novo plano foi finalmente aprovado por deputados e senadores. Estarão os problemas definitivamente resolvidos?
Crise de Crédito ou Crise de Confiança?
Sempre na busca pelas melhores leituras dos acontecimentos que influenciam a economia de um modo geral, e, por consequência o mercado financeiro e de capitais, a proposta do Monitor vai recebendo a colaboração de importantes articulistas, como é o caso de nosso grande amigo - e novo membro da comunidade - Fernando Blanco. Desta vez ele, que sempre nos prestigia compartilhando seus textos, muito nos honra com uma introdução dedicada aos participantes do MI.
"Amigos, este post é dedicado aos - e inspirado pelos - amigos do Monitor Investimentos e do Armando Pinto, que havia nos enviado dois comentários bastante pertinentes."
Leiam na íntegra, e não deixem de adicionar o BLOG do CRÉDITO em suas listas de favoritos.
Movimentos Cíclicos do Mercado
Todos sabemos que o mercado se move em ciclos. São etapas que se sucedem repetidamente de tempos em tempos durante alguma periodicidade. Apesar dos índices mundiais estarem atualmente atrelados, e reajam conforme a batuta da matriz americana, ativos com menor liquidez estão frequentemente sujeitos a certos tipos de manipulações. Os insiders, sempre bem informados, e os profissionais mais experientes que percebem o início do ciclo, se antecipam e saem na frente; depois fomentam e divulgam notícias na mídia, esperam os preços chegarem no auge e realizam seu lucro quando os investidores mais "atrasados" resolver arriscar seu dinheiro. Resumindo: movidos pelo Medo e Ganância, o cardume de sardinhas só faz contribuir para sucesso das estratégias dos tubarões. Adoção, acumulação, crescimento, maturação, distribuição e declínio.
Bolsa de Valores e Educação Financeira
A ideia é reforçar que todos temos discernimento e somos capazes de decidir o que é melhor para nós. A proposta do MI (desde a época de sua primeira formação) sempre foi proporcionar meios para que cada um possa se tornar um Monitor potencial de seus próprios recursos. E a bolsa de valores (Renda Variável) é simplesmente um dos ítens na diversificação do portfólio que compõe cada patrimônio individual. A coisa é mais filosófica do que prática (visto o quanto representa o controle emocional no gerenciamento das operações), pois podemos até tentar dividir o conhecimento, mas a experiência de verdade só se adquire com o passar do tempo. Ou acreditando em fatos expostos com isenção e sinceridade por quem já passou por isso. Ninguém ensina, é cada um que aprende...
A Quebra da Banca Internacional
Por Fernando Blanco
Existem vários elementos desta crise que, apesar de serem inéditos, podem ser vistos como “normais”, mas duvido que alguém pudesse imaginar, digamos que 6 meses atrás, que os Bancos Americanos fossem estar nessa - perdõe-me a expressão - draga. O mercado já negocia os seus papéis como empresas falimentares. É uma destruição contínua de valor, sem piedade. Até o Republicano, Chairman do Comitê de Bancos do Senado americano - e talvez o cidadão mais liberal daquela casa - Chris Dodd, cede às evidências e assume que talvez não haja outra solução, i.e. Citibank, Bank of America (BofA), entre muitos outros, serão nacionalizados. Porque quebraram.
O Homem e a Filosofia de Investimento
Por Eddie Ribeiro
Por trás de toda discussão sobre o que é mais importante nas tomadas de decisão quanto aos investimentos há um elemento que é fundamental e que se pensarmos nele, talvez, seja possível jogar uma luz sobre tudo isso: o homem. E quem é o homem neste mundo? O debate confrontando AT, AF, notícias, macroeconomia, etc, renderia horas e mais horas. O fato é que o homem tem algumas características e delas podemos tirar algo: é um ser inseguro, que desconhece sua origem e seu destino, é uma criatura em constante conflito e que sempre procura desesperadamente uma lógica em que possa se apoiar, possa pautar sua vida, algo que amenize as incertezas do viver.
Em renda variável é difícil afirmar quem está certo ou errado. A verdade de agora pode não durar mais de 15 minutos, e bolsa de valores funciona desta forma, proporcionando ganhos a uns com a perda de outros. Muitas vezes é o tempo que define quem tomou as melhores decisões, seja um investidor ou especulador. Independente do tamanho de seu cacife, os lucros ou prejuízos serão proporcionais à exposição ao risco. E o mercado, além de soberano, é impiedoso. São muitas escolas e correntes, a dos grafistas, os fundamentalistas, aqueles que seguem notícias e os que se baseiam na análise de seus sentimentos. A diversidade é grande. E apenas os vitoriosos sobrevivem. No final, o que vale é o saldo continuar positivo e o patrimônio aumentando. É possível fazer isto consistentemente?
A Experiência no Mercado Financeiro
No mercado se existe uma coisa que realmente faz diferença é a experiência. Algumas pessoas que se aventuram no mundo da volatilidade não irão aprender nunca, às vezes ficam anos alimentando os mega-players, e depois desaparecem. Outros conseguem permanecer no mercado, mas não conseguem extrair do tempo à experiência, e assim apenas resistem. Porém, somente aqueles que assimilam diariamente as experiências positivas e negativas que o mercado proporciona poderão sobreviver, e, depois de muito tempo, tornarem-se operadores bem sucedidos que vivem do mercado. JP oP
Filosofia do Pensamento Contrário
Provavelmente, uma das filosofias de especulação mais difíceis de racionalizar é a filosofia contrária. Na sua versão mais crua, mas apesar de tudo, a mais racionalizável, esta filosofia exprime-se assim: quando as notícias de um “bull market” chegam aos jornais, Talvez seja a hora de liquidar posições longas e, eventualmente, abrir posições curtas; pelo contrário, quando as notícias de quedas prolongadas nos mercados surgem na imprensa, é sinal para zerar as vendas e abrir posições longas. A ideia central por detrás desta posição é a de que, quando a imprensa anuncia que as Bolsas não param de subir há várias semanas ou meses, tal é indicativo de que todos os profissionais já compraram o que tinham a comprar e que o potencial de subida reside apenas agora nos investidores amadores...
Por Cristiano M. Costa
O Fed resolveu fazer o que os economistas chamam de operações de open-market. Ou seja, o Fed vai lá e compra/vende títulos para aumentar / diminuir a base monetária. O Fed anunciou que vai comprar títulos. Ao comprar títulos ele expande a base monetária, e injeta papel-moeda na economia, o que leva a um aumento do crédito, e por conseqüência, do PIB e do nível de preços, para uma oferta agregada constante (curto prazo). É uma medida expansionista... que confunde o mercado...
O resultado pode ser o aumento da inflação doméstica, mas a pior consequência pode ser um dólar fraco.
O Pacote - Alquimia Financeira
Por Fernando Blanco
Após ler virtualmente tudo o que foi publicado e analisado sobre o plano, aqui vai o meu veredito: o plano tem vários problemas e uma única virtude. Temo que não irá funcionar, o que significa manter o crédito nos EUA paralizado e, talvez pior que tudo, minar o capital político de Obama. Obama se recusa a ser anti-americano e nacionalizar os bancos - até porque sabe que isto não é de simples execução. Talvez, quem sabe, esteja lançando esta última alquimia e seja lá o que Deus quiser, i.e. se não funcionar ele poderá dizer que “não restou outra alternativa, mas estatizar o mercado financeiro” de vez.
Por que a recente crise financeira americana foi tão devastadora? Estimativas iniciais indicavam que as perdas com os papéis atrelados a hipotecas eram da ordem de 500 bilhões de dólares, números revisados posteriormente para algo entre 700 bilhões e 1 trilhão. Dado que, antes da crise, o valor do mercado acionário americano era proximo a 16 trilhões de dólares, as perdas com papéis hipotecários foram equivalentes a uma queda de 6% nas bolsas americanas. Meses ou mesmo semanas nas quais as bolsas americanas amargaram perdas de 6% ou mais não são incomuns na história recente. Portanto, vez por outra o sistema financeiro americano viu-se diante de perdas semelhantes as atuais. O que diferenciou a atual crise de flutuações passadas foi a natureza das instituições atingidas.
Importância da Filosofia Operacional
No Fórum do Monitor Financeiro muitas postagens de alto nível mereciam até ser promovidas a artigos! Depois de um excelente comentário do meu amigo Wilson Minoru - o atual editor e responsável pelo blog Lucrando na Bolsa, ganhei mais uma oportunidade de falar de um assunto que gosto muito. Técnicas, métodos, estratégias, a forma de gerir o capital, controle de risco, tudo pode variar em função do perfil e condições financeiras de cada um. Mas a filosofia operacional está acima de tudo isso!
A novidade desta semana foi o anúncio do presidente do BC sobre as medidas do CMN para permitir maior captação dos bancos médios em CDBs assegurados pelo Fundo Garantidor de Créditos. As regras anteriores permanecem inalteradas com o limite garantido de R$ 60 mil por CPF. Mas visando oferecer mais liquidez aos bancos de porte menor e estimular uma maior competição para diminuir os spreads bancários, ampliaram as garantias para R$ 20 milhões na emissão de até R$5 bi em novos CDBs para as instituções que aderirem ao programa. O prazo de emissão deve ser entre 6 meses e 5 anos, mas a liquidez estará assegura apenas depois de um semestre, quando então, quem quiser fazer o resgate antecipado vai receber o correspondente ao período de aplicação, ou então levar o título até seu vencimento.
América Latina: oásis ou miragem?
