Artigos

Brasil é o sexto mais rico do mundo

26/12 - 20h28


O Brasil passou o Reino Unido, e vai fechar 2011 como a 6ª maior economia do planeta! Essa foi a manchete nos principais jornais da Grã-Bretanha, incluindo o The Guardian e Daily Mail. Isso é muito bom... ficar atrás apenas dos EUA, China, Alemanha, Japão, França. É a primeira vez que uma nação sul-americana fica na frente de um país europeu. Enquanto o velho continente sofre com a falta de credibilidade nas instituições financeiras, despontamos como uma vasta fonte de recursos naturais aliada ao crescente mercado consumidor interno.

Acendem-se as luzes

22/12 - 21h38


 

 

Final de ano, época de festas, reflexões, agradecimentos e uma nova chance de evoluir... Que o mercado se consolide, encontrem uma solução para os problemas econômicos e o mundo volte a prosperar. E cada um de nós tenha sucesso, conquistas e muitas realizações. Boas festas!

Produto Interno Bruto

13/12 - 12h18


 

Chamam de estável um crescimento igual a ZERO... isso representa estagnação da economia... e, caso a retomada não venha nos próximos meses, o que cresce é o risco de desemprego no país. Além da queda no ritmo das indústrias, que diminuiu a importação de máquinas - fazendo a balança apresentar um saldo favorável no 3º trimestre, a redução mais sensível foi no consumo das famílias. Tudo como previsto... aos primeiros sinais da crise internacional, com o governo trabalhando firme pela sucessão presidencial, houve um incentivo ao consumo irresponsável para manter os índices de crescimento dentro das expectativas. Em um momento onde o mais sensato seria fomentar a poupança interna para períodos de dificuldade, o que se viu foi um estímulo aos gastos...

Gestão Racional do Patrimônio

05/10 - 14h58


Nos últimos anos o que mais tem preocupado a cabeça dos investidores é a crise econômica. Dentre idas e vindas, tsunamis e "marolinhas", percebe-se que a situação é mesmo grave, e a possibilidade do mundo, iminentemente, mergulhar em um período de recessão mais profunda talvez seja o cenário mais plausível. E o que os cidadãos comuns podem fazer para buscar a melhor defesa do seu patrimônio? Uma gestão equilibrada dos recursos. Mas para isso não existe uma regra geral, cada perfil demanda uma análise diferente e individualizada, em função dos objetivos pessoais, situação financeira, e principalmente, tolerância ao risco. Já passou da hora de refletir e tomar decisões importantes para a saúde dos negócios e bem estar das famílias.

Juros, Inflação e PIB

02/09 - 14h22


 

Agosto passou. E final de mês sempre ocorre uma movimentação maior por parte dos fundos, onde os gestores buscam recuperar a rentabilidade de seus produtos para fechar balanço, e não desagradar os clientes. Mesmo assim, não conseguiram eliminar as perdas do decorrer do período. Quanto à inflação, o IGP-M que vinha em queda nos últimos 60 dias, voltou a subir , na casa de 0,44% - grande parte desta alta é atribuída aos alimentos. E os juros continuam altos (apesar do corte de meio ponto na Selic)... muito complicado praticar uma política monetária equilibrada, quando o custeio da máquina, os gastos com pessoal e a previdência aumentam paulatinamente. Em contrapartida, os investimentos permanecem minguando. Taí o resultado do PIB, de 0,8% no segundo trimestre, que reflete bem isso.

Investimentos e Emoções

22/08 - 20h13


Houve um tempo em que apenas a análise fundamental era a estratégia disponível para controlar investimentos. Algum tempo depois, quando os computadores pessoais tornaram-se acessíveis, ganhamos mais uma opção: a análise técnica. Entretanto uma lacuna parecia vazia e provocava questões que aqueles dois tipos de análise não conseguiam esclarecer. Por que algumas pessoas simplesmente não conseguem lidar com suas finanças de maneira segura, ao mesmo tempo em que outras obtêm grande sucesso? Assim, algumas pessoas descobriram ser necessário incorporar mais um tipo de análise ao processo... uma análise psicológica, que diz respeito às finanças comportamentais.

 

Além da boa governança

14/08 - 21h49


 

 

 Por Antony Mueller

 

 

A crise da dívida soberana na Europa e a contenda nos Estados Unidos sobre o teto da dívida do governo federal têm um significado que transcende a política atual.  Esses acontecimentos denotam o fim de uma era.  A crise financeira da atualidade assinala o fim da época do estado intervencionista de bem-estar social.  Segundo sua própria natureza, este sistema é insustentável porque depende de um endividamento perpétuo do setor público.  O fim do estado intervencionista de bem-estar social está marcado pela falência financeira do estado.

Bolsas em liquidação e as pechinchas

09/08 - 19h17


Depois de mais essa precipitação anunciada nas bolsas, com o recrudescimento da crise mundial, o lado psicológico do investidor ficou muito abalado, e a credibilidade na recuperação da economia bastante prejudicada. Mas, contando com uma resposta breve do mercado, em que é melhor acreditar nessas horas: na análise técnica ou nos fundamentos? Então, qual será o próximo suporte, onde está o fundo?... Isso agora não é o mais importante. Penso que, para quem realizou lucro na faixa de 70k e está capitalizado para novas investidas, uma filtragem das ações que estão com preço cotado abaixo de seu valor patrimonial deve ser avaliada. E quais seriam estas? Várias... vale pesquisar os fundamentos, prospectar os maiores dividend yields. As empresas de capital aberto devem distribuir ao menos 25% de seu lucro entre seus acionistas!

Como anda o mundo das finanças

01/08 - 19h50


 As novidades do mercado não têm sido boas. Muita gente faz consulta para saber se o dolar ainda vai cair mais, ou se já estaria em um ponto de compra aceitável... como vamos saber? Parece que este patamar de 1,50 pode oferecer algum suporte na paridade com nosso valorizado real. Os congressistas chegaram a um acordo nos EUA e aprovaram uma elevação do teto da dívida. O país pode se endividar mais para evitar um calote nos seus títulos. Ou seja, o rombo vai aumentar para não arrebentar a corda! Mas o buraco é mais embaixo... e logo virá a manifestação das agências de rating (como se estas também não precisassem de uma reclassificação!). O dinheiro, há tempos, passou a ser uma coisa quase que "virtual". Porém, no mundo real, os dados sobre o crescimento da indústria americana ainda pesam mais. Tudo parecia estar sob controle... e agora, muita coisa mudou?


A dívida dos Estados Unidos

26/07 - 19h05


 

Por Cristiano M. Costa

 

O assunto da semana nos jornais e sites de economia é a crise política americana. Sim, porque a crise não é econômica e sim política. Se os EUA venderem novos títulos o mercado compra na hora, e pode se endividar ainda bastante. Acontece que a sociedade americana possui instituições que representam os seus interesses. É a boa e velha democracia. Quando não há acordo, pagam-se as conseqüências. A pergunta no momento é se haverá um acordo e se o teto nominal previsto em lei (algo tão imbecil quanto a regra do salário mínimo criada no Brasil) será elevado. Mas, pelo o que se desenha no noticiário americano, o acordo pode não sair até o dia 2 de Agosto, provável data em que os EUA não terão caixa para arcar com a rolagem da dívida (ou prover serviços/bens públicos).

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