
1) Qual a diferença entre comprar Ações e investir em um Fundo de Ações?
Ao investir em ações, o investidor faz a gestão de sua própria carteira. É ele quem decide em quais ações investir, a quantidade e o momento de comprar e vender. É possível montar uma carteira mais conservadora minimizando os riscos, ou investir em ações mais arriscadas, com potencial de ganho maior no curto prazo.
O investimento em fundos permite uma maior comodidade ao investidor, já que a gestão é feita por especialistas, que acompanham e analisam o mercado em busca das melhores oportunidades. Nesse caso, é muito importante avaliar o histórico do gestor, assim como suas políticas de investimentos e custos.
2) Como posso lucrar ao adquirir uma ação? Ganho dinheiro somente ao vender?
O lucro com a operação com uma ação pode ocorrer quando o investidor vende o ativo a um preço maior do que o preço da compra. No entanto, permanecendo com o ativo em custódia, é possível receber ganhos sob forma de proventos, como dividendos e juros sobre capital.
Temos em nossas Carteiras Recomendadas uma Carteira de Dividendos, na qual constam as empresas que mais e melhor pagam esse provento aos acionistas.
3) Quando compro uma ação, o valor é debitado no mesmo instante?
Não, a liquidação financeira da compra ou da venda de uma ação ocorre no terceiro dia útil (D3) após a realização do negócio em pregão. O valor deve, no entanto, estar em uma de suas contas - depósito ou investimento - para que você possa adquirir o ativo.
4) Quais custos eu terei ao comprar uma ação?
Os custos são: taxa de corretagem, cobrada pela corretora; emolumentos, cobrados pela Bovespa; e ISS.
As corretagens podem ser fixas (um valor por cada operação) ou variáveis (em função do volume financeiro operado ao final do dia).
Já os emolumentos, cobrados pela Bovespa e pela CBLC (Companhia Brasileira de Liquidação e Custódia), são de 0,035% para o Mercado à Vista e de 0,025% para operações de Day Trade. O ISS é cobrado sobre a corretagem e varia segundo o município onde o serviço é prestado ao cliente. Os valores citados são discriminados na nota de corretagem.
5) O que acontece com o meu dinheiro se a corretora falir? Perco todo o investimento?
Ao adquirir uma ação, ela fica em seu nome e custodiada na CBLC (Companhia Brasileira de Liquidação e Custódia). Portanto, caso ocorra qualquer problema com a corretora, você não perderá suas ações, muito menos seu investimento.
6) Como escolher uma ação?
Esse é o passo mais importante na decisão de investir, pois será necessário avaliar a perspectivas da empresa em relação às suas expectativas. É importante avaliar as perspectivas da economia e do mercado financeiro, o potencial de ganho das empresas e a quantidade de negócios realizados (liquidez dos ativos).
7) O que é Home Broker?
O Home Broker é a ferramenta de negociação on-line que permite a compra e venda de ativos. A ferramenta é interligada ao sistema da Bovespa, enviando as ordens diretamente para a Bolsa, que reúne o mercado de compra e venda de ações no Brasil.
Além disso, através do Home Broker, você pode acompanhar as cotações dos ativos, visualizar relatórios e gráficos das empresas, acompanhar notícias sobre o mercado e realizar operações avançadas.
8) Como faço para investir na Bolsa?
O primeiro passo para investir na Bolsa é abrir uma conta em uma corretora. A instituição escolhida fará a ponte entre você, o investidor, e a Bolsa de Valores.
As ordens de compra e venda de um ativo podem ser enviadas tanto pelo Home Broker, que é a ferramenta de negociação on-line, quanto por telefone, pela mesa de operações.
9) O que é e como funciona a BM&FBovespa ?
A Bolsa de Valores é o local onde se compram e vendem ações das empresas de capital aberto. As negociações são feitas por intermédio das corretoras, que recebem as ordens de compra e venda dos investidores. Os negócios são realizados assim que os valores das ofertas de compra se igualam às ofertas de venda.
10) O que é uma Ação?
Uma ação representa uma parte de uma determinada empresa. A compra de ações na Bolsa transforma o investidor que adquire os papéis em sócio da companhia, mesmo que numa proporção pequena em relação ao controlador, o chamado sócio majoritário.
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