A área devastada em que se converteu o mercado financeiro, principalmente desde 15 de setembro do ano passado — quando o colapso do banco de investimentos Lehman Brothers produziu numerosas baixas no mundo dos investimentos —, só dá chance para produtos que ofereçam rentabilidade. Todavia, em todo deserto há sempre um oásis. Neste momento, o maná está na América Latina, onde o menor impacto da crise no presente momento, e a locomotiva em que se transformou o Brasil, permitem ao setor de fundos de investimentos encontrar rentabilidades inimagináveis na Europa e nos EUA. Apesar do quadro positivo apresentado pela América Latina, é inevitável indagar: trata-se de realidade ou é apenas miragem?
Por Álvaro Modernell
Esse é um dos temas mais intrigantes da área de finanças familiares: como o casal deve cuidar das finanças? Cada um cuida de uma parte? Juntar tudo e dividir? Utilizar a proporcionalidade? Compartilhar todas as informações ou apenas uma parte? E as despesas pessoais? E como fica a privacidade? É melhor ter conta conjunta ou separada? E quando ela ganha mais? E quando há filhos ou pensão de relações anteriores? Como tratar a diferença de renda do casal? São questões que merecem profunda reflexão e muita conversa. Não é a toa que pesquisas apontam que as questões financeiras estão entre as principais causas de desentendimentos entre os casais.
Petrobras: o carro-chefe da Bovespa
Interessante como o mercado financeiro gera leituras tão diferenciadas em relação às empresas e cenário econômico de um modo geral. São pontos de vistas concretos, bem fundamentados, com base em pesquisa e, mesmo assim, nunca se chega à uma só conclusão. A impossibilidade do consenso - que ocorre em raras situações - faz a liquidez nas negociações ser fruto justamente dos posicionamentos contrários. Quando tratamos de uma empresa como a Petrobras, principal carro-chefe da Bovespa, que desperta sentimentos antagônicos nos investidores, como amor e ódio causados por perdas ou ganhos, mexe com o nosso orgulho por ostentar a bandeira nacional, e um certo desgosto por ser gerida com influências políticas dos atuais mandatários da nação, o debate cresce e ganha novas proporções.
Crise e a Retomada da Economia
Compartilhamos a leitura que o nosso parceiro Fernando Blanco - executivo do setor financeiro e securitário - faz do momento atual. Com vasta experiência na área, os textos refletem sua isenção e conhecimentos no trato de temas tão delicados quanto os que estão sendo debatidos neste momento de crise:
Crise é Oportunidade?
Eu não gosto da frase acima, apesar dela ser dita por gente amiga e decente. E a frase é verdadeira - mas mesmo assim eu não tenho simpatia por ela. Por que? Ora, numa crise como esta - ou até mesmo nas outras, menos agudas - a imensa maioria sofre. E, obviamente, uns poucos ganham. É da vida, é do jogo. E não significa também que os vencedores fazem trapaça ou qualquer ação indevida.
O Último Suspiro - Nouriel Roubini
Sinais moderados de que o índice da contração econômica está reduzindo nos Estados Unidos, na China e outras partes do mundo têm levado muitos economistas a prever que um crescimento positivo retornará aos EUA na segunda metade do ano e que recuperação semelhante ocorrerá em outras economias avançadas. O consenso entre economistas é de que o crescimento no ano que vem será próximo de 2,5%. Investidores falam de sinais de recuperação e de positivos “derivativos secundários da atividade econômica”. Como resultado, as ações iniciam uma recuperação nos EUA e em todo o mundo. Esses mercados parecem acreditar que há uma luz no fim do túnel para a economia e para os lucros de empresas.
Por Anderson Lueders
Os balanços referentes ao ano de 2008 foram bastante aguardados, na medida em que trazem quais foram os primeiros impactos reais da crise nas companhias negociadas em bolsa, nos seus mais diversos setores, bem como evidenciam os efeitos da nova legislação contábil. É, portanto, o momento de apreciar se o que era esperado de fato aconteceu. Sempre que o investidor for decidir pela compra de ações de uma companhia, deve avaliar se está pagando caro ou barato pelo futuro que se projeta nos preços. Uma das formas de se realizar este estudo é por meio dos múltiplos da análise fundamentalista.
Para explicar a crise econômica atual, o mundo das finanças dispõe de um léxico particular — do qual fazem parte, por exemplo, os credit default swaps (instrumentos que protegem o credor contra a inadimplência), marcação a mercado (situação em que o valor dos ativos de um portfólio é valorizado pelo preço corrente de mercado pelo qual se poderia liquidá-los em um dado momento em situações normais de mercado) e papéis lastreados em hipotecas obtidas por meio do crédito subprime (concedido a mutuários de histórico de crédito ruim). Os psicólogos, por sua vez, costumam recorrer a termos diferentes: esperança, ganância e medo. Wharton School
Lições para não perder na bolsa
Este artigo - publicado pelo nosso colaborador Polycrav no Fórum Monitor Financeiro, fala sobre muitas coisas sensatas que todos somos obrigados a concordar: investir com objetivos de Longo Prazo, a pluralidade para observar diversos mercados em uma mesma janela de tempo, diversificar os investimentos, ser racional nas tomadas de decisão, evitar atitudes impulsivas, poupar recursos de forma a constituir uma reserva que possa ser rentabilizada, diminuir custos e cortar gastos desnecessários, e olhar para o passado como uma mera representação do histórico dos acontecimentos. O que vai definir o sucesso de nossas finanças é aquilo que vem pela frente. Aprender a não perder, já é um bom começo. Mas o objetivo das aplicações na bolsa de valores continua sendo lucrar.
O site RGE Monitor acaba de rever suas projeções para a economia global em 2009. Estamos em meio a uma contração sincronizada, que resultará no primeiro encolhimento do Produto Interno Bruto (PIB) global em décadas. Será a pior crise financeira desde a Grande Depressão. As transações comerciais mundiais sofrerão a maior redução desde o Pós-Guerra. O comércio deverá recuar 12% em 2009, em razão da séria e prolongada aversão da demanda, do excesso de oferta e da capacidade instalada e da falta de liquidez nos mercados financeiros. Muitos analistas enfatizam que a segunda derivada da atividade econômica está se tornando positiva. As economias ainda registram contração, mas a um passo menos acelerado, o que seria a antessala da recuperação. A análise do RGE sustenta que a recessão mundial profunda e prolongada, no formato de U, ainda está a todo vapor.
Uma das pessoas com que mais podemos aprender a fazer uma leitura isenta e fundamentada do mercado é Fact Finder. Além de dar suas contribuições no Trading in Blog, ele atualiza com bastante qualidade o seu blog, Markets by FF. Sem esquecer o fato de ter sido um dos parceiros de primeira hora no Monitor dos Blogs. Seus textos são altamente técnicos, o que não o exime de ser conclusivo em suas opiniões. Como esta, sobre o atual momento do mercado:
Como previsto, iniciou-se timidamente no meio da semana passada e confirmada nessa o segundo estágio típico do price action. Aquele no qual bears chamuscados se rendem, "vendedores cobertos" admitem que não fizeram um bom negócio e newcomers (novatos pós-Crash) se perguntam como há idiotas que ainda conseguem perder dinheiro em mercados de renda variável.
Os Fundos de Índices - conhecidos em outros países como ETFs (Exchange Traded Funds) - são fundos que buscam obter o retorno de determinado índice e cujas cotas são negociadas na Bolsa. No Brasil, depois do lançamento do PIBB11 (IBrX-50), foram criados recentemente o BOVA (Ibovespa), o SMAL (Small Caps) e o MILA (MidLarge Caps). Ao investir em um ETF você está investindo, ao mesmo tempo, em uma carteira de ações de diferentes companhias. Os ETFs permitem que os aplicadores adotem novas estratégias de investimento. Regulados pela Instrução CVM 359, de 22/1/2002, espera-se para breve que os ETFs brasileiros ganhem liquidez, abrindo novas oportunidades para o mercado de capitais brasileiro.
A promessa da Modulus Financial Engineering Brazil é renovar o mercado financeiro trazendo para o investidor tecnologia de vanguarda dos Estados Unidos com baixo custo, através do lançamento do United Charts. O United Charts é um terminal de negociação, cotações e análises, escrito em .NET, nascido em uma nova geração de softwares que integra as novas tendências e conceitos da internet e de tecnologias avançadas de análise. As inovações vão desde o uso de uma interface limpa, moderna e simples usando o conceito de painéis encaixáveis (em lugar de janelas), passando por ferramentas de análise nunca usadas antes no Brasil, até a integração com WEB 2.0.
Por Fernando Blanco
Caros amigos – vocês devem ter notado que eu dei um tempo na minha cobertura quase diária da crise lá fora, preferindo abordar questões nacionais, mais exatamente sobre a recuperação da economia brasileira e suas consequências no crédito doméstico. No entanto, lá fora só se fala no tal do Stress Test, que o Tesouro americano vem aplicado há várias semanas em 19 bancos, que tem “alto poder de abalo sistêmico”. Este exercício teórico visa identificar se o banco terá capital suficiente em caso de uma situação hipotética de crise (de stress). Leia mais
Risco da consolidação bancária
Por César Tibúrcio
O que pode acontecer à economia brasileira caso o Bradesco esteja em dificuldades financeiras? Isto representaria uma ameaça para o mercado de capitais e deveria ser evitado pelas autoridades governamentais. A possibilidade de falência de um grande banco no Brasil pode ter influencia sobre o comportamento da economia. Esta é a essência de um alerta de Nassim Taleb, autor de Cisne Negro, que não foi escutado no Brasil. Diz respeito ao risco da consolidação no setor financeiro. A frase “muito grande para falir” traduz um aumento no risco sistêmico da economia. Ou seja, Taleb explora a necessidade dos órgãos reguladores em combater a consolidação bancária.
Será que a recessão já está no fim?
