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Parece que "eles" não estão pra brincadeira. | Interatividade

Parece que "eles" não estão pra brincadeira.

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polycrav
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Parece que "eles" não estão pra brincadeira.
 
Mas não devemos esquecer que o S&P500 ainda caminha em terreno bear.
Essa "virada" pode ser uma retomada dos touros, mas pode ser somente um pull back na fronteira bull/bear (ou um violinão!).
Veremos...
ou se preferirem (os religiosos), oremos...
 
 
 

 


Seagull
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Re: É... parece que "eles" não estão pra brincadeira.

Terreno bear, Poly?

Sei não... talvez, ainda não... dependendo da janela e tempo gráfico considerado, o cenário permanece de recuperação, como gostam de falar os "analistas". Já em uma visão de curto prazo, a coisa pode mesmo ser vista de forma diferente.

Mas de qual timeframe estamos falando?

Abs ^v^

polycrav
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Re: Re: É... parece que "eles" não estão pra brincadeira.
 
A "área" abaixo da MA50 é considerada por muitos terreno Bear. Isso não significa que estamos em correção forte ou coisa similar... Nada impede de uma correção (susto!?) fazer o mercado dar uma voltinha por lá... Pode retornar tranquilamente pra zona Bull (vide violino anterior).
 
É claro que depende do timeframe e cada um deve ajustar o seu para seus objetivos e estratégias. A sua comparação acima foi exagerada! rs. Comparar 240min X Semanal é um pouco demais não acha? hehehe É quase como comparar os batimentos de um Glaucis dohrnii com a rotação da terra.
 
A timeframe do SP que eu estava me referindo (obviamente) era o diário. Que eu acho bem adequado para minha estratégia: nem calça de veludo, nem bunda de fora!
 
Abs,
 
Poly

 

Seagull
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Re: Re: Re: É... parece que "eles" não estão pra brincadeira.

Poly, o semanal é o mais indicado para enxergar a "floresta", nas estratégias de longo prazo.

Para operações curtas, os 240 minutos funcionam bem. Poderia ser também o diário, como vc prefere.

Não estou falando de daytrades... onde serve o de 15... 5 minutos, ou até menos, para acompanhamento intra.

Enfim, tudo é questão do timeframe, e o ideal é perceber a mudança nos movimentos a partir de tempos mais curtos, e ir confirmando nas outras periodicidades acima. Mas a média que eu uso como divisora de tendências é outra! ;-)

Abs ^v^

polycrav
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Re: Re: Re: Re: É... parece que "eles" não estão pra brincade
 
OK.
Mas não confunda tendência com uma "pisadinha" no terreno.
É mais ou menos a diferença entre namoro e flerte... :-)

 

Seagull
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Re: Re: Re: Re: Re: É... parece que "eles" não estão pra brin

Então... é por isso (e por ser escolado em violinos) que eu questionei se já estamos mesmo em terras ursas...

Abaco
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Re: Fórum Monitor Financeiro

Caderno The Wall Street Journal

Recuperação da economia causa 'efeito chicote' nos EUA
 
Timothy Aeppel, The Wall Street Journal, de Peoria, EUA
01/02/2010

 

