
Se o Jim "Amorim" Cramer estiver correto (não creio em analistas mas ataques ocorrem assim mesmo) nos próximos dias teriamos ataque final sobre o Euro. Ataque, diga-se de passagem, total, amplo e indisfarçável. Com as impressoras cansadas, tinta faltando e o papel-moeda valendo menos que papel higiênico (BCs já sem instrumentos e moral), o único limite seria o próprio dano causado acabar machucando o atacante.
Explico: destruir uma moeda de um país periférico é irrelevante (pimenta no olho dos outros...), mas quando se ataca uma moeda que faz parte das reservas internacionais de vários países (sim, o meu, o seu, o nosso também está em jogo via reservas diversificadas do BC) e que representa boa parte da produção de riquesa do globo, poderia terminar mal.
O quadro seria o seguinte: EUA fraco e super endividado, Europa sem moeda, sem união e com governos e empresas quebradas e uma China que teria que ter 1 trilhão de habitantes para compensar, via mercado interno, a falta de exportações para os antigos compradores.
Ou seja, talvez a esperança hoje resida em esperar que a raposa não mate a galinha dos ovos de ouro...o próprio mercado.
Continuo otimista-realista...creio que a raposa não é tão idiota assim, afinal, de que adianta ganhar dinheiro se ele não vale nada?
Daí, talvez, oportunidades surjam...
Abs
Excelente MAX.
É por aí mesmo... a esperança é a última que morre, mesmo depois da galinha, e do bom senso.
A racionalidade indicava que um repique estaria próximo. Depois de 6 dias de quedas, com o paciente permanecendo na UTI, não seria a própria família para desligar os aparelhos. Sempre podemos esperar pela visita da saúde.
Abs ^v^
Por isso, no nosso caso, é sempre bom mantermos um bom capital de giro, e a liquidez, para podermos tentar beliscar nessas oportunidades. Seja na contra-tendência, na reversão, ou repique, o ideal é não nos apegarmos a times para dançarmos conforme a música. Pelo tempo que a fase durar...