Justin Lahart - WSJ
É difícil definir o momento em que uma recessão termina. A economia produz uma torrente de dados todos os dias. Mas no fim de uma recessão normalmente chegam notícias de diversos teores, como vem ocorrendo nos Estados Unidos. O otimismo gerado pelas boas novas pode se evaporar depressa quando chegam más notícias indicando fraqueza na economia. Depois de um período desagradável, iniciado no fim do ano passado, em que a economia americana foi de mal a pior, uma série de relatórios aprimorados criou a esperança de que o país esteja no limiar de uma recuperação. O custo dos empréstimos para empresas caiu. Pesquisas feitas em firmas e domicílios mostram mais confiança. O mercado de trabalho dá alguns sinais hesitantes de melhora.
Por Fernando Blanco
Pois é, amigos, está entrando muito dólar no Brasil, mas é o de pior qualidade: o voltado para aplicações em juros e bolsa. É dinheiro que entra aos poucos, derruba a cotação do dólar, valoriza o nosso real e prejudica a rentabilidade das nossas exportações (inviabilizando muitas). Esta situação é particularmente dramática nestes dias de deflação internacional, pois os produtos são exportados pelo Brasil a preços mais baixos e quando as receitas são convertidas em reais valem menos, porque o dólar aqui vale menos. Só que ao primeiro sinal de crise – qualquer crise! - esse dinheiro sai do país – qualquer país emergente! – e desvaloriza o real brutamente, gerando todo tipo de complicação nas empresas que tem dívidas e contas a pagar em dólar.
Agências de Classificação de Risco
A crise financeira levou à catástrofe inesperada as agências de classificação de risco, Moody’s, Fitch e Standard & Poor’s, entre outras, que conferiram notas AAA a um amplo espectro de papéis lastreados em hipotecas subprime — em outras palavras, classificaram-nos como isentos de riscos —, recuando posteriormente na esteira do colapso da dívida desses títulos, levando de roldão a economia mundial. Nos EUA, o clamor que se seguiu pela reforma das agências de classificação de risco levou a SEC, comissão de valores mobiliários e de câmbio, a propor procedimentos que atenuassem os conflitos de interesse e ampliassem o grau de transparência das agências, obrigando-as a criarem classificações distintas para os produtos estruturados...
Volatilidade no Humor dos Investidores
Por Seagull
Terminou maio, e nada de bruxas! Pelo contrário, a Bovespa fechou o mês no mais alto patamar do ano - graças a um sinistro leilão - call - de encerramento que, movimentado em grande parte por operações casadas, inflou o volume financeiro da sessão a inacreditáveis 8 bilhões de reais. E o índice fechou acima dos 53k (???), rompeu ou não rompeu? Se é o fim de linha para o rally - ou ainda guardam um carretel extra na manga - só vamos saber a partir da semana que vem. Estamos chegando quase à metade do ano nesta euforia, e há menos de 6 meses atrás, o fim do mundo era o cenário mais factível. Isto que é a volatilidade no humor dos investidores.
O Retorno da Bolha e Efeito Manada
A euforia, desta vez, é alimentada pelos bancos centrais com uma quantidade sem precedentes de moeda. O SISTEMA de crédito norte-americano ainda vai precisar de uma grande faxina de ativos desvalorizados antes de se ouvirem as trombetas da recuperação global... os mercados de renda variável continuaram a emitir sinais de euforia cada vez mais acentuados nas últimas semanas e dias. A alta generalizada das Bolsas e das cotações em março, abril e nestes primeiros dias de maio (no Brasil, isso ocorre desde o fim de 2008) é interpretada por muitos como um sintoma inequívoco da virada, não só de humor dos investidores como da próxima retomada de compras pelos consumidores, mesmo nos países hoje mais afetados pela retração generalizada. Está mais para retorno da bolha.
Investir em Valor ou Crescimento?
Por João Guilherme Brotto
Responda rápido: qual é sua filosofia de investimento? Se soube responder, ponto para você. Mas, caso tenha ficado procurando uma resposta, não se desespere, pois a maioria dos investidores está na mesma situação. Alguns até acreditam que seguem uma filosofia, mas basta uma notícia pessimista ou o surgimento de algum fato inesperado para que essa filosofia seja esquecida. No entanto, seguir uma estratégia é fundamental para alcançar os objetivos estipulados. Um investidor sem uma estratégia clara vira presa fácil do mercado, fica sujeito a seguir conselhos de terceiros nem sempre confiáveis, deixa de realizar ganhos por não ser fiel a uma estratégia, gasta com corretagens desnecessárias um dinheiro que poderia estar rendendo em uma boa aplicação e perde o sono com medo do que poderá acontecer no dia seguinte
Prediction Markets: Bolsas de Apostas
Alternativa às pesquisas de opinião, bolsa de apostas sobre acontecimentos futuros chega ao Brasil quase 20 anos depois de surgir nos Estados Unidos. Os mercados preditivos, também chamados de bolsas de previsões, trabalham com apostas sobre diversos tipos de acontecimentos futuros. Um dos mais antigos prediction market foi criado na Universidade do Iowa em 1989, onde os estudantes apostavam sobre quem venceria as eleições presidenciais dos EUA naquele ano. Na ocasião, os resultados se revelaram mais precisos do que muitas pesquisas de opinião. Quase vinte anos depois, a ascensão de Obama à presidência americana deu novo status aos prediction markets, já usados por grandes empresas, como General Electric, HP, Best Buy e Siemens, para antever possíveis resultados de suas ações.
Regulação Financeira no Sistema
Por Seagull
O presidente dos EUA propôs o que chamou de a mais ampla reforma da regulação financeira desde a Grande Depressão nos anos 1930, segundo o texto de uma declaração publicado pela Casa Branca. De acordo com o plano, a medida de maior importância será o aumento da autoridade de supervisão e regulação do Reserve (Fed, o banco central dos EUA) sobre o setor financeiro, com o intuito de evitar uma repetição da crise nos mercados bancário e de capitais do ano passado. Muito ousada e oportuna mais esta atitude. Que o sistema financeiro está cada vez mais dependente do Estado, isto é um fato. Mas suas propostas de moralização do mercado podem ir de encontro a muitos interesses... de pessoas poderosas.
Apostas Contrárias de Max Gunther
Investir em ações com horizonte de curto prazo envolve um grau significativo de especulação. Comprar um papel com base em informações sobre o mercado de atuação e desempenho operacional e financeiro de uma empresa e acreditar que estas vão balizar o futuro de seus investimentos não é garantia de sucesso, mas ajuda a minimizar riscos. Por outro lado, comprar uma ação acreditando que em apenas alguns dias ela estará valendo muito mais do que o preço pago, seja porque as cotações estejam defasadas ou porque os gráficos estão mandando, certamente é mais arriscado e menos previsível. Contrariando grande parte dos ensinamentos financeiros convencionais, que não recomendam a adoção desta prática, o polêmico Max Gunther, investidor profissional e autor do livro "Os axiomas de Zurique", não vê nenhum problema em especular e vai além: defende a realização de apostas apenas com quantias que realmente valham a pena.
Por Ana Sampaio
A Bolsa de Valores é um investimento de risco. A Vida também é. E nós gostamos de estabilidade, certo? Afetiva, profissional e financeira. Não gostamos de levar sustos. Mas pense num paciente de UTI, ligado a um monitor cardíaco. O que acontece quando soa aquele apito longo e a linha do monitor fica retinha? Nós sabemos o que acontece. Se você não corre riscos terá bastante estabilidade. Sim, desse tipo que mencionei aí em cima. Para ganhar é preciso arriscar alguma coisa na Bolsa da Vida. Siga as mesmas regras do mercado financeiro: não aposte o que não pode perder, se o barco estiver afundando não reze, abandone-o, não tenha a goela grande e saiba a hora de assumir o prejuízo. Prejuízo? Claro, é impossível ganhar sempre.
Pacote Financeiro contra a Crise
Por Stephen Kanitz
Em 2003, escrevi um artigo intitulado Estamos Emburrecendo, em que mostro que cada um de nós está rapidamente emburrecendo na medida em que o conhecimento dobra a cada seis meses. Estamos, como sociedade, ficando cada vez mais inteligentes, mas individualmente, estamos mais burros. Santos Dummont, hoje, seria incapaz de fazer um Boeing 777. A ideia do Obama e de seus keynesianos é que um Supervisor Mor, com mais poderes do que Ben Bernanke, será capaz de supervisionar o sistema financeiro. Santa arrogância! "O problema é que os hedge funds, as companhias de seguro, os bancos de investimentos e os derivativos não estavam sendo supervisionados, só os bancos comerciais e a bolsa". Achar que um neo-keynesiano saberá prever o comportamento de empresas sofisticadas, controlando-as, sem ter feito um MBA, sem conhecer administração, sem ter um QI de 1300, é de uma arrogância intelectual assustadora.
Por Tiago Severo
O desenho de um novo sistema regulatório para instituições financeiras está no centro do debate econômico nos Estados Unidos. Autoridades e o público em geral entendem que há a necessidade de maior controle das atividades de bancos, fundos e empresas seguradoras. O objetivo, claro, é evitar a ocorrência de novas crises sistêmicas como esta a qual estamos enfrentando. Eu, particularmente, sou bastante cético a respeito da eficácia destes marcos regulatórios. Em grande parte, diversas inovações financeiras ocorridas na última década, muitas das quais têm sido apontadas como responsáveis pelo debacle do sistema financeiro americano, resultaram do esforco de instituições financeiras em evitar custos, requerimentos de capital e outras facetas da regulação. Este processo é conhecido como “arbitragem regulatória”.
A forte recessão criou oportunidades para o investidor abutre como nunca antes. Os dados mais recentes mostram que acordos de aquisição baseados em dívida de recebimento duvidoso - em que detentores de títulos de dívida de difícil recebimento aproveitam a posição de credores para adquirir o controle da empresa em dificuldades - já são quase o dobro do número registrado em 2008. Cerca de 140 desses acordos foram fechados em 2009, ante 102 transações do tipo no ano passado, segundo a Dealogic. Se combinados, os acordos valem US$ 84,4 bilhões, ante US$ 20 bilhões em 2008. E eles envolvem empresas de praticamente todos os recantos da economia americana...