A Caterpillar Inc. anunciou recentemente a seus fornecedores de aço que vai mais que dobrar os pedidos neste ano - mesmo se as próprias vendas da empresa não subirem.
De fato, a fabricante de máquinas pesadas aumentou as encomendas de todo tipo de suprimento, de pneus especiais a tubos hidráulicos e vidros laminados.
Como isso é possível? O crédito vai para o "efeito chicote", que está reverberando na economia dos Estados Unidos.
O fenômeno ocorre quando as empresas cortam ou elevam significativamente os estoques. Os economistas o chamam de efeito chicote porque mesmo pequenos aumentos na demanda podem causar uma grande reação na demanda por peças e materiais na cadeia de suprimento.
O efeito ganha implicações amplas enquanto as empresas correm para atender aos pedidos e voltam a encher as prateleiras de seus armazéns. Ele tem impacto em todo mundo, dos varejistas às indústrias que fornecem a graxa, os parafusos e o carvão necessários para fabricar outros produtos.
O modo como empresas grandes e pequenas respondem à mudança no mercado determina quais vão emergir primeiro da crise e voltar a crescer. Departamento do Comércio dos EUA anunciou sexta-feira que a economia americana cresceu a um ritmo anualizado e corrigido para a inflação de 5,7% no quarto trimestre, o mais rápido desde 2003. A maior parte do crescimento não foi motivada por uma alta do consumo, mas pela redução dos estoques das empresas, que, por isso, tiveram de produzir mais.
"A queima de estoque terminou", diz o diretor-presidente da Caterpillar, Jim Owens, um PhD em economia que desde 2004 comanda a maior fabricante de máquinas de mineração e construção civil.A Caterpillar, que tem sede nesta cidade de Illinois, comentou em seus resultados trimestrais que espera se beneficiar este ano da reposição de estoques. A empresa anunciou uma queda de 65% no lucro do quarto trimestre ante igual período de 2008, para US$ 232 milhões, com queda de 39% no faturamento, para US$ 7,89 bilhões.A grande pergunta daqui para a frente é se os fornecedores estão bem posicionados para aumentar a produção.
Gargalos e outras dores de cabeça podem ocorrer quando a escassez no mercado à vista causar altas inesperadas nos preços e criar obstáculos à capacidade das empresas de atender à demanda.
Por isso que a Caterpillar tomou um passo incomum no fim do ano passado, visitando fornecedores importantes para garantir que tinham recursos para aumentar rapidamente a produção. Nos casos mais extremos, a fabricante de máquinas até ajuda os fornecedores a obter financiamento.
A Caterpillar afirma que mesmo que a demanda por seus equipamentos fique estagnada este ano - uma projeção pouco provável que chama de cenário "Grande Recessão" - ela ainda precisará aumentar a produção de suas fábricas em 10% a 15% só para manter os estoques das concessionárias e atender à demanda que já existe.
Enquanto isso, a produção dos fornecedores da Caterpillar teria de aumentar 30% a 40% nesse cenário, porque a Caterpillar também terá que recuperar seus próprios estoques. Mas os executivos da Caterpillar apostam mesmo é no crescimento.
Neste caso, a demanda por peças vai crescer ainda mais. Se a Caterpillar aumentar a produção 15%, diz Owens, "muitos de nossos fornecedores mais que dobrariam as vendas" para a empresa.
Um salto nos pedidos é certamente uma boa notícia para empresas famintas por negócios, especialmente num momento em que a volta do crescimento econômico ainda não se traduziu em mais empregos.
Durante a crise, as empresas cortaram em US$ 207 bilhões os estoques, o que as ajudou a economizar caixa para sobreviver à turbulência econômica.
A mudança de ares se tornou visível em outubro, quando os estoques das empresas americanas aumentaram US$ 4,1 bilhões - o primeiro mês de expansão desde agosto de 2008, pouco antes de o colapso do Lehman Brothers derrubar os mercados mundiais de crédito. No quarto trimestre todo, os estoques totais caíram a um ritmo anualizado de US$ 33,5 bilhões, em comparação com US$ 139,4 bilhões no trimestre anterior. A recuperação dos estoques é mundial. Jay Feldman, economista sênior do Credit Suisse, diz que os EUA já compram boa parte de seus estoques no exterior, e "diante disso não é surpresa que tivemos essa mudança nos estoques na mesma hora em que tivemos uma mudança nas importações".
Mas o efeito chicote nos estoques pode se tornar um obstáculo, especialmente no cenário econômico atual. Isso porque a recessão criou problemas persistentes que podem atravancar a capacidade dos fornecedores de responder a uma alta repentina no número de pedidos. Muitos deles são empresas pequenas prejudicadas pelo aperto de crédito e que continuam tendo dificuldade para obter empréstimos. O fluxo de novos pedidos aos fornecedores pode incentivar os bancos a começar a emprestar mais a eles. Mas se isso não ocorrer rapidamente podem surgir gargalos e escassez se os fornecedores atrasarem as entregas ou negarem pedidos porque não têm como pagar os materiais ou contratar mais operários. Os preços subiriam.
Altas súbitas nos estoques também inspiram menos confiança que o crescimento da demanda real. Alguns empresários provavelmente temem que a recuperação vai se apagar quando os estoques forem preenchidos, então adiam as contratações ou outros investimentos até estarem certos de que a demanda real está crescendo. "Isso não vai seguir tranquilamente", prevê William Strauss, economista sênior do Federal Reserve Bank de Chicago. "Ficaria muito surpreso se todo mundo conseguir crescer no ritmo que deseja."
Um fator que pode complicar as coisas é a China. A Caterpillar, como muitas outras empresas, está contando com o crescimento do país para alimentar uma recuperação mundial. Mas alguns analistas alertam que a China pode desacelerar muito se Pequim tentar baixar a inflação.

As vendas da Caterpillar na China são relativamente pequenas - cerca de 5% das vendas totais de 2008 -, mas seu mercado está crescendo rapidamente. E a economia da China tem impulsionado as cotações mundiais de commodities, o que, por sua vez, afeta a demanda por máquinas da Caterpillar em superpotências dos recursos naturais como Austrália e Arábia Saudita.

 

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Os cães ladram e a caravana passa.

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