Por Paulo C. Coimbra
A imprensa divulgou um comentário do presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, sobre a curva de juros: “Se olharmos o resultado das projeções de inflação, a curva (de juros) embute um prêmio de risco em relação à previsão do BC, que talvez não seja adequado. De qualquer maneira, o importante é o mercado fazer sua precificação normalmente e a realidade vai prevalecer.”. As expectativas do mercado, segundo o último boletim Focus (do dia 10/07/2009), projetam a taxa básica (mediana) em fins de período para 8,75% a.a. para 2009 e 9,25%a.a. para 2010. Tal expectativa está alinhada com as cotações nos mercados futuros de juros, que na BM&F - Bovespa são negociados como contratos futuros da taxa média de depósitos interfinanceiros de um dia, ou simplesmente DI 1, que serve de base para a curva de juros futuros.
Por Lucas Cruz
A fórmula criada por Fischer Black e Myron Scholes foi uma tentativa de precificar o preço das opções, ou seja, um modelo para atingir um preço teórico. Através desse preço teórico, o investidor teria um parâmetro para avaliar se as opções estavam sobreavaliadas ou subavaliadas. Para calcular o preço teórico é necessário saber o preço do ativo objeto, preço de exercício da opção, tempo, taxa de juros e a volatilidade. Das cincos variáveis do preço da opção, só não temos como mensurar o valor da volatilidade futura e para isso, o mercado costuma utilizar a volatilidade histórica como uma estimativa para volatilidade futura. Trata apenas de uma tentativa de encontrar um “preço justo” da opção, mas vamos abordar como um preço teórico.
"Apostando" com o método Martingale
Por Daniel Vieira Costa
É isso mesmo! Estou me referindo a apostas em bolsa de valores... mas, vamos melhorar isso. Vamos apostar estratégicamente. É possível? Sim.. é possível! Mas como? Assim como em qualquer jogo, seja de apostas ou que requer estratégia/s, sempre procuramos algum mecanismo que nos auxilie a obter uma vantagem. Não estou tratando de trapaças, nem de blefes, estou tratando de Aposta Estratégica. Vamos entender um pouco como isso funciona. Nada melhor do que entender o simples (e falho) modelo estocástico Martingale. O mesmo se refere a um tipo de estratégia na qual o especulador aumenta sua posição em cada "jogada" depois de uma aposta perdedora.
Por Paulo C. Coimbra
Nos mercados futuros negociam-se direitos sobre alguma mercadoria ou objeto financeiro. No Brasil, dentre as mercadorias negociadas destacam-se soja, café, milho e boi gordo enquanto que dentre os ativos financeiros há destaque para os contratos de DI 1 dia, dólar e Ibovespa. Visando popularizar os mercados futuros, o segmento BM&F disponibilizou também minicontratos de alguns desses ativos, como, por exemplo, o Ibovespa e o dólar, que diferem dos contratos usuais pelo tamanho dos contratos, correspondendo a um percentual dos respectivos contratos padrões. A utilização de mercados futuros como proteção, ou hedge, tem papel de destaque no tocante às modalidades de futuros de mercadorias...
A fábrica de dinheiro e o déficit fiscal
Há algum tempo temos acompanhado entre os desdobramentos da crise, as medidas para preservação da liquidez mundial de forma a manter a integridade de todo o sistema financeiro. Destaca-se neste cenário o papel dos EUA, responsável pela maior parcela de toda riqueza produzida no planeta, muito em função do alto nível de consumo gerado por sua população... Considerando os esforços de todos os bancos centrais, da América e Europa, foi despejado um volume sem tamanho de dinheiro impresso na economia. E essa conta ainda não foi paga. A fatura pode acrescida de juros maiores, do aumento no déficit (já enorme), de um recrudescimento da inflação, e a perda de valor do dolar - resultando na necessidade de adoção de uma outra moeda mais estável como referência para as transações internacionais.
Por Christian Cayre
Em Junho do ano passado participei da Expotrader – V Congresso Anual Internacional de Traders do Mercado de Capitais 2008, um evento criado pela Trader Brasil, com a participação de nomes consagrados do mercado financeiro mundial. Na ocasião, chamou minha atenção a palestra do “guru” Arch Crawford e sua abordagem digamos “astral” do mercado. Arch, profetizou que devido a um eclipse raríssimo, no dia 16/08 ocorreria algum desastre em escala mundial que levaria as bolsas do mundo inteiro ao colapso... ele antecipou a queda vertiginosa das bolsas de valores no ano passado e previu a recuperação dos mercados em Fevereiro deste ano. E mais… segundo o “guru” , a partir do dia 03 de setembro, influenciadas por um novo eclipse lunar, as bolsas mundiais começarão novamente uma forte espiral de queda.
O ouro, que passou para o imaginário popular como o símbolo de riqueza e ostentação dos reis, é mais acessível ao investidor do que se pode supor. Há aplicações em ouro para todos os gostos e exposição aos riscos. Os investidores podem comprar ouro físico no mercado de balcão, ou buscar operações mais sofisticadas na Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F), onde são negociados contratos futuros, e opções (de compra ou venda) de ouro. A formação do preço do metal no Brasil é baseada no preço praticado na Commodities Exchange (Comex), a bolsa de mercadorias de Nova Iorque, que é a maior bolsa de ouro do mundo e negocia o maior volume desse metal no mercado futuro.
Parabéns pra você nesta data...
Por Fernando Blanco
Pois é, amigos, e não é que a Crise fez aniversário e completou 1 ano! Bem, eu (e o mundo) estou assumindo como data do parto – o marco zero - a quebra do banco Lehman Brothers, que desencadeou a famosa hecatombe financeira. De fato mesmo, a crise havia começado há pouco mais de um ano, quando o crédito subprime foi, enfim, considerado… subprime, i.e. que daria calote nos seus credores. Mas deixa pra lá, fechemos com 15 de setembro de 2008. Não foi por coincidência que Barack Obama foi a Wall Street apresentar – de novo – como será a reengenharia que ele deseja implementar nos mercados financeiro e de capitais dos EUA – e a partir daí tentar disseminá-lo globalmente, via G-20. Destaque para a picardia de Obama: ele se deu o trabalho de ir até NY para falar mal dos bancos e dos mercados na própria casa deles!
A maioria das grandes marcas corporativas perdeu valor de mercado em razão da crise econômica mundial, deflagrada há um ano e que começa, lentamente, a acabar. A nona edição do estudo Melhores Marcas Globais (Best Global Brands 2009), da consultoria Interbrands, divulgada sexta-feira, descreve o comportamento negativo das 100 mais importantes marcas este ano. Pela primeira vez, o valor total delas recuou, somando US$ 1,15 trilhão. Segundo o ranking elaborado em parceria com a revista Business Week, esse grupo de bens intangíveis ficou US$ 55 bilhões inferior em relação ao ano passado, uma perda de 4,6%. A queda é considerada significativa, pois nas últimas edições do estudo o volume total apresentava crescimento médio de 5% aa.
Tesouro Direto versus Poupança
As páginas na internet do Tesouro Nacional e da Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) passarão a comparar o rendimento dos títulos públicos federais com a caderneta de poupança. A comparação será feita por um simulador, disponível nos dois sites, que foi lançado ontem dentro de um projeto de popularização do Tesouro Direto, o programa de venda de papéis federais para pessoas físicas.O simulador traça a estratégia de aplicação em títulos de acordo com os objetivos e prazos indicados pelo investidor. Quem quiser poderá casar o sonho desejado com o dinheiro disponível para a aplicação. Pode ser, por exemplo, uma casa própria, a troca do carro, a aposentadoria ou a universidade dos filhos.
Por Paulo C. Coimbra
Quando empresas ou países recorrem ao mercado internacional, lançando títulos que oferecem juros aos investidores, tais empresas ou países passam a serem avaliados por agências que preparam “rating” de seus títulos para que os potenciais compradores os avaliem. Tais “ratings” refletem a percepção das agências quanto às capacidades que as empresas ou os países emissores de títulos no mercado internacional honrem seus compromissos financeiros, considerando a possibilidade da ocorrência de uma suspensão dos pagamentos (“default”). Assim, a classificação de uma empresa ou país com o “grau de investimento” equivale a uma recomendação, por parte da agência de “rating”, para a compra dos títulos que são emitidos por estas empresas ou países.
No início do ano passado a forte valorização apresentada pelas bolsas era um convite à entrada de novos investidores no mercado de renda variável. Pessoas que nunca haviam comprado uma ação ficaram eufóricas com o histórico de rentabilidade e decidiram se aventurar. Veio a crise e, junto com a queda significativa nos mercados, a confiança ficou extremamente abalada, a ponto de fazer muita gente desprezar uma grande oportunidade de multiplicar seu dinheiro. Quem soube aproveitar está muito satisfeito. Mas ainda existem aqueles que mal se recuperaram do trauma (e das perdas). Agora que os índices já voltaram a níveis elevados, a empolgação começa a agir novamente no inconsciente coletivo. O controle emocional ainda é um dos fatores mais importantes para o sucesso financeiro.
Por Christian Cayre
- CHR Investor -
Retomando o assunto sobre indicadores econômicos, neste artigo vou abordar a reunião que ocorre a cada 40 dias (aproximadamente) nos EUA e que define a taxa básica de juros americana. O Fed e o seu diretório, nesta reunião, definem os rumos da economia americana. A definição se haverá um aumento ou uma redução da taxa depende basicamente de dois fatores: como anda o desemprego no país e se existem pressões inflacionárias. Juntamente com a nova taxa básica de juros, o FOMC (Federal Open Market Committee) apresenta um relatório com algumas considerações sobre as ações tomadas.
Quanta gente caindo na "real"... o que dá motivos para pensar, caso se estabeleça um consenso de que o mercado está puxado, os preços superavaliados, as bolsas vão cair, etc, é tudo que as bancas querem para continuarem esticando a corda até sua exaustão. É preciso sair em cima de alguém, e, pelo volume que eles operam, não há como reverter em pouco tempo tamanha posição. Fatos: apesar da revisão favorável, hoje, ao PIB americano no 2º trimestre, o sentimento do consumidor demonstra queda de confiança, o preço das casas sofreu nova queda, e, além das taxas pífias de crescimento (sempre revisadas por critérios não muito claros), o nível de emprego, maior propulsor do consumo - que move a economia, continua crítico.
Tese do Descolamento nas Bolsas
Por
Cristiano Costa
e P.C. Coimbra
A julgar pelos dados de mercado, poderíamos acreditar que definitivamente o Ibovespa está se descolando dos índices de Wall Street (Dow Jones e S&P 500). Uma análise mais cuidadosa, porém, nos leva a crer que uma combinação de fatores pode, na realidade, justificar as discrepâncias nos desempenhos nas duas bolsas, colocando em xeque a tese de descolamento. O P. C. Coimbra e eu escrevemos sobre o assunto. Cada um no seu quadrado...
Educar os Filhos Financeiramente
Engana-se quem pensa que a educação financeira já faz parte da rotina das famílias brasileiras. Não poderia ser diferente, se pensarmos nos anos e anos que o Brasil viveu em meio à hiperinflação. Mas os tempos de estabilização vieram para ficar e, agora, mais do que nunca, é possível planejar o orçamento, bem como ensinar aos filhos como fazer isso. De acordo com o educador financeiro Álvaro Modernell, os pais não conseguem educar os filhos financeiramente porque encontram três problemas: como se aproximar das crianças, como falar do assunto na linguagem delas e como despertar o interesse dos filhos para o assunto. "Cada um tem de encontrar uma maneira, não tem uma receita de bolo", ressaltou.
A primeira década do novo milênio
Estamos nos aproximando de dezembro, e com a chegada do fim do ano, mais uma etapa estará sendo concluída. A primeira década do novo século vai terminando, e dela tiramos grandes lições e um enorme aprendizado. O título deste artigo poderia ser algo como "Investimentos, Benchmarks, Trackrecords", mas a ideia é maior, e vai muito além de meros resultados. Ninguém imaginava que as tranformações seriam tantas. A economia se misturou à política, ante a imprescindível necessidade de uma maior participação dos Estados - e seus Bancos Centrais - intervindo de forma contundente nas decisões de mercado. Houve uma emissão de dinheiro como nunca vista e a cobrança desta fatura ainda não foi completa. A borboleta não saiu do casulo.
S&R: Análise Técnica ou Estatística? II
Por Bruno Peruchi
No primeiro artigo sobre este mesmo tema foi analisada a validade de se estabelecer patamares de reversão (suportes e resistências), com base em preços cheios. O resultado da análise foi que não há nenhum motivo para se fazer isso, pois não há validade estatística nessa tese. Eu acho que não cheguei a explicar a razão de analisar a análise técnica com dados históricos de preços. Quando uma pessoa começa a estudar sobre o mercado financeiro e precisa decidir se vai operar nele e como vai operar, é necessário que ela entenda algumas coisas, sendo que o mais importante, provavelmente, é decidir se vai confiar na hipótese de mercados eficientes ou não.
Em Finanças Contemporâneas
Por Fernando Botti
A física e a matemática não são apenas uma coleção de fórmulas e de teoremas, mas também e principalmente um reduto de idéias. Uma delas, particularmente geral e útil, é a idéia de geometrização. Essencialmente, trata-se da representação desta ou daquela idéia matemática como pontos no espaço, as famosas funções que desenhamos, os gráficos de segundo grau, até demonstrações sofisticadas que apenas computadores conseguem reproduzir.
Análise Estatística: Ponto Pivot
Por Bruno Peruchi
Existe uma fórmula geralmente usada para encontrar uma estimativa do ponto de suporte e resistência de D+1 em função de D+0. Isso supondo candles diários, mas eles poderiam ser também horários, semanais, mensais... Essa fórmula é o cálculo de Ponto Pivot e os seus respectivos suportes e resistência... A idéia é simples, embora desprovida de fundamentos. O ponto pivot seria um ponto de atração para o preço do dia seguinte, um ponto onde o preço flutuaria ao seu redor. S1, S2, R1 e R2 são os níveis de suporte e resistência, sendo “1” os níveis mais pertos e “2” os níveis mais longes. Como esses patamares deveriam servir como resistência ao movimento do preço, a estratégia adequada seria a de reversão de posição.
Como investir em ações no exterior
Por Matheus Leite
Um tema que não é de domínio público, mas que creio que desperte o interesse de muitos, diz respeito a investimentos nas bolsas estrangeiras. Pode um cidadão comum, legalmente, alocar suas suadas economias em bolsas mundo afora, ou esta é uma prerrogativa de bancos de investimento e endinheirados com contas em paraísos fiscais? A resposta é: sim, ele pode. Qualquer brasileiro pode comprar ações listadas na NYSE, NASDAQ ou outra bolsa ao redor do mundo. Acredita no desenvolvimento da Namíbia? Será no Iêmen o próximo boom da renda variável? Você não precisa mais ficar de fora assistindo, e neste artigo lhe ensinarei como.
S&R: Análise Técnica ou Estatística?
Por Bruno Peruchi
Se você opera em qualquer mercado financeiro por mais de alguns segundos e/ou já se aventurou por algum fórum da área com certeza já deve ter lido frases do tipo: “ O próximo suporte a ser testado agora é...” ou “ É possível que uma nova área de congestão se aproxime quando a resistência de x for atingida...”. Suportes e resistências são termos básicos da análise técnica, e esta faz parte do dia a dia de qualquer especulador. Eu vejo isso como uma contradição no fato que a maioria das pessoas que operam em mercados financeiros tiveram por números o pilar fundamental da sua formação... Todos nós nos apoiamos em números para fazer a avaliação das decisões rotineiras que tomamos, estejam elas ligadas ou não a finanças. Por que a análise técnica consegue se tornar exceção?
Para o economista Nouriel Roubini, juros negativos nos EUA e dólar fraco geram "mãe" de todos os "carry trades" e bolha global cujo estouro é inevitável. Desde março vem ocorrendo um aumento maciço em ativos de alto risco de todo tipo - participações, preços do petróleo, energia e commodities - um estreitamento dos "spreads" de alta rentabilidade e alta classificação e um aumento maior ainda nas classes de ativos de mercados emergentes. Ao mesmo tempo, o dólar caiu muito, enquanto a rentabilidade dos títulos governamentais tem aumentado ligeiramente, mas se mantido baixa e estável. Essa recuperação dos ativos de alto risco é movida em parte por melhores condições econômicas fundamentais. Evitamos uma quase depressão e um derretimento do setor financeiro com um estímulo monetário e fiscal maciço e pacotes de socorro aos bancos.
Juros baixos e dinheiro injetado no sistema financeiro pelos bancos centrais e governos do mundo todo para combater a recessão ameaçam criar outro problema: novas bolhas de ativos, especialmente nos mercados de imóveis, ações e câmbio da Ásia. O Banco Mundial alertou ontem que o surgimento súbito de bilhões de dólares em investimentos no leste da Ásia está "alimentando preocupações com bolhas de ativos" nos mercados em toda a região. O Fundo Monetário Internacional também citou ontem o "risco" de que a alta nos preços dos ativos de Hong Kong esteja sendo impulsionada por "condições de liquidez no curto prazo sem relação com as forças fundamentais da oferta e da demanda". (WSJ)
Investimento conforme a Idade e Perfil
Com o passar do tempo, Bolsa de Valores perde participação nas aplicações financeiras e dá espaço maior à renda fixa. Estabilidade profissional na meia-idade também proporciona chance de poupar recursos para a aposentadoria. A grande transformação na personalidade de um investidor ocorre na época que em chegam os filhos. Vêm a responsabilidade e a insegurança. À parte das economias da família, é indispensável criar uma reserva individual para cada criança. Se, quando jovens, os investidores acabam elegendo as ações que podem proporcionar mais lucros nos negócios do dia a dia do mercado - e especulam com elas - depois é melhor preferir papéis rentáveis no longo prazo, como os que pagam bons dividendos.
Beto Veiga
A jornalista Tatiana Nascimento, do Diário de Pernambuco, resolveu fazer uma viagem ao passado, resgatando a história do investimento no Brasil, pré-Plano Real. A reportagem, bastante ilustrada, foi publicada no último domingo naquele periódico, e este que vos escreve (euzinho da silva) colaborou com algumas opiniões. É uma grande novidade para aqueles que são mais novos e nunca imaginaram que um dia já se investiu em telefone no Brasil. E olhe que não era em empresa telefônica, não.
Ciclos Irracionais
de Lógicas Financeiras
Por Fernando Botti
Vou reproduzir um trecho de um artigo que saiu no New York Times em julho desse ano, escrito por Paul Wilmott, um estudioso na área de finanças quantitativas, para nos conduzir a uma reflexão em comum.
“…a última moda entre os bancos de investimento e fundos de hedge: algoritmos de negociação alta freqüência. No campo minado com influências perigosas e moral suspeita, o mercado financeiro está se potencializando com poder irracional da máquina. A idéia é simples: Computadores obtem informações – principalmente “preços em tempo real” – e com isso tentam prever os próximos movimentos do mercado de ações...
O que gostaria de escrever em 2010
Por Humberto Veiga
Antes que você pense que fiquei maluco, esta postagem é uma empreitada de vários blogueiros no sentido de produzir um texto que gostariam de escrever no ano que vem. E aqui está o meu desejo. É óbvio que as preocupações sociais são imensas, muito maiores do que aquelas restritas aos investimentos e ao mercado financeiro, mas sairia muito do meu contexto se falasse de outra coisa, de modo que prefiro ficar por esta seara mesmo. Sei que é bem difícil ver meu desejo se concretizar no curto prazo, mas devemos sonhar alto. Aí vai a postagem dos meus sonhos para 2010
Em época de final de ano, onde tudo que foi feito é revisto, e traz a oportunidade de refletirmos sobre os acontecimentos, uma postagem sobre o tema no fórum desencadeou este artigo...
A análise virtual e o dinheiro real
Acertar ou errar palpites em um blog ou fórum da internet não representa muito se isto não vier acompanhado de ações. Compra, ou venda de ações... depois de realizar o lucro do que se carrega em carteira. Operar short no índice, lançar opções, ou, ao menos, montar travas. O que um investidor mais tradicional, useiro do buy and hold, faz em uma situação de correção (ajuste, alívio, embolso de lucros, etc...)? Fica como mero espectador, observando o mercado cair, suas cotações se depreciarem, torcendo para o fundo chegar logo, apenas esperando cair para comprar mais?
Por Thomas L. Friedman
The New York Times
Lendo The Herald Tribune durante o café da manhã, em Hong Kong, na semana passada, o que me chamou a atenção foi um artigo de primeira página sobre James Chanos - um dos "short-sellers" (vendedores de valores a descoberto) mais bem-sucedidos dos Estados Unidos, que sempre suspeitou que a Enron era uma fraude. Chanos ganhou fortunas quando ficou demonstrado que ele tinha razão. Ele adverte agora que a China é "Dubai multiplicada por mil, ou pior ainda" e tenta convencer os economistas de que a economia chinesa poderá entrar em colapso com o estouro de suas bolhas. Segue...
Por Vilson de Siqueira
O ser humano, regra geral, não aceita o risco da perda, muito menos a perda; dai resulta, talvez, o porque do sucesso das seguradoras. Os agentes de mercado, com frequência, transferem os riscos adquiridos em suas relações de trocas; e isto ocorre em uma corrente de espalhamento dos riscos, cujos ganhos se tornam oportunidades ‘moscas-brancas” para aqueles que se fizeram engenheiros de operações financeiras. Operações sempre mais complexas são construídas para buscar estabelecer um equilíbrio entre as forças de mercado; todos os participantes dos mercados querem se estabelecer em uma zona de conforto, sem os riscos inerentes às complexas engenharias financeiras por trás de suas relações de trocas.
Por
Cristiano M. Costa
Uma proposta de tornar obrigatório o pagamento, por empresas brasileiras, de participação nos lucros a seus empregados, lançada no Fórum Social Mundial, desencadeou no governo um princípio de crise. Esta notícia foi publicada recentemente em todos os jornais. O valor seria de 5% dos lucros. Acho engraçado. Não faço a menor idéia de qual seja a motivação dessa medida. Mas gostaria de levantar alguns pontos.
Como ficam as bolsas após o feriado?
Mero alívio
ou retomada?
Por Fabio Biagini
As principais bolsas terminam a semana em território positivo, com os investidores animados com o plano de ajuda da União Europeia à Grécia. Segundo o presidente do BCE, Jean-Claude Trichet, o Banco Central Europeu (BCE) e a Comissão Europeia irão juntar forças para monitorar a Grécia e para redigir "medidas adicionais necessárias" para manter a estabilidade na zona do euro. No entanto, a questão continua em aberto e deve seguir como destaque nas próximas semanas.
Por Christian Cayre
Antes de mais nada, me permitam fazer um alerta… Este artigo é voltado para o investidor de longo prazo, que não pensa em se desfazer da carteira nos próximos cinco anos. É muito interessante observar o comportamento antagônico de muitos investidores durante o ápice da crise do subprime no final de 2008 e agora, apenas 1 ano e alguns meses depois. No final de 2008 e início de 2009, tive a oportunidade de conversar com investidores que estavam totalmente desiludidos com a bolsa de valores e entregaram para os céus suas carteiras de ações devido à desvalorização. Comentei na época, que fazer isso tem um custo de oportunidade e que ele precisava manter um distanciamento emocional deste contexto e mudar o foco para o lado racional da situação, isto é, para as oportunidades.
Por João Guilherme Brotto
Aprender com os erros do passado é uma constante na vida de qualquer ser humano. Deveria ser também, uma constante dos mercados e dos investidores. Mas não é bem assim. Nos últimos 42 anos, o Brasil enfrentou nada menos do que 13 severas crises financeiras – algumas, inclusive, deixaram o país praticamente falido e sem condições de crescer durante décadas. Mas isso não é só um “privilégio” nosso. Em geral, as crises financeiras costumam afetar o mundo todo, principalmente com a economia globalizada que passamos a ter com o avanço da tecnologia.
Por Lucas Cruz
Como lidar com o excesso de informações distorcidas encontrada nesse mercado de ações? Alguns investidores, principalmente que utilizam a análise técnica, desconsideram totalmente as notícias veiculadas nos jornais, sites e revistas especializadas. Esse é o melhor exercício que um investidor pode adotar para tomadas de decisões no mercado de ações. Não pela parte de análise técnica, que não quero entrar nessa discussão, mas pela necessidade de ignorar o excesso de informações ou falácias que encontramos no mercado.
Cristiano M. Costa
Ricardo Amorim (aquele do Manhattan Connection) fez uma previsão sombria a repsito da comunidade europeia na sua coluna da Isto É: ele está apostando no fim da Zona do Euro. Segundo Amorin, o descasamento entre a soberania fiscal/política e a ausência de controle monetário e cambial seria a razão para o trágico fim da Zona do Euro. Eu discordo do Amorin, creio que ele esqueceu quais foram os motivos que levaram à adoção do Euro. Com certeza, a Grécia ganhou mais entrando na Zona do Euro do que caso estivesse de fora. Mas a Alemanha também ganhou muito. Não é a toa que os alemães acabarão custeando boa parte da farra fiscal grega.
Por John Tong
Por mais de um ano os bancos centrais do mundo mantêm a economia mundial respirando, injetando quantidade massiva de liquidez no sistema financeiro mundial. A dívida pública americana subiu para 7,7 trilhões, de 6,4 tri um ano atrás, e de 5 tri em 2007. O juro continua baixo. O contrato futuro de dezembro de 2010 (que é um guia da expectativa sobre o custo do dinheiro de três meses no fim do ano) indica a taxa de 1.4%, 1% mais baixa do que em agosto de 2009. O contrato de euro para dezembro de 2010 reduziu de 2.6% em setembro de 2009 para 1.7% em janeiro de 2010. A versão em libra caiu de 2.4%, há dois meses, para 1.9%.
Por Rômulo Costa
Os mercados financeiros são dominados por sentimentos e emoções: ora a euforia, ora o pânico predominam. O trader experiente procura deixar as emoções de lado. Emoções servem para o contato com outros seres, não com o dinheiro. O trader que muito se alegra ao ver o mercado ir a seu favor – e entra em desespero quando o mercado vem contra – está sujeito a quebrar sua conta de investimentos. Isto porque, todo o tempo empregado, a opinião do seu analista pessoal, vão por água abaixo, quando o investidor começa a contar dinheiro enquanto sua operação está em aberto.
Por Cristiano M. Costa
O BC decidiu deixar o aumento da SELIC para o próximo mês. A conseqüência é o aumento da inflação e da expectativa de inflação. As novas estimativas do mercado já apontam uma inflação acima da meta inclusive para 2011. Não quero discutir o componente político da medida, já que este está obviamente presente. A pergunta que muitos se fazem é: quem ganha com a inflação mais alta? Bem, a teoria e a história econômica nos ensinam que aqueles que possuem maior acesso ao sistema financeiro e conseguem proteger suas rendas contra a variação de preços não se prejudicam tanto quanto aqueles sem acesso ao sistema financeiro. Em geral, trabalhadores que têm salários fixos nominalmente saem perdendo.
O novo BC de Henrique Meirelles
Por Fernando Blanco
Eu havia decidido não escrever sobre a tão discutida permanência de Henrique Meirelles à frente do BC, porque achava – e continuo achando – que isto seria um “não evento”. Mas, enfim, fui vencido pela repercussão geral do assunto. Vejam, eu tenho 48 anos de idade e, por uma simples questão de calendário, já vi e vivi algumas dezenas de crises envolvendo o BC, que foram realmente impactantes para a economia. Eu analisei todas as questões relacionadas à possível saída de Meirelles (e de seus principais auxiliares), incluindo este tão alardeado e ’tenebroso’ surto inflacionário, que estaria logo ali, à espreita, pronto para atacar nossa economia. Sinceramente, eu acho que tem muito exagero nisto tudo. Talvez seja mesmo falta de más notícias de verdade.
Para o especialista em educação financeira e funcionário do BB, Álvaro Modernell, o conhecimento nessa área é cada vez mais difundido, trazendo benefícios para as pessoas e para toda a sociedade. Esse não é um fenômeno exclusivamente brasileiro. Está acontecendo no mundo. No Rio de Janeiro houve um congresso internacional de educação financeira no qual estiveram presentes representantes de mais de quarenta países, e todos buscavam intercâmbio de informações para intensificar as ações nessa área. Do Brasil, havia representantes do governo, de órgãos reguladores, do Ministério da Educação, Bovespa, secretarias estaduais e municipais de educação, entidades públicas e privadas, ONGs, profissionais do setor e jornalistas.
Análise Estatística: Reversão à Média
Por Bruno Peruchi
Você já se encontrou na situação de estar comprado em determinado ativo, os preços ao longo de vários dias começam a cair, dia após dia, até o momento em que aquilo que foi ganho a custo de meses se perde em uma fração desse tempo. Nesse momento existem dois tipos de raciocínios comumente usados: 1- Se o preço está caindo dia seguido de dia por tanto tempo, é bem provável que amanhã ele caia de novo. Melhor vender minha posição; 2 - Não é possível que depois do preço ter caído por tanto tempo, ele continue caindo. Ficarei comprado esperando a correção do preço. Bem, nenhum dos dois raciocínios está necessariamente certo ou errado...
Ah, Ibov, Ibov... Eu tenho uma teoria que o Ibovespa é como uma proficiente meretriz, em certos dias ele pode te dar grande satisfação, em outros te cobrar muito caro pela experiência, mas sempre ao final do dia te deixa com um gostinho de quero mais. De onde vem esse índice que afeta a vida de tantas pessoas? Bem, como todo índice financeiro ele representa uma síntese do movimento do mercado. O motivo pelo qual índices financeiros existem é que seria muito confuso tentar analisar como que um mercado financeiro se comportou em determinada data olhando cada ação individualmente. Por isso se sentiu a necessidade de se abstrair todos esses preços em apenas um, denominado Índice Financeiro. Outra vantagem imediata de se ter um índice financeiro é o acompanhamento histórico de um mercado financeiro e a sua comparação com os de outros países. Por Bruno Peruchi
Por Jarbas Gambogi (KB)
George Soros gosta de afirmar que quando se tem convicção tem-se que pular na jugular do oponente. Falar é fácil, duro é na hora de executar essa estratégia. Para operar grande, envolver todo o seu patrimônio financeiro e mudar de patamar, é mandatório identificar as situações de risco quase nulo. Somente se consegue implementar essa estratégia se você se guiar pelas forças que movem o mercado. O emprego de indicadores técnicos, desde que bem escolhidos, prestam um inestimável trabalho no timing, mas irão sinalizar apenas se a pista está limpa sem, contudo, assegurar por quanto tempo uma posição poderá ser mantida com risco baixo de se deparar com um caminhão desgovernado em uma curva.
Por Seagull
Para ficar claro. Sei que pode parecer difícil de entender... mas é tão fácil. Meu perfil operacional está de fato mais voltado para estratégias de curto e médio prazo. Não sou um investidor (exceto em algumas raras situações) de ficar encarteirado. Posso, como ocorreu durante a fase crítica da queda, assumir uma posição bastante alavancada em relação a todo o patrimônio. Mas são momentos de extrema distorção que me levam a "arriscar" mais nestas oportunidades. Enfim, como sei que muito do que é compartilhado espontaneamente sofre distorções, seja por pouca capacidade de entendimento ou mesmo má-fé... segue
Evolução e Filosofia Keynesiana
Por Paulo Gala
Contribuição: Polycrav
Além de ter sido o economista mais importante do século XX, John Maynard Keynes fez uma pequena fortuna no mercado acionário, numa de suas facetas pouco conhecidas por analistas e estudiosos do tema. Em 1946, cinco meses depois de sua morte, os números de seu patrimônio vieram a público: 480 mil pounds da época ou o equivalente a US$ 30 milhões em valores de hoje. Ainda que grande parte de sua vida tenha sido dedicada às artes, ao conhecimento e ao serviço público, sobrou tempo para fazer fortuna no mercado financeiro. Keynes não recebeu herança, pois morreu antes de seus pais.
Fundos Quantitativos e Copa do Mundo
Por Bruno Peruchi.
Alguém responsável pelo setor de análises quantitativas do JP Morgan deve ser muito criativo, pois esse setor recebeu a tarefa de fazer um modelo preditivo bastante incomum. Esse modelo seria diferente dos modelos por eles comumente feitos, ele não seria para ações, bonds ou câmbio e sim para prever como seria a Copa do Mundo de 2010. Vale a pena dar uma lida, pelo menos na parte introdutória do relatório para se ter uma noção de como os caras do JP pensaram em bolar esse estudo. Em resumo eles pegaram vários índices ou várias hierarquias dos times já feitas anteriormente, como o ranking da FIFA, bolsas de futebol (como o Futinvest), probabilidades implícitas de jogos com “bookmakers” e outros. Jogaram tudo isso numa panela quente e fizeram um ensopado duvidoso.
Por Artur Salles Lisboa de Oliveira
São inúmeros, e as diferenças se encontram nas preferências de cada um. Em outras palavras, todos buscam o maior número possível de referências, mas, conforme o perfil de cada um, há sempre uma tendência a se utilizar esse ou aquele tipo de análise – ou simplesmente confiar no famoso ‘feeling’ pessoal. Particularmente, acredito que o perfil ideal é aquele que abrange um pouco de todas as análises. Por exemplo, confiar apenas no traçado dos gráficos apontando concentração de compradores ou de vendedores pode ser bastante falho em uma semana com indicadores econômicos desfavoráveis.
Por Jarbas Gambogi - KB
A internet chegou ao nosso país no início da segunda metade da década de 90. A rede era tão precária que no mês de novembro, em um ano dessa década que eu não me recordo, a conexão ficou fora do ar durante quase 30 dias.A febre dos fóruns financeiros começou no final da década de 90, quando ainda a maioria das conexões era por meio de discagem. Os participantes escolhiam os seus codinomes e passaram a ter uma integração jamais vista. Pessoas se tornaram amigas sem nunca terem se conhecido pessoalmente.
Por Fernando Blanco
Esta cheio de empreendedor que é bom mesmo no desenvolvimento do produto ou serviço (é o inventor, inovador), mas abomina vender! Outra tipologia comum no mundo empresarial é aquela do empreendedor que é um ótimo vendedor, que desenvolve relacionamentos duradouros, encanta os clientes e tal, mas – como quase todo bom profissional de vendas – é avesso à administração do dia a dia. Estes casos acima e suas variantes são causas importantes para o mau desempenho de empresas (de todos os portes).
Fundos de Direitos Creditórios (FDIC)
Os Fundos de Investimento em Direitos Creditórios comumente conhecidos como Fundos de Recebíveis foram criados pela Resolução nº. 2.907/01 do Conselho Monetário Nacional e regulamentados pela CVM. Um Fundo de Investimento é na verdade uma comunhão de recursos de vários investidores que formam um patrimônio para aplicar em valores mobiliários ou ativos financeiros. Para ser considerado "FDIC" o fundo deve alocar, no mínimo, 50% de seu patrimônio líquido em direitos creditórios, de acordo com as normas específicas em vigor. A definição de direitos creditórios abrange créditos e títulos representativos desses créditos, originários de operações das áreas financeira, comercial, industrial, imobiliária, de hipotecas, de arrendamento mercantil e de prestação de serviços, além de direitos e títulos representativos de créditos de natureza diversa.
Por Bruno Peruchi
Existe uma situação no mercado financeiro que sempre me pareceu um problema de “Ovo x Galinha”. Todo dia o contrato futuro de índice abre à negociação uma hora antes das ações e portanto da formação dos índices. Nos dias que esses contratos abrem em alta, o índice à vista também abre em alta, e nos dias que ele abre em baixa o mesmo acontece com o índice. A pergunta que sempre me ocorre: É o índice que está definindo seu preço com base na negociação pré-abertura do contrato futuro, é o contrato futuro que está conseguindo prever a abertura do índice, ou ambos simultaneamente? Suponho que seja a última.
Onde Poderão Surgir Boas Surpresas
Por Jarbas Gambogi - KB
O Ibovespa pode ser subdividido em diversos setores, mantendo as mesmas participações de cada papel no índice. O peso de cada setor no Ibovespa é resumido no quadro abaixo. A pontuação do Ibovespa Doméstico seria a diferença entre a cotação do Ibovespa e a soma das pontuações dos demais setores. As participais do Ibovespa Doméstico e Bancos respondem atualmente por 48,8% do Ibovepa e os papéis que os compõem são, nessa ordem, os que têm apresentado os melhores desempenhos, responsáveis pela resiliência do Ibovespa diante das perdas sofridas pelo SPX. O Ibovespa Doméstico registrou a melhor leitura nominal de sua história...
Por Bruno Peruchi
Outro dia eu estava lendo um relatório de estágio de um cara de engenharia. O relatório era sobre a análise por ele conduzida enquanto trabalhava para a mesa de operações de um banco médio brasileiro. Como a estratégia por ele analisada é comum também a outras pessoas, resolvi então conversar sobre ela. A idéia dele era a seguinte, vamos montar posições de reversão ou de tendência com base no percentual de dias dos últimos “x” dias que subiram. Por exemplo, se nos últimos 30 dias o percentual de dias de alta foi superior a 70%, ficamos vendidos. Na análise desse estagiário o mercado seria dividido em mercados de alta, baixa ou estáveis e também de baixa ou alta volatilidade.
Educação Financeira nas Escolas
Ensino transversal de Educação Financeira.
Como assim?
Por Álvaro Modernell
São muitas as escolas interessadas em oferecer educação financeira aos alunos. Não é modismo. É uma necessidade. Elas precisam e estão cada vez mais se preocupando com temas de cidadania. Consumo consciente, responsabilidade socioambiental, educação alimentar, educação sexual, empreendedorismo, respeito à diversidade e ao meio ambiente são alguns desses temas que as entidades de ensino estão praticamente obrigadas a oferecer. Os pais cobram. Os alunos precisam. A concorrência oferece. Os professores sentem a necessidade. O mesmo ocorre com a educação financeira.
Por Bruno Peruchi
Outro dia eu estava lendo o relatório de uma carteira de um fundo de ações. Na parte do relatório sobre a posição e exposição do fundo estava escrito que a carteira tinha posição líquida de 110% de PL, mas que essa não era uma carteira alavancada, pois a exposição ajustada por Beta era de apenas 89%. Para aqueles que já leram a expressão “ajustado por Beta” ou “Beta adjusted” se for um banco chique, essa afirmação não deve ser nada de novo, afinal essa metodologia é comumente usada no mercado e até dá a impressão que os caras sabem o que estão fazendo. Mas fica a pergunta, Beta faz algum sentido?
Por Jarbas Gambogi - KB
A soma entre exportações e importações representa cerca de 60% do PIB da China (somente a diferença é contabilizada). O país está há anos na vanguarda da política cambial que mantém a sua moeda depreciada. Semanas atrás o Japão, com uma economia combalida, passou a intervir no iene. A Tailândia não demorou em impor imposto de renda de 15% sobre o fluxo especulativo. O Fed anunciou o retorno da QE que tem múltiplos objetivos, o de evitar a deflação, de desvalorizar o dólar, e, porque não mais uma bolhazinha. O Brasil acaba de anunciar aumento do IOF de 4% para 6% sobre aplicações estrangeiras na renda fixa.
Análise Técnica Empírica - Tendências
Por Bruno Peruchi
Há exatamente um ano atrás eu comecei a escrever artigos sobre o mercado financeiro, eu já fazia análises desse tipo antes disso e como a maior parte do trabalho já estava feito, não me custava nada divulgar elas. Diferente de outros artigos sobre análise de empresas, análise técnica, análise econômica,... Eu queria tentar entender se certas idéias, teorias e premissas existentes no mercado financeiro faziam sentido no mundo real ou se eram fantasias infundadas. Nada mais natural, portanto, do que se fazer esses testes usando dados históricos de mercado para validar ou desmistificar tais idéias. Qualquer idéia ou estratégia proposta poderia ser testada, os resultados obtidos seriam imparciais o suficiente ao ponto de elucidar dúvidas restantes sobre qualquer assunto. Ao menos era essa a idéia.
Análise Empírica – Topos Históricos
Por Bruno Peruchi
Uma idéia presente no mercado financeiro é a de que quando um determinado ativo rompe um máximo histórico do seu preço ele ganha um potencial de alta maior do que ele possuía até então. Será verdade? A análise é simples, calcula-se a variação de preço do ativo a qualquer momento que o preço esteja maior ou igual ao seu máximo histórico. Se o preço fechou ontem acima do topo, ficamos comprados. Se o preço bateu o topo no intraday ficamos comprados a partir do topo. No final tira-se a média geométrica de todos esses dias. Não será considerado nenhum custo transacional para essa análise.
Por Bruno Peruchi
É claro que não, por que alguém iria gostar? O dia é quente, chove, demora mais de uma hora para chegar no trabalho, a secretária te xinga na hora que você aparece, o teu chefe nem olha mais para você e está sempre presente aquela sensação de que este é apenas o primeiro dia do resto de uma tediosa semana, ainda faltam mais quatro. Segunda é um saco. Dias que antecedem um feriado no entanto são bem legais, todo mundo tá feliz, o dia geralmente acaba mais cedo, você pega a família para fazer uma viagem, ou então aquele churrascão na casa do Gustavo. De qualquer maneira, pré-feriado é sempre legal.
Os novos desafios da Bolsa no Brasil
Os ciclos do mercado fazem com que o humor dos investidores oscile entre as boas e más noticias, gerando as tendências de alta e baixa. E o que podemos esperar das bolsas no Brasil em 2011? Sim, "as" bolsas, pois após a fusão da Bovespa com a BM&F, a bolsa eletrônica americana Bats Global Markets anunciou sua intenção de se instalar no país. Espera-se que esta concorrência seja boa para os investidores, uma vez que, com uma nova bolsa para negociação de títulos, os custos operacionais tendem a ser flexibilizados para conquistar clientes. Mas e o cenário econômico vai ajudar? Com a volta do aumento nos juros nas últimas reuniões do Copom, a saída de capital estrangeiro das ações, e os índices mundiais em um momento de indefinição, ninguém é capaz de afirmar o que vai acontecer com o mercado de capitais.
Muito além das bolsas de valores
Dentre os mais variados tipos de agentes do mercado, têm se destacado no Brasil os chamados fundos de private equity – instituições que reúnem recursos financeiros para investir em empresas. A conjunção de investidores capitalizados numa ponta e companhias saudáveis e promissoras na outra, tendo como base o forte crescimento da economia doméstica, tem permitido a esse segmento atravessar uma fase de forte expansão. Private Equity é o termo relacionado ao tipo de capital empregado por acordos contratuais privados - para negócios mais maduros, como consolidação e reestruturação de empresas que têm boa geração de caixa. Os típicos receptores desse investimento são companhias de médio porte que ainda possuem uma estrutura de capital fechado, não estando listadas em bolsa de valores.
As análises técnicas e quantitativas, servem a finalidades semelhantes: ambas tentam prever o futuro com base em modelos do passado. Um delas é estatística, a outra é intuitiva. Considerando que a quantitativa minimiza uma soma dos quadrados dos resíduos para encontrar a melhor reta com base nos dados, a técnica estima que, olhando para os gráficos, em busca de padrões, e inferir os pensamentos e sentimentos dos outros participantes do mercado. Ambas as abordagens têm mérito. Isso não quer dizer que elas são iguais: claramente, métodos quantitativos ganharam, dominando a indústria de investimentos por causa do demonstrável valor agregado. Mas a análise técnica é surpreendentemente resiliente e persistente, e em alguns cantos do setor financeiro – como na negociação de commodities e de moedas...
Houve um tempo em que apenas a análise fundamental era a estratégia disponível para controlar investimentos. Algum tempo depois, quando os computadores pessoais tornaram-se acessíveis, ganhamos mais uma opção: a análise técnica. Entretanto uma lacuna parecia vazia e provocava questões que aqueles dois tipos de análise não conseguiam esclarecer. Por que algumas pessoas simplesmente não conseguem lidar com suas finanças de maneira segura, ao mesmo tempo em que outras obtêm grande sucesso? Assim, algumas pessoas descobriram ser necessário incorporar mais um tipo de análise ao processo... uma análise psicológica, que diz respeito às finanças comportamentais.
Por Marcio Relvas
Nos últimos anos o que mais tem preocupado a cabeça dos investidores é a crise econômica. Dentre idas e vindas, tsunamis e "marolinhas", percebe-se que a situação é mesmo grave, e a possibilidade do mundo, iminentemente, mergulhar em um período de recessão mais profunda talvez seja o cenário mais plausível. E o que os cidadãos comuns podem fazer para buscar a melhor defesa do seu patrimônio? Uma gestão equilibrada dos recursos. Mas para isso não existe uma regra geral, cada perfil demanda uma análise diferente e individualizada, em função dos objetivos pessoais, situação financeira, e principalmente, tolerância ao risco. Já passou da hora de refletir e tomar decisões importantes para a saúde dos negócios e bem estar das famílias.
Por Marcio Relvas
A pergunta de 1 milhão de dolares! Quem tem a resposta? Ninguém... cada um que decida como fazer os próprios investimentos e cuide bem do seu dinheiro. A proposta desse portal sempre foi levar os leitores à reflexão, minha maior recomendação é que todos procurem estudar, aprender novas técnicas, filtrar notícias, analisar tudo com senso crítico, para que seja possível tomar decisões com autonomia e segurança. Quer uma dica? Leia livros... ou pesquise por material confiável na internet. Hoje, grande parte do conteúdo é gratuito, e está disponível a quem se interessar.
Cursos
Este curso é recomendado para pessoas de conhecimento avançado. O objetivo do curso é capacitar o aluno a escolher as empresas cujas ações possuam maior potencial de valorização através da análise fundamentalista. Serão abordados técnicas de valuation e os principais indicadores funcamentalistas, entre eles (P/L, P/VPA, EV/EBITDA, DIVIDEND YIELD, LIQUIDEZ CORRENTE e etc). No final do curso o aluno estará apto a interpretar relatórios e análises dos principais participantes do mercado financeiro (bancos, corretoras e etc) sobre os fundamentos das empresas.
Preparatório para Agente Autônomo
Público-Alvo :
Profissionais envolvidos no mercado financeiro, que pretendem atuar na distribuição e intermediação de títulos e valores mobiliários. (carga: 36 hs)
Estratégias e Filosofia Operacional
Ideal para operações de compra no médio prazo (3 a 6 meses) e longo prazo, bem como para identificar shorts (venda a descoberto) no curto prazo, com acurada noção de risco.
• ENCURTE O SEU CAMINHO PARA O APRENDIZADO SOBRE O MERCADO
• OPORTUNIDADE DE GALGAR OUTRO PATAMAR, OPERAR COM BAIXO RISCO E OBTER GANHOS CONSISTENTES
• MERCADO TEM A SUA LÓGICA, CONHEÇA A SUA ANATOMIA
Cursos
AF: o que é Análise Fundamentalista
Abertura de Capital - BOVESPA - I
E o que vem a ser o tal do Risco Brasil ?
Como funcionam os leilões no mercado de ações
Imposto sobre a Renda Variável
Filosofia, Método e Estratégia Operacional
Empréstimo de Títulos - Aluguel de Ações
O crescimento dos Home Brokers
Compra de Volatilidade (Call Backspread)
Antes de Investir em Renda Variável
Para quem investe no mercado de capitais
O que vem a ser o Índice Bovespa
Ciclo de liquidação das operações
Mercado Futuro de Índice Bovespa
Fundo Soberano do Brasil (FSB).
Warren Buffet: As lições do investidor
O maior fundo multimercado do Brasil
A diferença entre gastos, custos e despesas
Estratégia Nacional de Educação Financeira
Análise técnica x Análise fundamentalista
Educação financeira e educação ambiental
Trava de Baixa - Reversão com Opções
FAQ
Quais custos eu terei ao comprar uma ação?